quinta-feira, 9 de novembro de 2017

A MAGÍA DO PERDÃO


Agradeci-Lhe por me mostrar que precisava ter misericórdia com minha mãe, pois eu também precisava da misericórdia dos outros. Muitas vezes, falhei às outras pessoas e as magoei, mas Jesus nunca deixara de me amar e esperava o mesmo de mim. Chorei ao pensar nos anos de proximidade que minha mãe e eu poderíamos ter tido e quanto ela deve ter sofrido por isso.

Jesus disse aos Seus seguidores: “De graça recebestes, de graça dai.” “Sede misericordiosos, assim como o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados. Não condeneis, e não sereis condenados. Perdoai, e perdoar-vos-ão. Dai, e dar-se-vos-á. Boa medida, recalcada, sacudida e transbordante, generosamente vos darão. Pois com a mesma medida com que medirdes vos medirão também.”

Ele também nos ensinou a orar: “Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam.” Eu havia recebido perdão e agora precisava compartilhar essa dádiva com minha mãe.

Quando voltei a vê-la, eu estava mudado e isso pareceu ter um efeito nela. Preparou uma refeição deliciosa, falou-me de suas receitas prediletas e relembramos bons momentos. Desde então, conversar com minha mãe tem sido como reencontrar uma boa amiga e deixar os assuntos em dia. O caminho do perdão parece difícil no início, mas quanto mais viajamos por essa estrada, mais suave ela se torna. Agora posso falar aos outros da magia do perdão, porque a vivenciei.


Mateus 10:8 (NVI-PT) Curem os enfermos, ressuscitem os mortos, purifiquem os leprosos, expulsem os demônios. Vocês receberam de graça; dêem também de graça.

Lucas 6:36-38 (NVI-PT) Sejam misericordiosos, assim como o Pai de vocês é misericordioso.
“Não julguem, e vocês não serão julgados. Não condenem, e não serão condenados. Perdoem, e serão perdoados. Dêem, e lhes será dado: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês. Pois a medida que usarem também será usada para medir vocês”.

Mateus 6:12 (NVI-PT) Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores.
Fonte: devoção : Diária

 

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

PENSAMENTO PROVOCADOR


Recentemente, deparei-me com um versículo bíblico que já havia lido, ouvido e até citado centenas de vezes, mas meditar nele, pensar em suas aplicações práticas e na enormidade das consequências que poderiam advir se eu escolhesse ignorá-lo me ajudou a perceber mais amplamente sua importância.
Mateus 6:14–15 diz: “Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Porém se não perdoardes aos homens suas ofensas, também vosso Pai celestial não perdoará as vossas.”
A passagem deixa claro que tanto perdoar quanto não perdoar tem um efeito direto no nosso relacionamento com Deus.
Sobre o mesmo tema, algumas páginas depois, encontramos uma pergunta feita por Pedro, que recebe uma resposta óbvia: “Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe respondeu: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” Esse número tão alto, 490, serve para enfatizar que ninguém deve se sentir no direito de parar de perdoar.
Para esclarecer ainda mais a questão, Jesus fala de valores bem elevados ao contar a história de um rei que queria fazer o acerto com seus servos ou súditos:
Um servo do monarca lhe devia dez mil talentos. Como um talento equivale a 57 quilos, a dívida era de 570 toneladas de, provavelmente, prata ou ouro. Se fosse prata, em valores de hoje, o homem devia R$ 900 milhões; no caso do ouro, cerca de R$ 57 bilhões — em qualquer época, valores enormes. Como o devedor não tinha como pagar, o rei ordenou a venda do servo, de sua esposa, dos filhos do casal e de todos os bens da família. O homem implorou ao rei por paciência e este, com pena, perdoou a dívida.
Pouco depois, o que fora perdoado encontrou alguém que lhe devia cem denários — menos de cinco mil reais. Infelizmente, não houve perdão para essa dívida e o credor mandou que o inadimplente fosse preso.
Quando o rei ficou sabendo, chamou o servo e lhe disse:
“Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu igualmente compadecer-te do teu companheiro, como também eu me compadeci de ti? Assim, encolerizado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse tudo o que devia.”
Jesus conclui a história com uma afirmação alarmante: “Assim vos fará também Meu Pai celeste, se de coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.”
Às vezes, intencionalmente ou não, os outros pecam contra nós ou nos magoam. Infelizmente, fazemos o mesmo. Independentemente das ofensas que sofremos, nosso dever é perdoar, mesmo quando somos enganados, tratados injustamente, roubados, caluniados e trapaceados.
Perdoar não é aprovar o que a outra pessoa fez nem significa que as perdas que sofremos foram reparadas, mas em vez de insistirmos em definir quem está certo e quem está errado, escolhemos deixar o assunto e suas repercussões nas mãos de Deus. É a escolha do perdão.
Todos pecamos e estamos aquém da glória de Deus. Como o servo que se recusou a perdoar, temos uma dívida enorme e impagável com Deus. Por meio de Jesus, Ele perdoa nossa dívida, mas também nos chama para, na mesma medida, perdoarmos os demais.
Cria certo desconforto pensar que, se não perdoarmos os que pecam contra nós, Deus não nos perdoará quando pecarmos contra Ele. Mas esse pensamento também traz a promessa de que, por concedermos perdão aos outros, Deus nos dará o dEle. Se formos misericordiosos, receberemos misericórdia. Quem perdoa, é perdoado.
“Portanto, como eleitos de Deus, santos e amados, revesti-vos de compaixão, de benignidade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.”
Romanos 3:23 (NVI-PT) pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus,
Marcos 11:25 (NVI-PT) E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados.
Colossenses 3:12-14 (NVI-PT) Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito.
"Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes." 1 Coríntios 1:27
 
