sábado, 4 de novembro de 2017

COMO TOMAR AS MELHORES DECISÕES


As decisões perfeitas são raras, mas é sempre possível fazer ótimas escolhas, as quais, ainda que nem sempre produzam finais como os dos contos de fadas, alcançam os melhores resultados possíveis, dadas as circunstâncias.
Os melhores decisores não costumam se orientar somente por impulso, intuição ou experiência, mas adotam algum sistema passo a passo, como o seguinte:
● Defina a questão. Um bom enunciado é em si 50% da solução do problema. Empregue a abordagem do “quem, o que, quando, por que e como”. Por que a decisão é necessária? Qual é o objetivo? Como uma ótima decisão pode mudar as coisas para melhor? A quem afetará? Quando precisa ser tomada?
● Adote uma abordagem positiva. Veja as oportunidades, não apenas os problemas.
● Relacione suas opções. Quanto maior for o número de alternativas, maiores serão as chances de encontrar a melhor solução.
● Reúna informações sobre as opções. Você não apenas tomará decisões melhores se estudar bem a questão, mas também se sentirá mais seguro na hora de colocá-las em prática.
● Seja objetivo. Se já tiver uma opinião sobre o assunto, a tendência é procurar uma evidência que confirme sua opinião. Isso é bom se você estiver certo, mas se não estiver, estará se afastando de uma ótima decisão.
Considere alternativas e opiniões contrárias às suas. Lembre-se que a meta não é provar que você tem razão, mas fazer a escolha certa.
● Avalie suas opções. Escreva e compare os prós e contras de cada opção. Tente identificar os melhores e os piores cenários possíveis de cada uma delas. Procure conjugar várias opções promissoras em uma excelente solução.
● Seja leal a si mesmo. Deixe de fora o que contrariar os seus valores.
● Tome uma decisão. Quando estiver convencido de ter encontrado a melhor alternativa, abrace-a.
● Esteja aberto às mudanças de circunstâncias. É possível que, depois de ter tomado uma decisão e começado a efetivá-la, surja uma opção melhor. Às vezes, é como acontece com um barco: a ação do leme só tem efeito quando a embarcação se movimenta e é o que a torna a manobra possível.
● Pergunte a Jesus. Por fim, peça a orientação de Deus em cada passo do processo de decisão. Como alguém disse: “Talvez eu não saiba todas as respostas, mas conheço Quem sabe!” Jesus tem as respostas e Ele o guiará.
Lucas 14:28 (NVI-PT) “Qual de vocês, se quiser construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o preço, para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la?
Mateus 7:7-8 (NVI-PT) “Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.
1 Coríntios 6:19-20 (NVI-PT) Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpoFonte:  Devoções Diária.
 



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

DIANTE DOVAZIO

A noite nunca é completa.
Há sempre, eu o digo e afirmo,

no final da tristeza, uma janela aberta,
 

uma janela iluminada,

um sonho em estado de vigília,
um desejo a ser coberto
uma fome a ser satisfeita,
um coração generoso, uma mão estendida, olhos atentos, uma vida a se partilhar.
Fonte:Gotas de Vida.


