sábado, 16 de dezembro de 2017

O QUE SERÁ QUE O ANIVERSARIANTE GOSTARIA?

  

Adoro meu aniversário e tudo que acontece por causa dele, em especial os muitos telefonemas, mensagens de texto, e-mails, congratulações no Facebook e cartões de felicitações que recebo de familiares e amigos. Naquele dia, sou o centro das atenções: saboreio meus pratos prediletos, vou aos lugares de minha preferência, faço o que tenho vontade. De um modo geral, as coisas acontecem como mais gosto. Adoro os mimos de aniversariante.

Sei de alguém que, infelizmente, é cada vez mais esquecido no aniversário. No mundo hoje, grande parte do Natal se reduziu a trabalho, compras e um evento para reunir os parentes. Sem dúvida, o nível de comemoração que toma o ar é elevado —muitas decorações, trocas de presentes, festas e muita agitação —, mas o espírito original do Natal foi grandemente substituído pelas “festas de fim de ano”.

Certa vez, li sobre uma criança que acompanhava sua avó a um shopping no Natal e ficou fascinada com as decorações, com os brinquedos e os muitos papais-noéis distribuídos no lugar. Depois de um tempo olhando tudo aquilo, voltou-se para a avó e perguntou com ingenuidade: “Onde está o Bebê Jesus?”

A pergunta da menina acertou a essência do problema. Em meio a todo o brilho e glamour dos natais modernos, é possível esquecer a razão da época? Quantos lembram que o Natal é o aniversário de Jesus e param para pensar no que Ele gostaria que fizéssemos para comemorá-lo?

Tenho certeza de que Ele reconhece o tempo e o esforço dedicados às decorações, à compra de presentes para os que amamos e tudo mais. Contudo, imagino que ficaria muito feliz se déssemos a Ele um presente de Natal!

Procurando ideias para presentear Jesus pelo dia do Seu nascimento? Considere estas opções:

Diga-Lhe quanto você O ama. É impossível exagerar na dose.

Expresse seu amor à sua família e amigos. Nunca se sabe quem mais precisa ouvir que é amado ou amada.

Ajude os pobres. Estenda a mão em Seu nome e divida com os que mais precisam o verdadeiro espírito de Natal.

Faça as pazes com aqueles de quem você tem mágoas.


Jeremias 29:11 (NVI-PT) Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.

Lucas 1:46-47 (NVI-PT)

Então disse Maria:

“Minha alma engrandece

ao Senhor

e o meu espírito se alegra

em Deus,

meu Salvador,

Mateus 2:2 (NVI-PT) e perguntaram: “Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo”.
Fonte: Devocional Diário.

 


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

ESPERAR NO SENHOR


                                                                                                   Frase para refletir:

                                                              “Espero no Senhor com todo o meu ser, e na sua palavra ponho a minha esperança. Espero pelo Senhor mais do que as sentinelas pela manhã; sim, mais do que as sentinelas esperam pela manhã!” (Salmo 130 (129), 5-6).
Ainda dentro do tempo do Advento, os cristãos se exercitam na atitude cordial e alegre da espera. Esperam no Senhor com todo o seu ser, e na sua palavra. Trata-se de uma espera diferente de qualquer outra espera, pois existem muitas esperas e muitos modos de esperar. Esperamos pelo ônibus e pelo táxi. Esperamos o final do mês para receber o salário. Esperamos a chegada de alguém especial da família, vindo de um lugar distante e que há muito não o víamos. Esperamos o cumprimento das promessas feitas em tempos de eleição. Esperamos a chegada do nascimento de um bebê na maternidade. Esperamos um socorro, uma assistência, uma ajuda, um milagre etc.. Esperamos, enfim, pelo amanhã, pelo futuro, pelo que ainda não é.