Pensamento: A fé do cristão o leva a fazer coisas que parecem loucura aos olhos humanos. Mas Deus usa essas coisas para revelar Seu poder transformador e quando o milagre acontece Sua glória se manifesta no nosso meio. Deus enxerga além das aparências e das circunstâncias. Por isso, mesmo que aos nossos olhos seja impossível, para Deus basta uma palavra e o milagre acontece.
 
Oração: Senhor Deus perdoa pelas vezes que olhei para mim mesmo, para minha própria capacidade e pensei que iria te servir apenas com minhas forças. Sem o Senhor eu não sou nada, mas através do Seu poder eu posso todas as coisas. Ajuda-me entender Suas promessas para minha vida. Eu oro em nome de Jesus. Amém .
Fonte: Devocional Diário.


PENSAMENTO PROVOCADOR


Recentemente, deparei-me com um versículo bíblico que já havia lido, ouvido e até citado centenas de vezes, mas meditar nele, pensar em suas aplicações práticas e na enormidade das consequências que poderiam advir se eu escolhesse ignorá-lo me ajudou a perceber mais amplamente sua importância.
Mateus 6:14–15 diz: “Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Porém se não perdoardes aos homens suas ofensas, também vosso Pai celestial não perdoará as vossas.”
A passagem deixa claro que tanto perdoar quanto não perdoar tem um efeito direto no nosso relacionamento com Deus.
Sobre o mesmo tema, algumas páginas depois, encontramos uma pergunta feita por Pedro, que recebe uma resposta óbvia: “Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe respondeu: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” Esse número tão alto, 490, serve para enfatizar que ninguém deve se sentir no direito de parar de perdoar.
Para esclarecer ainda mais a questão, Jesus fala de valores bem elevados ao contar a história de um rei que queria fazer o acerto com seus servos ou súditos:
Um servo do monarca lhe devia dez mil talentos. Como um talento equivale a 57 quilos, a dívida era de 570 toneladas de, provavelmente, prata ou ouro. Se fosse prata, em valores de hoje, o homem devia R$ 900 milhões; no caso do ouro, cerca de R$ 57 bilhões — em qualquer época, valores enormes. Como o devedor não tinha como pagar, o rei ordenou a venda do servo, de sua esposa, dos filhos do casal e de todos os bens da família. O homem implorou ao rei por paciência e este, com pena, perdoou a dívida.
Pouco depois, o que fora perdoado encontrou alguém que lhe devia cem denários — menos de cinco mil reais. Infelizmente, não houve perdão para essa dívida e o credor mandou que o inadimplente fosse preso.
Quando o rei ficou sabendo, chamou o servo e lhe disse:
“Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu igualmente compadecer-te do teu companheiro, como também eu me compadeci de ti? Assim, encolerizado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse tudo o que devia.”
Jesus conclui a história com uma afirmação alarmante: “Assim vos fará também Meu Pai celeste, se de coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.”
Às vezes, intencionalmente ou não, os outros pecam contra nós ou nos magoam. Infelizmente, fazemos o mesmo. Independentemente das ofensas que sofremos, nosso dever é perdoar, mesmo quando somos enganados, tratados injustamente, roubados, caluniados e trapaceados.
Perdoar não é aprovar o que a outra pessoa fez nem significa que as perdas que sofremos foram reparadas, mas em vez de insistirmos em definir quem está certo e quem está errado, escolhemos deixar o assunto e suas repercussões nas mãos de Deus. É a escolha do perdão.
Todos pecamos e estamos aquém da glória de Deus. Como o servo que se recusou a perdoar, temos uma dívida enorme e impagável com Deus. Por meio de Jesus, Ele perdoa nossa dívida, mas também nos chama para, na mesma medida, perdoarmos os demais.