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

SOB NEBLINA

 
Você está diante de opções, escolhas e decisões, mas não faz a menor ideia que caminho deve tomar? Sabe que quer seguir na direção que Deus está orientando, mas não consegue identificar que direção é essa. Por isso, permanece incerto quanto aonde ir ou ao que fazer, incapaz de enxergar longe o bastante para antever as possíveis consequências de suas escolhas. Um complicador é que raras são as coisas que podem ser decididas de forma isolada, mas, tipicamente, muitos fatores têm de ser considerados ao se fazer qualquer decisão.
Recentemente, estive pensando no versículo: “Espera no Senhor, anima-te, e Ele fortalecerá o teu coração”. É sábio esperar que Deus dissipe a neblina, em vez de tomar decisões sem uma visão clara do que está à frente. Com o tempo, as coisas caem em seus devidos lugares e passamos a ver tudo com mais nitidez.
Tenho certeza de que você passou por momentos em que não recebeu as respostas que pediu a Deus para poder decidir com segurança, mas viu que, depois de esperar em oração e fé, confiante de que a ajuda viria, Ele iluminou o caminho e que foi melhor esperar e confiar.
A espera é um elemento importante da vida de fé. Não é um exercício fácil, mas é parte do processo pelo qual Deus nos ensina paciência, forma nosso caráter e nos atrai para junto dEle. Da próxima vez em que se vir em “modo de espera”, anime-se. A neblina vai se dissipar, pois, afinal, é o que sempre acontece!
Hebreus 10:23 (NVI-PT) Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel.
Romanos 8:25 (NVI-PT) Mas se esperamos o que ainda não vemos, aguardamo-lo pacientemente.
Tiago 5:7-8 (NVI-PT) Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Vejam como o agricultor aguarda que a terra produza a preciosa colheita e como espera com paciência até virem as chuvas do outono e da primavera. Sejam também pacientes e fortaleçam o seu coração, pois a vinda do Senhor está próxima.
Pensamento: Amados, as vezes não entendemos a dificuldade momentânea e a demora na resposta que o Senhor tem para nossas preces, mas o fato é que primeiramente Deus trata de nos limpar completamente, Ele permite que sejamos provados, e APROVADOS para que então Ele possa derramar de Suas bençãos sobre nós. Se o coração não estiver preparado para Sua benção, então podemos cometer os mesmos erros, e isso pode se tornar um ciclo.

 
Oração: Pai querido, ajuda-me a compreender o Seu tempo de resposta às minhas orações, e ajuda-me a limpar a mente e o coração para que eu esteja o quanto antes preparado para que o Senhor derrame vinho novo em minha vida. Que não aja nada em mim que possa contaminar ou estragar a benção que esta por vir. Eu oro e agradeço em nome de Jesus. Amém Fonte: Devocional Diário.
 
 
 