A espera cristã no tempo do Advento é diferente. É Espera no Senhor. Não é a espera numa esperança. Nem tampouco diz respeito a uma espera pelo Senhor que vem um dia de um longínquo lugar e de um tempo futuro. Esperar no Senhor é já esperar Nele aqui e agora. Ele está no meio de nós. Esperar Nele é esperar para ver e experimentar o que Ele vai fazer. Como alguém que observa para aprender. Ao esperar Nele, aguardamos sua manifestação, o vir a ser de sua presença e de sua vontade em nós de uma forma mais real, mais forte, mais viva, mais plena e mais eficaz. Isso porque em geral obscurecemos sua presença em nós e no nosso modo de viver.

Esperar Nele é esperar em sua palavra, isto é, é ir deixando sua Palavra operar em nós com toda sua força e sabedoria até nos tornar semelhantes a Ele, sendo filhos como Ele é Filho. E só podemos ser filhos como Ele se Ele nos ensinar e mostrar. Esse modo de ser Filho, Ele nos revelou e nos ensina sempre de novo pela sua Palavra. Ao dar ouvido a Ela e esperar nos ensinamentos que ela produz, começa em nós o processo de surgimento e de revelação dos filhos de Deus. Daí ser uma espera cheia de atenção e dedicação, tal qual uma sentinela durante a noite aguardando a aurora.

A sentinela bíblica é alguém que não apenas espera e está atento as perigos ameaçadores que se aproximam do povo, mas é a atitude de cuidado de quem guarda algo precioso para não perdê-lo. Mais ou menos como diz o Salmo 127: “Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela”. No caso do Advento como atitude de espera da sentinela, é permitir que o Senhor mesmo nos guarde e nos construa no bem de Deus. É esperar que Ele como sentinela guarde sua cidade que somos nós enquanto edificação divina. Edificação divina na bondade, na alegria, na fraternidade, na justiça, na liberdade, na misericórdia, na ternura e no amor. Pois se não for Ele a edificar tudo isso em nós, em vão trabalhamos, em vão esperamos.

"Se convém gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza." 2 Coríntios 11:30

 

Pensamento: O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza. Paulo não era fraco, lembre-se tudo que ele enfrentou e como continuou a servir o Senhor. Mas ele sabia que mesmo com todo o seu treinamento e talento, ele não era habilidoso, inteligente ou forte o suficiente para fazer tudo que precisava ser feito a favor do Reino de Deus. E ele sabia que quando reconhecemos a nossa insuficiência, Deus transforma as nossas fraquezas e as usa poderosamente quando nos oferecemos a Ele

 

Oração: Querido Pai Celestial, obrigado por todas aquelas vezes em que o Senhor me fortaleceu quando estava sofrendo uma tribulação, deu-me sabedoria na hora da situação difícil ou me capacitou quando enfrentei situações e oportunidades maiores do que a minha habilidade conseguia realizar. Reconheço que o Senhor me salvou pela graça; mas cada dia em que Lhe sirvo sou lembrado de novo de que a sua graça continua a me impulsionar através do meu serviço ao Senhor. Obrigado, em nome de Jesus. Amém

Fonte: Devocional Diário.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

O BRILHO DE DEUS QUE VEM

              
Frase para refletir:

 

                    Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra” (Salmo 85 (84), 10).
 
 
 
 
 
 
 
¨No início da Era Contemporânea uma proclamação de Nietzsche de que “Deus está morto” abalou a fé de muitas pessoas (e abala até hoje), ainda que ele estivesse falando, ecoando, e sintetizando a visão do modo como muitos o liam, sentiam e experimentavam a sua relação com Deus no início nessa época. Ao mesmo tempo, em decorrência dos sofrimentos causados a tantas vítimas inocentes na Primeira e Segunda Guerra Mundial, a pergunta que muitos levantaram e que ainda permanece é: “Onde está Deus?”. Isso virilizou como uma espécie de dúvida que ainda questiona até hoje sobre a existência ou não de Deus neste mundo. A questão e a dúvida, no entanto, não compreendem o Deus da Fé e a Fé no Deus da tradição religiosa, de modo particular, do Ocidente (Cristãos, Judeus e Muçulmanos).