Cria certo desconforto pensar que, se não perdoarmos os que pecam contra nós, Deus não nos perdoará quando pecarmos contra Ele. Mas esse pensamento também traz a promessa de que, por concedermos perdão aos outros, Deus nos dará o dEle. Se formos misericordiosos, receberemos misericórdia. Quem perdoa, é perdoado.
“Portanto, como eleitos de Deus, santos e amados, revesti-vos de compaixão, de benignidade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.”
Romanos 3:23 (NVI-PT) pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus,
Marcos 11:25 (NVI-PT) E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados.
Colossenses 3:12-14 (NVI-PT) Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito
""Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes." 1 Coríntios 1:27
 
Pensamento: A fé do cristão o leva a fazer coisas que parecem loucura aos olhos humanos. Mas Deus usa essas coisas para revelar Seu poder transformador e quando o milagre acontece Sua glória se manifesta no nosso meio. Deus enxerga além das aparências e das circunstâncias. Por isso, mesmo que aos nossos olhos seja impossível, para Deus basta uma palavra e o milagre acontece.
 
Oração: Senhor Deus perdoa pelas vezes que olhei para mim mesmo, para minha própria capacidade e pensei que iria te servir apenas com minhas forças. Sem o Senhor eu não sou nada, mas através do Seu poder eu posso todas as coisas. Ajuda-me entender Suas promessas para minha vida. Eu oro em nome de Jesus. Amém.
de Jesus. Amém.
Fonte:  Devocional Diário.



terça-feira, 7 de novembro de 2017

PRATARIA ROUBADA

No clássico da literatura Os Miseráveis, Victor Hugo conta a história do personagem Jean Valjean, cuja vida, que já era difícil, foi quase destruída pelas cruéis decisões de alguém. Por ter roubado um pão para alimentar os sobrinhos que passavam fome, Valjean passou 19 anos no infame presídio de Bagne de Toulon. Incapaz de conseguir um emprego por ser ex-presidiário, pede ajuda a um bispo que o alimenta e o hospeda por uma noite. Tomado pelo desespero diante do que lhe parece ser um futuro tenebroso, o hóspede cede à tentação, rouba alguns artigos de prata e foge na calada da noite.
Horas depois, é capturado e conduzido pelos policiais de volta à casa do bispo. Ciente do que acontecerá àquele homem se for novamente condenado, o religioso decide dar uma chance ao ladrão e diz à polícia: “Eu dei a prataria a esse homem”.
Livre da lei, mas não da própria consciência, Valjean se vê diante de outra decisão e, dessa vez, faz a escolha certa: arrepende-se e, naquele momento, começa uma nova vida. Os anos seguintes lhe trazem mais inquietações e novas decisões difíceis, mas ele se mantém leal ao novo curso que Deus o ajudara a traçar.
Os Miseráveis é uma bela ilustração do poder redentor do amor de Deus, mas também ensina que nossas vidas são construídas pelas nossas decisões e que até mesmo as pequenas podem ter grandes consequências. Como podemos nos certificar de que vamos fazer as escolhas certas? A única maneira é envolvendo Deus no processo de tomada de decisões, porque só Ele sabe o que é melhor. Deseja que sigamos as melhores opções e está sempre pronto para nos apoiar quando escolhemos corretamente. Portanto, a decisão mais acertada é cultivar o hábito de recorrer a Ele.
Marcos 11:25 (NVI-PT) E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados.
Mateus 6:15 (NVI-PT) Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas.
Efésios 4:32 (NVI-PT) Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo Fonte: Devoção Diária.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