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

VIDA DE SANTIDADE

A liturgia dos Cristãos Católicos celebra no dia primeiro de novembro o dia de Todos os Santos. Santidade é um atributo divino. Só Deus é santo. Todos os santos, canonizados ou não, participam e bebem desta santidade primeira e originária. Ninguém pode ser santo se sua santidade não tiver em Deus sua origem, sua raiz, seu fundamento, seu desabrochar e sua consumação. O convite para ser santos advém de um chamado Divino que, no fundo, é, também, uma incumbência. A incumbência de ser santo como Deus é Santo. Para saber o que, de fato, significa ser santo como Deus é Santo, é necessário, antes de tudo, compreender, pelo Mistério da Fé, como Deus é Santo, ou seja, como é o modo de ser Santo de Deus.
E isso só é possível abrindo-se ao seu insondável Mistério de Santidade, deixando-se possuir por ele. Em sendo possuído pela santidade de Deus é que nos tornamos santos. Com outras palavras, é Deus quem santifica. E santifica por meio daquele que é o Santificador por excelência, o Espírito Santo. E o Espírito santifica operando as obras de Deus naqueles que Nele acreditam. E a obra de Deus que santifica é o seu amor operando na pessoa como princípio, meio e fim de todas as coisas. O Espírito, por sua vez, opera por meio do amor. Daí que só conseguimos ser Santo como Deus é santo deixando o Espírito Santo operar em nós a obra do amor divino. Eis o grande desafio da santidade cristã, que aqueles que são batizados, falando particularmente assim (não que sejam maiores e melhores do que os outros não batizados, mas porque recebem uma responsabilidade maior no chamado atendido), são chamados a ser Santo como Deus é Santo.
Isso significa que em princípio todos os batizados são santos por terem recebido o batismo e o Espírito de santidade no e pelo batismo, porém, não existe garantia de santidade como Deus é santo sem o amor e fora do amor que o Espírito opera nos batizados. Nesse sentido, não há garantia de santidade real para nenhum batizado se após o batizado ele não continua correspondendo ao santo modo de operar do Espírito. Uma coisa é ser batizado, outra é a correspondência ao batismo que gera, aprofunda e consuma a santidade batismal. Da mesma forma, uma coisa é ser santo, outra é viver como santo na correspondência ao amor divino que o Espírito opera. Ou seja, o Batismo garante a consagração, o chamado e a missão. Não garante a obra de santidade, que depende do modo como cada batizado acolhe, celebra e vive sua vida de santidade fundada no santo modo de operar do Espírito. Sabe-se que toda a História do Ocidente e do Oriente Cristão é marcada e influenciada pelo testemunho de santos e santas que souberam deixar-se conduzir pelo Espírito Santo e o seu santo modo de operar.
Foram pessoas marcadas pelo signo da operação do amor divino dentro da Igreja como um todo, das famílias, da Sociedade, do Mundo e por onde quer que se fizeram presentes. Somente quando aqueles que são chamados à santidade, conforme o modo de operar do Espírito, esqueceram-se dessa realidade é que a santidade se tornou algo piegas e decaiu para uma espécie de culto de personalidade voltada para um sensacionalismo de milagres e para uma crescente deificação do homem como substituto de Deus. Os santos colocados nos altares são apenas expressão do afeto popular por aqueles que se deixaram conduzir verdadeiramente pelo sopro do Espírito Santo e o seu santo modo de operar dentro da História humana com todas as suas grandezas e mixórdias.
Bem entendida a santidade deles, não são substitutos divinos e nem mediadores entre Deus e os homens. São batizados que honraram seu batismo ao revelar a todas as criaturas o amor de Deus com que foram amados por primeiro. São testemunhas do que experimentaram na relação amorosa com Deus e a partir da ação de seu Espírito. Por isso é que são amados e reverenciados, não cultuados. São referência para cada um e para todos os que buscaram ser santo como Deus é santo. A celebração de todos os santos quer ser essa comunhão com todas as pessoas de todos os tempos, de todas as épocas, do Céu e da Terra, falecidos ou não, canonizados ou não, de nossa Igreja ou não, enfim, uma multidão incontável de pessoas do passado, presente e futuro que se deixaram, se deixam e se deixarão ser conduzidas pelo modo de amar de Deus, através de Seu Filho Jesus Cristo, auxiliados pelo seu Espírito e o seu santo modo de operar. Essa celebração é um memorial, uma festa, um anúncio, um chamado e, acima de tudo, uma verdade a respeito de nossa dignidade de Filhos do Criador. Não somos apenas santos, somos chamados a ser Santos como Deus, nosso Criador, é Santo. Isto é, trata-se de uma graça e de uma tarefa a ser continuamente realizada na Terra e no Céu, no tempo e na eternida.FONTE: Diária.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

A ARTE NÃO É BANALIZAÇÃO DA VIDA


A arte desperta a partir do sensível.
Os recentes episódios ocorridos no sul do Brasil que chocaram a opinião pública e que continuam acontecendo em outras cidades, principalmente em escolas primárias, nos levam a refletir se perdemos a noção do que seja “arte”. O que se chamou de arte ficou parecendo mais uma “caricatura” para agredir os olhares de quem ali passasse. Em referência ao nu, arte jamais é representação da nudez de forma banal e ridicularizada.
 Ela nada tem a ver com o querer colocar uma cena de coito de modo explícito, apenas para dizer que é assim na realidade nua e crua.
Para ser uma representação assim, não é necessário recorrer à arte.
Basta buscar tais cenas nos cinemas, na internet, nas revistas eróticas etc..