Entre os Cristãos ainda mais, pois esses proclamam a Fé em um Deus encarnado na História. Essa Fé de que Deus está presente e atuante na História vem do Antigo Testamento e se plenificou no Novo Testamento com a vinda de Jesus no anúncio do Natal. Ele, de certa forma, ecoa os anúncios e promessas feitas no Antigo Testamento, como este do Salmista que diz que “Está perto a salvação dos que o temem”. Ele está perto, mas nem sempre é percebido como é e como age. Parafraseando é mais ou menos parecido com a história do casal em que a esposa teve um acidente e ficou com o semblante todo deformado. Ela ficou em coma e quando voltou do coma ficou sabendo que o marido ficara cego. Assim, os dois viveram muitos anos juntos. Ela “feia”, e ele cego. Quando ela morreu, descobriram que ele não era cego, mas fingira-se de cego para não deixar a esposa constrangida quanto ao seu acidente que deformara seu rosto. Na verdade, com Deus é a mesma coisa. Ele sempre esteve; sempre está e sempre estará conosco como salvação.

Por vezes, Ele se disfarça; se esconde, e dá a impressão de que não vê, não ouve, e não sabe nada a nosso respeito. O faz não como alguém que nos ignora, mas como quem ama. Não quer ser autoritário e nem invasivo. A questão de achar que Ele não nos vê, não nos ouve ou ignora é da nossa parte. Trata-se de nossa percepção e de nosso sensor de fé que é fraco e muito gasto. Os que o temem, o ouvem, o sentem, e o vêem, experimentam dia a dia o modo de sua presença e de sua salvação. Temer aqui nada tem a ver com medo, mas com um modo reverente e cuidadoso de deixar ser o outro, sem forçá-lo a ser como se deseja e espera. Esse modo de ser é respeitoso, livre, e jamais invasivo. Ele percebe e sente a proximidade do outro, ainda que o outro permaneça em silêncio e, aparentemente, “distante”.

 

É assim que os Cristãos percebem e se relacionam na Fé com a presença de Cristo e a sua salvação em suas vidas e na História. No Advento esperam nessa presença. Curtem e repercutem, temem e anseiam por sua manifestação no cotidiano banal de suas vidas e de toda a criação. E quando é Natal, se alegram e celebram o brilho e a manifestação dessa presença na nossa carne, na nossa humanidade. Esse brilho da presença do divino em Jesus Cristo em nós se chama Glória. Essa Glória é o brilho de Deus em seus amados filhos e filhas. Essa Glória habita em nossa terra. Terra é cada um de nós, pois foi do pó da terra que o homem foi criado (Gênesis 2,7). E foi nesta terra que Deus quis fazer tenda na sua encarnação. Então, podemos com toda confiança proclamar com o salmista, que a salvação (Jesus Cristo) está próxima dos que temem a Deus, e que sua Glória habita em nós, sua Terra Natal
Fonte: Meditação Diária

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

UMA NOVA REALIDADE PARA TODOS

                                                                             
                                                                    
                                                                
Frase para refletir:

                                 “A criação geme e sofre em dores de parto até agora e nós também gememos em nosso íntimo esperando a libertação” (Carta de São Paulo aos Romanos 8, 18-23).
 
 
 