O POLVO DE PATINS


O que um acrobata de corda bamba de alto nível, um mestre em artes marciais e um empresário bem sucedido têm em comum?
Aprenderam autodisciplina. Para alcançarem sucesso, precisaram aperfeiçoar suas habilidades e para isso, em alguns casos, tiveram de abrir mão de certas coisas em sua dieta ou vida pessoal.
A autodisciplina é mais do que evitar algumas coisas e vai além de cumprir o dever apesar de reveses. É um meio para um fim. Alcançar metas significa tanto para esses expoentes, que o esforço e o sacrifício de uma vida disciplinada se tornam praticamente irrelevantes. Estão dispostos a desafiar os próprios limites e suas realizações demonstram essa determinação.
De um modo geral, todos precisamos de mais autodisciplina. Provavelmente você não aspira atravessar sobre um precipício equilibrando-se em um cabo de aço, mas e aquela pilha sobre sua mesa de coisas a fazer, as metas de boa forma física, ou de melhor gestão do tempo? A autodisciplina não é sinônimo de autonegação; na verdade, tem um poder liberador. Um amigo me disse certa vez: “Só quando você consegue ter autodisciplina é que se torna verdadeiramente livre.” Uma frase simples, mas cheia de sabedoria e que mudou totalmente meu ponto de vista sobre o assunto.
Certa vez, conheci o gerente de uma loja de uma rede internacional que me disse: “O sucesso não resulta de a pessoa fazer o que quer, mas da capacidade de fazer o que deve para alcançar sua meta.” O autodisciplinado tem melhores condições de superar os limites e os empecilhos,
Jackson Brown Jr., cujos livros frequentam a lista dos mais vendidos publicada pelo New York Times, explica: “Uma pessoa talentosa sem disciplina é como um polvo de patins: não lhe faltam movimentos, mas é difícil dizer se está indo para frente, para trás ou para os lados.” Direcionar a energia na direção certa e concentrá-la no que é mais importante produz os avanços que buscamos.
Jesus foi o exemplo máximo de disciplina. Fez o que precisava ser feito, mesmo quando era difícil e inclusive quando resultou em Sua morte. A disciplina e a determinação que Ele manifestou pela Sua causa tiveram resultados que mudaram o mundo.
Quem estiver disposto a disciplinar a si próprio, pode mudar a própria vida e sua parte do mundo.
2 Pedro 1:5-6 (NVI-PT) Por isso mesmo, empenhem-se para acrescentar à sua fé a virtude; à virtude o conhecimento; ao conhecimento o domínio próprio; ao domínio próprio a perseverança; à perseverança a piedade;
1 Pedro 4:7 (NVI-PT) O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e estejam alertas; dediquem-se à oração.
Romanos 12:19 (NVI-PT) Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: “Minha é a vingança; eu retribuirei”, diz o SenhoFonte: Devoções Diária.


domingo, 5 de novembro de 2017

Precisamos lutar por nosso lugar no Céu

ouca aqui HOMILIA

http://bit.ly/1ryQwZ6


Mt 5, 1-12a

* 1 Jesus viu as multidões, subiu à montanha e sentou-se. Os discípulos se aproximaram, 2 e Jesus começou a ensiná-los: 3 «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu. 4 Felizes os aflitos, porque serão consolados. 5 Felizes os mansos, porque possuirão a terra. 6 Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. 7 Felizes os que são misericordiosos, porque encontrarão misericórdia. 8 Felizes os puros de coração, porque verão a Deus. 9 Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. 10 Felizes os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu. 11 Felizes vocês, se forem insultados e perseguidos, e se disserem todo tipo de calúnia contra vocês, por causa de mim.