O mercado atual vive em atender aos interessados nesse tipo de publicidade.
 Ao mesmo tempo, a arte está longe de ser um recurso para agredir a sensibilidade das pessoas, especialmente, naquilo que lhes é mais íntimo, pessoal e, por que não, sagrado. A arte não exclui o nu, nem o erótico. Ela só não o banaliza. Tanto é que a História da Arte e a Arte na História do mundo inteiro estão repletas de cenas de nudez e de cenas eróticas, seja no aspecto sacro como no profano. Porém, em nenhuma dessas esferas, ela se utiliza do nu e do erótico para ridicularizar ou escandalizar os olhos e a sensibilidade das pessoas.

Uma estátua de Davi, por exemplo, ou o nu das pinturas de Michelangelo (no alto A Criação na Capela Sistina), ou as musas nuas da arte grega, bem como os corpos nus de atletas da Grécia e outras culturas, nunca tiveram a pretensão de ser um instrumento para escandalizar os olhares ou fazer exibicionismo da sexualidade humana. Arte sempre foi, é e será o esforço de tornar visível. E o verdadeiro e bom artista é o que se coloca nessa abertura de deixar surgir a dinâmica da criação. Nesse caso, tornar visível é esforço de tentar ouvir e acolher a inspiração que vem ao encontro do artista. Isso que lhe vem ao encontro é a inspiração que fala do Mistério do real da realidade, do fundo mais profundo das coisas, dos apelos do Ser se dando como beleza, como bondade, como necessidade.

Expor o nu nessa concepção de arte é tornar visíveis as forças formadoras daquilo que significa o nu, o erótico, a sexualidade etc.. E isso, na arte de todos os tempos e de todos os estilos, não preza pelo juízo de valores, nem é fruto da subjetividade de uma pessoa ou de um grupo. Mas algo precioso da humanidade de qualquer época histórica. De tal forma que, quando a pessoa olhava o nu, o erótico, o sexual, ela se via ali naquela arte como fazendo parte dela e sendo pertença, jamais sendo agredida ou ridicularizada.

Nesse sentido, a arte que é arte sempre diz algo de nós mesmos, e que nos eleva ou nos faz refletir acerca daquilo que somos em nossas grandezas e misérias. Ela não está aí para nos ultrajar ou nos diminuir como pessoas. Ela torna visível o que somos e o que podemos ser a nível pessoal e coletivo. Ela é, pela inspiração, o vir à fala de nossa beleza, grandeza e dignidade mais radical. Não é representação do real de nossas depravações sexuais e de nossos lixos existenciais.

A arte verdadeira, ainda que torne visível a nossa esfera sexual e a genitália humana, não o faz de modo banal e desconectado do todo do ser humano, como se fosse somente um mero órgão do nosso corpo, mas como uma unidade de sentido de toda a existência. Significa que a arte enquanto um modo de tornar visível não está a serviço de interesses subjetivos, mas da inspiração. Forçá-la a ser representação do queremos para defender ideias pessoais ou coletivas, ou instrumentalizá-la para atingir fins ideológicos, é um desserviço à arte e aos artistas. É hora de buscar resgatar o sentido de arte nela mesma e por ela mesma. Quem sabe desse resgate tornemos visível não apenas pinturas que expressem a beleza de nossa existência, mas a nossa existência mesma, mais bela, mais digna, no verdadeiro significado dessa palavra. Quando cremos no Senhor, e o convidamos para fazer parte da nossa vida, recebemos o Espírito Santo que começa transformar nosso caráter e influenciar nossas atitudes. Abandonamos a velha natureza pecaminosa, passamos a dar bom testemunho do Senhor, e isso tudo promove a paz e a alegria em nosso coração.