O advento em que os Cristãos esperam é uma forma de gravidez espiritual, à semelhança de uma mulher grávida, que já portam em seu seio a realidade que esperam. Nessa gravidez, o futuro já está presente, e o presente já preconiza o futuro. No íntimo de cada um que vive essa espera, há um gemido de dor e alegria pela expectativa do que já é e do que virá. É um gemido não de desespero e agonia, mas de desejo que tudo se cumpra, conforme foi gestado e prometido, pois o que foi gestado e prometido é que constitui a fonte de alegria e libertação para quem espera.
Os Cristãos que gestam a Palavra de Deus em sua alma, em seu espírito, e em seu coração, anseiam profundamente por essa libertação e alegria que se dá através de um novo nascimento a cada natal. Nascimento de um novo ser que são eles mesmos em Cristo, e de Cristo neles. E em Cristo, por Cristo e com Cristo, anseiam, também, pela renovação de tudo o que existe. Ou seja, desejam não apenas serem criaturas novas, mas desejam ardentemente que tudo no Universo se torne novo a partir daquele que tem o poder de tornar novo tudo o que existe.
Nessa renovação e recriação pode ser inclusa aqui as famílias, a sociedade civil, o mundo com tudo o que nele existe, e toda a criação com suas criaturas. Para ser novo, tudo e todos precisam, de certa forma, serem gestados a partir daquilo ou Daquele que é o único que pode tornar novo e nova todas as coisas. Eis a razão pela qual toda a criação geme e sofre em dores de parto até agora esperando a libertação. Essa libertação vem e se instaura no mundo; vinda a todos os homens e mulheres que foram nascidos e renascidos em Cristo Jesus, ou melhor, que se abriram à sua mensagem salvadora e libertadora, estando unidos a Ele. Tudo no mundo e no Universo inteiro espera o momento dessa revelação dos Filhos de Deus em Jesus Cristo, dos nascidos Nele, por Ele e para Ele, por obra do Pai com Seu Espírito Santo. Assim sendo, o Natal cristão é a festa dessa manifestação que vem de uma gravidez e de um parto, ora sofrido e gemido por causa das resistências a esse nascimento, ora feliz e jubiloso, por causa daquilo que traz consigo em benefício de um novo tempo e de uma nova realidade para todos os que anseiam por libertação
"Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece." Filipenses 4:12-13
 
Pensamento: A vida é cheia de altos e baixos. Muitas coisas que consideramos preciosas podem ser tocadas pela morte, desastre e deterioração. O que temos que é certo? Em quem podemos ter segurança? Aonde achamos o poder para viver vitoriosamente em tempos bons e difíceis? No Senhor que nos dá força!
 
Oração: Ó Senhor Deus, Pai de toda criação, confesso que minha vida e as circunstâncias nas quais tento viver estão além da minha habilidade de controlar. Agradeço-lhe por estar presente para me confortar, proteger, guiar e dar poder para encarar cada situação com confiança e segurança. Pelo fato de o Senhor estar comigo, ó Pastor amoroso, sei que terei tudo que preciso para viver vitoriosamente para o Senhor, até o dia em que vou compartilhar da sua glória junto ao Senhor Fonte: Devocional Diário.
 
 
 
 
 


 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

A GRAÇA DE ADVENTO


 
 
 
 
                                                             
                                                                     Frase para refletir:
 
 
 
“Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a 
Tempo de advento é aquele onde os cristãos se “engravidam” da Palavra de Deus para gerarem o Cristo em suas vidas e em seu testemunho. O Natal é fruto pessoal e coletivo, ou melhor, comunitário dessa experiência naqueles que professam essa fé. O testemunho dessa experiência se expressa em palavras, em gestos, e em símbolos. No entanto, ocorre de uns tempos para cá de muitos cristãos se encolherem e se intimidarem nas suas expressões espirituais e materiais do Natal, por causa da guerra declarada que se tem feito ao seu credo, à sua fé, aos seus valores, e aos seus símbolos.
Se em tempos anteriores as casas e cidades eram iluminadas com enfeites natalinos: luzes, árvores, presépios, cruzes etc., para expressar sua ligação com o divino, com as verdades bíblicas e as tradições religiosas de séculos e milênios, agora aos poucos isso vai silenciando e se apagando notoriamente. Tal silêncio, às vezes, parece refletir medo e vergonha de expressar sua fé por meio de símbolos religiosos e culturais. Além disso, atrás de tudo está uma perseguição que se implantou em todas as épocas históricas, mas, hoje, particularmente, aos cristãos. Perseguição ora explícita, ora camuflada, nas redes sociais e em muitos países onde os cristãos são a minoria.
A perseguição que um dia se fez em Jesus Cristo, e que o levou ao madeiro da Cruz, agora se renova nos cristãos, cumprindo-se a voz da profecia: “Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós”.
 Essa perseguição se faz em forma de ataques aos valores cristãos nos bastidores da política e das redes sociais. De forma direta nos recintos das famílias, e aos jovens e crianças. Enquanto os cristãos defendem os valores da família, e o direito dos fetos, das crianças, dos jovens, das mulheres e dos pobres, uma avalanche de críticas e maledicência é lançado sobre eles. Como se defender o direito à vida fosse um crime. Nesse ritmo, chegará o dia em que se proclamar cristão será pedir para cavar a própria sentença de morte, assim como Cristo.
Aliás, não há que esperar menos, pois o cristão já na raiz de seu nome leva a semelhança e as características do nome de seu mestre, fazendo valer o dito de tal mestre, tais discípulos. A perseguição, porém, por mais cruel e sutil que seja, deve levar os cristão a darem testemunho da verdade, do amor e da liberdade dos filhos de Deus, tal qual o fez seu mestre. Por isso, ainda que em pequenos símbolos e gestos caçados, banalizados, e ridicularizados por tantos, o cristão é chamado a dar testemunho em meio à perseguição, pois é, também, de dentro desse contexto que ele renova em si o sentido da celebração natalina, que é o da sua identificação com Cristo em tudo.
Talvez, toda a rejeição aos cristãos do passado e de hoje, e aos seus símbolos religiosos, sejam apenas mais uma amostra e uma provocação para que eles se identifiquem ainda mais ao Cristo que seguem incondicionalmente. A esse Cristo que no nascimento e na morte não encontrou lugar e acolhida entre aqueles que simbolicamente vivem entre os muros da cidade, mas fora dele. Pois estar dentro dos muros é, nesse sentido, estar fechado em si mesmo, barrando a ação da graça de Deus
"E quarenta dias foi tentado pelo diabo, e naqueles dias não comeu coisa alguma; e, terminados eles, teve fome. E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão. E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus." Lucas 4:2-4
 
Pensamento: Jesus esteve 40 dias no deserto, e o tempo todo foi tentado pelo diabo, mas somente quando teve fome, o diabo deu a sua maior investida. O inimigo é assim, ele espera a hora certa para atacar, geralmente no momento de maior fraqueza da nossa carne. Sua estratégia é basicamente desafiar nossa capacidade, nos incentivando a usar os recursos que temos disponíveis no momento para uma solução imediata dos problemas... No entanto, sua intenção é desviar nosso olhar das conseqüências, seu objetivo é nos conduzir ao erro mostrando um caminho aparentemente mais curto, mais que no final nos desviará do propósito do Senhor.
 
Oração: Pai querido, dá-me olhos atentos e vigilantes para as armadilhas do inimigo, ajuda-me a identificar as estratégias do inimigo, para que eu não venha me desviar dos caminhos do Senhor. Ensina-me a vencer as tentações, através da oração e do jejum que me conduzem a santificação. Derrama seu Espírito sobre mim, para que eu esteja cada dia mais afastado das obras da carne. Eu oro em nome de Jesus. Amém.Fonte: Devocional Dário.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O profeta Isaías e vinda do Senhor




Frase para refletir:

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça” (Profeta
Isaías 41,10).
 
 

 

 

 

Isaías se tornou profeta depois de uma visão que teve do trono de Javé e nesta visão um anjo coloca em sua boca brasas oriundas do altar para purificar sua boca e assim poder anunciar as coisas de Deus (Javé). Depois uma voz ordena que ele anuncie a todo o povo conforme a inspiração Divina. O tempo era de perseguição. Nos primeiros capítulos ele denuncia que muito do que está ocorrendo é consequência das transgressões e pecados do próprio povo. Na segunda parte anuncia a esperança pela vinda do Messias (um servo sofredor). Isaías nos faz pensar em nossas transgressões, e pedir perdão por elas e assim nos prepara para a vinda do Messias Jesus, que veio e vem em todo o Natal para nos confortar.