Fonte: Devocional Diário.

sábado, 28 de outubro de 2017

Os medos e a luta para sobreviver


Os medos e a luta para sobreviver

Frase para refletir:

“Vivemos, hoje, o silêncio da sobrevivência” (Autor desconhecido)

Dizem que a sobrevivência é o instinto mais básico de qualquer espécie. Em nós, seres humanos; não poderia ser diferente. Quem assistiu ao filme “Doze anos de escravidão”, (direção de Steve McQueen que conta a história de Solomon Northup), percebe ali essa triste realidade que por milênios nos acompanha sob o estigma da escravidão e da injustiça que vitima e silencia os inocentes. Ao mesmo tempo, o filme mostra o lado estranho e paradoxal de uma realidade que é, em nome da sobrevivência, as pessoas se submeterem ao silêncio indesejado para ficarem fora da zona de perigo de uma situação possível de castigo e condenação. Permite-se, nesse caso, o sofrimento cruel sobre si e sobre os outros para evitar males ainda maiores. E, às vezes, para salvar a própria pele permanece-se anestesiado contemplando a maldade alheia sob as suas mais variadas formas de requinte.
 

Nesse sentido, muitos perguntam, hoje, no cenário político brasileiro: “Onde estão as massas que não reagem às injustiças fruto do palco da corrupção no país?”; “Onde estão as manifestações populares para fazer voz e vez frente à corrupção que nos domina?”. O silêncio a essa pergunta, às vezes, é ensurdecedor. Quando muito, vemos apenas uma pequena mobilização aqui e ali pensando representar o todo. Esse silêncio, talvez, venha do instinto de sobrevivência. Estamos quase todos habituados a lutar pela sobrevivência dentro do pouco que nos resta. E atrás da luta pela sobrevivência nos acompanha dois medos básicos: o de perder e o de enfrentar.

De uma parte, tais medos (medo de perder o emprego, por exemplo) nos preservam na sobrevivência e na esperança de que dias melhores venham. De outra, nos afunda no anonimato pessoal e coletivo, inclinando ainda mais para o fundo das águas o barco de nossa existência, tal qual a tragédia do “Titanic”. O medo que nos impulsiona a querer preservar a existência é legitimo, e ter esperança nunca é demais. Porém, o nosso fio de esperança em uma intervenção fora de nós mesmos, e de nossas pequenas e poucas possibilidades, pode nos tornar infantis, dependentes e preguiçosos no compromisso e nas transformações importantes de nossa realidade.

O silêncio que vivemos, hoje, deve ser mais uma pausa para entendermos o nosso processo histórico e encontrar nele caminhos e saídas inteligentes frente ao que nos oprime e deprime, do que uma injeção de desânimo que tira nossa capacidade de sentir, de pensar e de agir. Se o nosso silêncio for apenas luta pela sobrevivência, corremos o risco de morrermos todos num processo lento de aniquilamento pessoal e coletivo, no sentido de que se não formos corrompidos pela corrupção dos políticos

 e de seus “compadres”, seremos fatalmente corrompidos pelo nosso próprio instinto de sobrevivência numa espécie de busca egoísta do “Salve-se quem puder”. 

Fonte: Meditação Diária.

 

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

LIDANDO COM AS DECEPÇÕES

Quem ainda não passou por decepções? Um amigo que o deixa na mão, um reconhecimento profissional que não acontece, as juras de amor eterno desmanchadas em um divórcio e os sonhos grandiosos para o futuro dos filhos surpreendidos pelas escolhas que estes fizeram para as próprias vidas.
Na Bíblia se encontram muitas histórias de gente que teve de lidar com as decepções que os filhos lhe trouxeram. Absalão cobiçava o trono do pai e chegou a reunir um exército para usurpar o poder.
Moisés também viu suas expectativas fracassarem.
 Escolhido por Deus para libertar os israelitas do Egito, levou-os até o deserto de Sin, mas enquanto Ele entregava a Moisés, no Monte Sinai, os Dez Mandamentos, o povo se afastou dos preceitos divinos e adorou um bezerro de ouro.
Desapontado e irado, o libertador dos filhos de Israel destruiu as tábuas de pedra que continham as palavras de Deus, pelo que teve de voltar à montanha para novamente as receber.