"E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus." Filipenses 4:7

 

Pensamento: A paz de Deus !!! Só de pensar, da pra imaginar que não é uma paz qualquer, é a paz de Deus !!! E se ela excede todo o entendimento, então significa que está acima do que somos capazes de imaginar. E a promessa é, que esta paz, guardará nosso coração, que são as emoções, e nossa mente, que são nossos pensamentos. Por isso devemos crer e pedir a Deus para que tudo aquilo que causa transtorno em nossas emoções e pensamentos sejam afastados de nós, pois não estão de acordo com Sua palavra.Oração: Senhor Deus, obrigado por esta promessa, mas gostaria de dizer que muitas vezes isso não tem se cumprido em minha vida. Nem sempre Sua paz está presente no meu coração e na minha mente. Então peço em nome de Jesus, que por favor o Senhor faça cumprir Sua Palavra, e afaste de mim todo pensamento e todo sentimento que têm me causado opressão, tristeza, desânimo e angustia. Eu oro em nome de Jesus. Amém

Fonte: Devocional Diário.                                                 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

EXERCICIO DA ESPERA

Frase para refletir:
“O que prevemos raramente ocorre; o que menos esperamos geralmente acontece” (Benjamin Disraeli, político e escritor britânico, 1804 – 1881).
O Tempo do Advento, em preparação ao Natal cristão, é entendido como tempo de espera.
 É uma espera serena e confiante nas bases da Fé. Espera-se o inesperado. Daí, o preceito da vigilância, pois tudo acontece como dádiva, como surpresa e como presente. Presente enquanto uma presença que vem a nós. Vem a nós não porque está distante ou fora de nós. Mas, porque irrompe em nós quando menos esperamos. Essa irrupção não depende de nossas prevenções e cálculos. Na dimensão da Fé, o cálculo e a prevenção mais atrapalham do que ajudam. Trata-se da graça de um encontro que já se deu na História, que sempre se dá e sempre se dará naqueles que vivem nessa e dessa dimensão da Fé.
Tal encontro se renova a cada Natal. É o encontro com o Deus que se faz humano e nos irmana e humaniza. Para estar na graça desse encontro, o mais importante não é o que fazemos, mas o não fazer nada, apenas receber. Só que para receber precisamos fazer muito, visto que em nós, comumente, a capacidade de recepção está ofuscada e oprimida pelos cálculos, pela impaciência, pela pressa, pelos muitos afazeres que anuviam o Divino em nós. Sobretudo, pelos tantos conceitos, preconceitos, compreensões e incompreensões acerca do Divino em nós, na história e no universo. Todas essas coisas fazem com que saibamos muito sobre Deus, mas nada acerca de Deus. Fazem com que tenhamos um modo de ser que precisa saber e controlar tudo, até o saber e o não saber sobre quem é Deus e quem Ele não é. Controlar como ele pensa, sente, age etc.. E quando nada disso se encaixa em nossos cálculos, o ateísmo, a indiferença, a revolta, o ódio e até a perseguição religiosa a si mesmo e aos outros, sob tantas formas e requintes, se instaura no mundo.
Dessa forma, passamos a rejeitar e a condenar toda e qualquer forma de expressão religiosa no mundo que aponte ou expresse o Divino. O Advento que nos prepara para o Natal cristão é sempre de novo essa graça e esse desafio de nos desnudar desse modo calculista, frio e controlador de lidar com a Fé e a não fé, deixando ser o que o Divino é, não o que queremos que seja, pois na história, todas as vezes que tentamos controlar o Divino em nós e fora de nós, incorremos em idolatria, guerras, dogmatismos e fundamentalismos religiosos e ateus, jamais em Fé ou religiosidade.
O Advento é um convite ao exercício da espera, jamais ao controle. Esperar para receber. E para receber a melhor atitude é aguardar o inesperado, pois como diz Paulo em I Coríntios 2,10-11: “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus”. No Advento tenhamos essa docilidade e abertura ao Espírito, para receber em plenitude essa revelação sempre antiga e sempre nova da Boa Notícia da Palavra de Deus. Essa Boa Notícia abre nossos olhos, nossos ouvidos, nosso coração e todo o nosso ser para compreender e amar a nós mesmos, o outro, a vida, o mundo, enfim, tudo o que existe, na sua verdade e profundidade maior.
O inesperado disso é que não vem de nós mesmos, mas de uma revelação aos que se colocam na atitude de receber. Receber o que já aconteceu, acontece e acontecerá sempre a cada Natal. Será que não está aí o desafio de expectativa ao inesperado para o qual nos encaminha o tempo do Advento? Isto é, o de deixar ser a realização das palavras bem cunhadas de I João 3,2 quando diz: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos”. O Advento nos prepara para essa visão e realização que está fora de nosso controle. É pura graça de um encontro e reencontro natalino.
Fonte: Meditação Diária



 
 


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

VONTADE DE DEUS

                                              
Frase para refletir:

“Eis a serva do Senhor, cumpra-se em mim a tua Palavra” (Evangelho de Lucas 1, 38).

 A “Palavra” se fez existência. Essas palavras do Evangelho foram proclamadas por Maria, a mãe de Jesus, por ocasião do anúncio do anjo de que ela seria a mãe do Salvador. Ela se dispõe a ser serva do Criador para que através dela a Palavra Divina assuma forma humana. Ou, melhor, a Palavra Divina encontra em seu corpo, em sua alma, em seu coração, em seus pensamentos, em seus sentimentos, em seu útero, um espaço para se cumprir. Cumprir é no sentido de encher, preencher e satisfazer. Satisfazer enquanto chegar a um fazer que baste, e onde tudo está repleto, pleno, no ponto, sem tirar e nem acrescentar mais nada. A Palavra que deseja chegar ao seu pleno cumprimento é mais do que um som que procede da boca de Deus. É o próprio Ser de Deus se doando para preencher e satisfazer tudo o que se encontra insatisfeito e carente de plenitude, pois nada neste mundo é capaz de satisfazer e “plenificar” (tornar pleno, completo) as criaturas a não ser o Criador Ele mesmo.

É nesse sentido, que Santa Tereza D’Ávila dizia que “Quem a Deus tem; Nada lhe falta: Só Deus basta”. Colocar-se à disposição, de forma livre e aberta a essa Palavra, é o trabalho do servo. Servo não enquanto aquele que faz por obrigação e por imposição, mas por gratidão e reconhecimento da grandeza e do Poder dessa Palavra. O servo, no caso, cuida e se empenha ao máximo para que a Palavra se cumpra em sua vida com toda a sua força de penetração e realização. Cuida se esforçando para que tudo o que é obstáculo e resistência á ação e cumprimento da Palavra em sua existência sejam desobstruídos e afastados. Entra, assim, num movimento de despojamento a tudo o que possa constituir um “emudecimento” (silêncio) ou amordaçamento da Palavra. O tempo do advento que prepara os Cristãos para o Natal, é por excelência, tempo de escuta atenta e abertura à Palavra de Deus, à sua ação plena aos que creem no cumprimento de suas promessas.

E a Palavra de Deus não é apenas um livro ou um texto Sagrado. Ela é Pessoa. A Pessoa do Filho de Deus, do Verbo encarnado, que veio cumprir a Vontade do Pai. Da mesma forma, a Palavra de Deus se realiza em nós quando a Vontade do Pai é cumprida. Vontade do Pai aqui não deve ser entendida como fazer o que Deus quer, mas ter em nós a Vontade que Deus, o Pai, tem. Jesus é aquele que mostrou para nós o que é a Vontade de Deus, ou melhor, o modo como a Vontade do Pai é e atua. Uma vez que a Vontade do Pai é o que Ele tem de melhor (como alguém que tem vontade de ser o maior especialista em tecnologia no mundo, e não pode fazer isso sem o uso da vontade), então, ter a Vontade de Deus em nós é sempre buscar realizar o melhor que há em todos os sentidos, a partir da vontade. Tempo de Advento é o treino que fazemos em nós mesmos para aprender a realizar a Vontade de Deus. Essa Vontade se cumpre em nós pelo exercício da escuta e do deixar cumprir-se em nós a Palavra de Deus, assim como o fez Maria. O fazemos nos tornando servos da Palavra, estando sempre à disposição de suas exigências e de sua manifestação. Quem sabe dessa boa disposição à Palavra, algo como uma gestação, como um novo princípio capaz de inaugurar, de dar sentido, de conduzir, de preencher e plenificar toda a nossa existência, então se faça. Esse princípio e fim de nossa existência é que no tempo do Advento é gestado nos servos e servas de Deus como o Filho muito amado de Deus, Jesus Cristo. Ele é a Palavra que se cumpre em nossa humanidade Devocional Diário.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