Quando ficamos decepcionados porque as coisas não acontecem ou as pessoas não agem como esperamos, podemos perder a confiança e até nos fechar para os outros.
Podemos ficar infelizes, ressentidos, amargos, zangados e isso pode vir a prejudicar nossa saúde.
 Apesar de essas serem reações naturais, há uma alternativa melhor. Na verdade, as decepções podem, em vez de nos destruir, ensinar-nos.
Aqui estão quatro dicas para lidar com os desapontamentos.
1.      Aceite que as pessoas não são perfeitas nem iguais a você. Não pensam exatamente como você, muitas vezes não veem as coisas nem a elas reagem como você.
2.      Reconheça e entenda que as prioridades dos outros não são necessariamente compatíveis com as suas.
3.      Conforme-se com o fato de que várias situações não vão lhe agradar.
4.      A vida não tem de ser perfeita, inteiramente feliz e plena de sucesso para ser boa e valer a pena.
3.Aprenda a ser flexível quando encontrar uma situação que não está se encaminhando como você esperava. Um ramo seco vai se quebrar sob pressão, mas um verde e cheio de vida vai se flexionar.
4.Olhe para o lado positivo das circunstâncias e se pergunte: O que posso aprender aqui? Como posso usar isso de forma positiva? Se buscarmos Deus em cada situação, algo em princípio negativo pode se tornar uma contribuição.
Gálatas 5:1 (NVI-PT) Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão.
1 Coríntios 10:13 (NVI-PT) Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele mesmo lhes providenciará um escape, para que o possam suportar.
Atos 2:38 (NVI-PT) Pedro respondeu: “Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo

Fonte :Devoções Diárias.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

A RECOMPENSA DA PERSEVERANÇA

“Você é mais valente do que acredita ser, mais forte do que parece e mais esperta do que pensa.” — Christopher Robin (A. A. Milne)
Essa frase me lembrou de uma história que lera fazia pouco tempo sobre um jovem com extraordinária habilidade atlética. Aos dezenove anos, Rafael Nadal já sabia que queria ser campeão mundial de tênis. Em 2005, venceu seu primeiro Grand Slam, subiu para a segunda posição no ranking ATP e tudo indicava que estava a caminho de sucessos ainda maiores.
Entretanto, depois de várias semanas sentindo desconforto no pé esquerdo, ouviu dos médicos que havia nascido com uma rara doença que fazia com que um dos ossos do pé inchasse, causando dores intensas e ameaçando impor um fim abrupto à sua carreira.
A notícia foi um golpe fortíssimo nas aspirações de Rafael que, impossibilitado de andar quanto mais de praticar o esporte que amava, deslizou para o escuro poço da depressão. Passava horas deitado olhando para o nada ou chorando no banheiro. “Eu não ria, não sorria nem queria falar. Perdi todo o interesse pela vida” — revelou tempos depois.
Foi então que o jovem teve de tomar uma decisão determinante: desistir ou avançar. Poderia escolher o caminho mais fácil, abrindo mão das recompensas potenciais da trilha mais difícil, mas, optou por lutar e buscar a vitória, mesmo que não visse nem sentisse nada mais que a derrota. Não foi uma escolha fácil e o problema em seu pé continuou a lhe causar contusões e dificuldades, mas sua determinação foi recompensada e ele se tornou o número um do tênis mundial.
Há momentos em que parece que a vida joga contra nós.
 Sonhos são desfeitos, esperanças destroçadas e nos perdemos em desespero.
 Todavia, mesmo se todas as circunstâncias apontarem para a derrota, podemos escolher viver na vitória, ficar firmes um dia de cada vez, um momento de cada vez e amar de novo, mesmo se tivermos sido feridos.
 E chegará a hora em que emergiremos das noites escuras para um dia brilhante.
1 Pedro 5:7 (NVI-PT) Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.
Tiago 1:19-20 (NVI-PT) Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus.


1 João 4:18 (NVI-PT) No amor não há medo; ao contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo.
 Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor Fonte: Devoções Diárias.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

UMA VISITA AO VALE









Em hebraico, a palavra baca significa “pranto”e nos tempos bíblicos não havia um vale em Israel com esse nome. Figurativamente, todos vamos ao Vale de Baca de vez em quando
. É um lugar de sofrimento, de angústia e de dificuldade; uma área seca, poeirenta e desértica.