PALAVRAS E AÇÕES


                      Frase para refletir:

Como belas flores, com cor, mas sem aroma, são as palavras doces para aqueles que não agem de acordo com elas” (Sidarta Gautama, o “Buda”, monge hindu, 563-486 a.C.).

 

 

 

Se só falássemos aquilo que fossemos capazes de fazer, haveria menos palavras e mais ações. Quando ouvimos os discursos proferidos em plenários políticos, pensamos logo; aí sim temos um político honesto que se interessa pelo bem comum e luta pela justiça. Mas quando são revelados os bastidores deste grande “teatro”, vemos compra de votos, negociação de favores, distribuição de cargos e etc. Suas palavras são bem diferentes de suas ações. O mesmo acontece na vida cotidiana quando dizemos uma coisa e agimos de modo diferente. Assim, antes de falar, pense bem se vai cumprir, é melhor falar menos e agir mais, do que falar bonito de nada fazer   Fonte: Meditação Diária.

 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

DEUS EM VOCÊ


Todos precisamos ter fé em nós mesmos, acreditar que Deus está em nós e que pode nos usar. Como Deus se associa a indivíduos para realizar Seu trabalho, devemos crer em nossa capacidade, em Sua habilidade de trabalhar por nosso intermédio. Devemos ousar tentar e isso significa permitir que Deus tente através de nós.
Somos fracos e cheios de defeitos, mas nosso Deus é invencível. Somos vasos de barro, mas quando Lhe entregamos nossas vidas e corações, Ele se torna um conosco e pode trabalhar por meio de nós. “O povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e fará proezas.”

Deus quer que sejamos humildes e dependentes dEle, confiantes no Seu poder e habilidade de nos usar para Sua glória, mesmo quando nos sentimos incapazes. Dê a Deus a glória e acredite que você é capaz de realizar Sua vontade, pois Ele pode fazer isso por seu intermédio. “Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade.”

Estes são alguns pensamentos sobre esse tema:
● Ter fé em si próprio é uma combinação de confiança em Deus e em Sua infalibilidade, com a fé para agir com base nessa confiança.

● É preciso humildade para reconhecer a própria incapacidade e, ao mesmo tempo, a capacidade de Deus de fazer por seu intermédio o que for necessário. “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.”

● Esse tipo de fé permite que a força de Deus se aperfeiçoe na sua fraqueza.

● É fé que ignora os limites. É deixar Deus determinar o que você pode fazer.

Com certeza, independentemente de quanta fé tenhamos, nem tudo na vida será isento de problemas nem vamos voar em céu de brigadeiro todo o tempo. Deus estará sempre ao nosso lado, mas teremos de lutar e não vai ser pouco. Porém, por mais renhida que seja a batalha e por mais mudanças que tenhamos de fazer, sabemos que venceremos. Jesus nos disse: “Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê.”

Vamos cultivar uma atmosfera de fé em nossas vidas — acreditar, ter esperança e contar com o melhor. Cultivemos a fé que sabe que Deus nunca falhará, que sempre cuidará de nós e que honrará as promessas na Sua Palavra.


Filipenses 2:13 (NVI-PT) pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele.

2 Coríntios 12:9 (NVI-PT) Mas ele me disse: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim.

Marcos 9:23 (NVI-PT) “Se podes?”, disse Jesus. “Tudo é possível àquele que crê.”Fonte: Devoções Diárias.