O Salmo 84 nos ensina a linda lição de que sempre que passamos por um lugar assim temos a oportunidade de transformar as dificuldades, as decepções, os sofrimento, as provações, ou seja o que for, em bênçãos. 
“Ao passar pelo vale de Baca, faz dele um lugar de fontes; a chuva do outono o cobre de poços. Vão indo de força em força.”

Foi exatamente o que fez um amigo meu, quando ficou seriamente doente.

 Apesar de parecer que havia chegado ao fim de sua vida produtiva, transformou seu Vale de Baca em uma tremenda bênção.
 Fez da sua situação uma fonte da qual passou a fluir maior encorajamento para os outros. 
Deixou seu “Baca” fazer aflorar o que havia de melhor nele, tornou seu “deserto” em um lugar bonito e acolhedor quando buscou o que havia de profundo em seu coração e na Palavra de Deus.
Quando você se firma nas promessas de Deus e confia em Sua bondade, mesmo nas horas de tristeza e angústia, a fé constrói para você e para os outros uma fonte, mesmo que você esteja em um lugar seco e arenoso.
 Nas trevas das adversidades, a fé brilha ainda mais e o eleva acima de suas dificuldades.

Podemos encontrar força para superar nossas circunstâncias porque temos um Deus amoroso e todo-poderoso, e todas as Suas maravilhosas promessas que nos sustentam. “Em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.” Não devemos ficar no vale seco e desolado, ou simplesmente suportar nossas dificuldades.
 Ao nos aproximarmos de Deus e nos firmarmos em Sua Palavra, encontramos muitas fontes de água viva.
Lembre-se disso na próxima vez que se vir atravessando o Vale de Baca.
Salmos 84:6-7 (NVI-PT)
Ao passarem pelo vale de Baca,
fazem dele um lugar de fontes;
as chuvas de outono
também o enchem de cisternas.
Prosseguem o caminho de força em força,
até que cada um se apresente a Deus em Sião.
Romanos 8:37 (NVI-PT) Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.
Salmos 61:2 (NVI-PT) Desde os confins da terra eu clamo a ti, com o coração abatido; põe-me a salvo na rocha mais alta do que eu.

 Fonte: Devoções Diárias.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

O QUE GUÃRDAMOS NO CORAÇÃO

                                        Frase para refletir:       
“O essencial é o que cabe no coração” (Mabel Cristina Dias, em vídeo da internet).
uanto mais pesada estiver a mochila, mais difícil será a caminhada. O mesmo acontece com o que carregamos no “coração”. Coração é um órgão muscular responsável pela circulação sanguínea. Coração também é a parte mais íntima do ser, berço dos sentimentos. Tudo o que é central e essencial é dito como coração. Essencial é tudo que tem núcleo. É o sumo, o miolo de uma coisa, de onde tudo procede, cresce e se sustenta. É aquilo que, aconteça o que acontecer, estejamos onde estivermos, temos que ter em nós ou junto conosco. O que é importante, mas não essencial, a gente carrega também, mas chega o momento em que o importante pode ficar desnecessário.
Em relação ao dinheiro, quando ficamos com medo, por exemplo, ele não nos compra a coragem. Quando ficamos deprimidos ele não nos compra a alegria de viver. Quando estamos doentes o dinheiro compra remédio, paga os médicos e os tratamentos necessários, mas não nos dá a saúde. Quando estamos diante da morte eminente, o dinheiro não nos impede de morrer. O essencial, por sua vez, ainda que tenhamos medo, nos liberta para a coragem para lidar com ele. Ainda que estejamos deprimidos, o essencial nos capacita a prosseguir diante de tudo o que nos oprime e deprime. Ainda que estejamos doentes, o essencial nos encaminha para a cura. E diante da morte, o essencial nos abre para o Mistério dela e nos liberta para o inesperado e desconhecido eterno.
O essencial é guardado no coração, pois o coração sempre foi visto não propriamente como uma bomba de jorrar e receber sangue, mas como aquela instância onde tudo o que é de mais valioso e precioso é gerado, recebido, aprofundado e compartilhado. Em síntese, é o horizonte onde tudo de bom e melhor se dá e se distribui no ser humano. Nele cabe apenas o que é essencial. Ou seja, o que é essencial está no coração. Tudo o mais, inclusive o que é necessário tem apenas passagem pelo coração, bem como o desnecessário. Se o que não é necessário insiste em permanecer no coração ele o danifica e produz acidentes (como o AVC). Uma preocupação, por exemplo, se habita por muito tempo no coração sem ser resolvida, logo, logo, o adoece.
Todo o lixo emocional que quer se fixar no coração, com o tempo o destrói. Tudo o que fica preso ao coração sem data de despejo, põe em risco a saúde corporal, mental, e espiritual da pessoa. O coração não foi feito para coisas pesadas e “aprisionantes” (que levam a prisão) como a falta de perdão e o rancor, pois isso e muito mais são ervas daninhas que o descuido humano deixa nascer, crescer e atormentar o coração, arrancando ou menosprezando nele tudo o que é essencial

O coração é uma instância onde cabem infinitas alegrias, a bondade sem fim, o amor sem medida, a amizade verdadeira, a gratuidade sem explicação, e todas aquelas coisas que são leves, profundas, vitais para o ser humano, isto é, essenciais. Por isso, levemos nele, então, apenas o essencial ou aquilo que não nos pesa no caminho e no caminhar. Pois aquilo que pesa e pressiona o coração, somente o desgasta, o enfraquece, o adoece e o consome.
Pensamento: A graça é um presente de Deus, é um dom recebido através do Pai. Coloque sempre Deus no centro de sua vida. Use seu dom para si mesmo e em benefício do próximo. Use para servir a Deus.




Oração: Pai dái-me sabedoria para eu crescer e me fortalecer cada vez mais na fé. Usa-me em benefício do Teu nome. Amém.Fonte Devocional Diário.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

ATITUDES SIMPLES







                                                                                                            Frase para                           refletir:
“Assim como uma vírgula pode mudar uma frase, uma simples atitude pode mudar uma história” (frase da internet).

Com um simples sorriso muitas portas se abrem.
 Vírgula é um sinal gráfico de pontuação. O uso da vírgula em qualquer texto é um recurso que ajuda a encontrar o sentido do que se quer comunicar.
 Na sua etimologia tem a ver com um traço ou vara que era usado para separar frases para torná-las menos confusas e mais compreensíveis. Ao se separar a frase, estabelecia-se um corte que isolava as frases e proporcionava a quem estava lendo um texto ver com clareza e simplicidade as partes e fazer conexões com o todo. Servia para explicar, ligar e deslocar as frases.http://bit.ly/2xR81RL
Quando se fala, por exemplo, a vírgula serve para estabelecer pausas e respirar. De qualquer forma, vírgula era uma espécie de exercício do escritor e do falante para gerar uma harmonia tipo “Um por todos e todos por um”. Colocada ou isolada de forma inadequada no texto, perdia-se o contexto e ela estabelecia confusão ou uma grande diferença na compreensão do texto e da fala. A vírgula, portanto, é um simples sinal de pontuação que faz toda a diferença na comunicação escrita e oral. Da mesma forma, a atitude. Por simples que seja, estabelece diferença nas relações cotidianas. Um simples bom dia, um sorriso, um “olá”, um “tudo bem?!”, um “Que bom que você está aqui”, já muda o tom da relação. Ou, ainda, um simples “te amo”, ou “como você está melhor” já ajuda. Da mesma forma, faz toda a diferença um simples gesto de indiferença, um “não” dito com ar de superioridade ou menosprezohttp://bit.ly/2xR81RL