* 5-7: O Sermão da Montanha é um resumo do ensinamento de Jesus a respeito do Reino e da transformação que esse Reino produz. Moisés tinha recebido a Lei na montanha do Sinai; agora Jesus se apresenta como novo Moisés, proclamando sobre a montanha a vontade de Deus que leva à libertação do homem.

* 5,1-12: As bem-aventuranças são o anúncio da felicidade, porque proclamam a libertação, e não o conformismo ou a alienação. Elas anunciam a vinda do Reino através da palavra e ação de Jesus. Estas tornam presente no mundo a justiça do próprio Deus. Justiça para aqueles que são inúteis ou incômodos para uma estrutura de sociedade baseada na riqueza que explora e no poder que oprime.

Os que buscam a justiça do Reino são os «pobres em espírito.» Sufocados no seu anseio pelos valores que a sociedade injusta rejeita, esses pobres estão profundamente convictos de que eles têm necessidade de Deus, pois só com Deus esses valores podem vigorar, surgindo assim uma nova sociedade.

sábado, 4 de novembro de 2017

COMO TOMAR AS MELHORES DECISÕES


As decisões perfeitas são raras, mas é sempre possível fazer ótimas escolhas, as quais, ainda que nem sempre produzam finais como os dos contos de fadas, alcançam os melhores resultados possíveis, dadas as circunstâncias.
Os melhores decisores não costumam se orientar somente por impulso, intuição ou experiência, mas adotam algum sistema passo a passo, como o seguinte:
● Defina a questão. Um bom enunciado é em si 50% da solução do problema. Empregue a abordagem do “quem, o que, quando, por que e como”. Por que a decisão é necessária? Qual é o objetivo? Como uma ótima decisão pode mudar as coisas para melhor? A quem afetará? Quando precisa ser tomada?
● Adote uma abordagem positiva. Veja as oportunidades, não apenas os problemas.
● Relacione suas opções. Quanto maior for o número de alternativas, maiores serão as chances de encontrar a melhor solução.
● Reúna informações sobre as opções. Você não apenas tomará decisões melhores se estudar bem a questão, mas também se sentirá mais seguro na hora de colocá-las em prática.
● Seja objetivo. Se já tiver uma opinião sobre o assunto, a tendência é procurar uma evidência que confirme sua opinião. Isso é bom se você estiver certo, mas se não estiver, estará se afastando de uma ótima decisão.
Considere alternativas e opiniões contrárias às suas. Lembre-se que a meta não é provar que você tem razão, mas fazer a escolha certa.
● Avalie suas opções. Escreva e compare os prós e contras de cada opção. Tente identificar os melhores e os piores cenários possíveis de cada uma delas. Procure conjugar várias opções promissoras em uma excelente solução.
● Seja leal a si mesmo. Deixe de fora o que contrariar os seus valores.
● Tome uma decisão. Quando estiver convencido de ter encontrado a melhor alternativa, abrace-a.
● Esteja aberto às mudanças de circunstâncias. É possível que, depois de ter tomado uma decisão e começado a efetivá-la, surja uma opção melhor. Às vezes, é como acontece com um barco: a ação do leme só tem efeito quando a embarcação se movimenta e é o que a torna a manobra possível.
● Pergunte a Jesus. Por fim, peça a orientação de Deus em cada passo do processo de decisão. Como alguém disse: “Talvez eu não saiba todas as respostas, mas conheço Quem sabe!” Jesus tem as respostas e Ele o guiará.
Lucas 14:28 (NVI-PT) “Qual de vocês, se quiser construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o preço, para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la?
Mateus 7:7-8 (NVI-PT) “Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.
1 Coríntios 6:19-20 (NVI-PT) Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpoFonte:  Devoções Diária.
 



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

DIANTE DOVAZIO

A noite nunca é completa.
Há sempre, eu o digo e afirmo,

no final da tristeza, uma janela aberta,
 

uma janela iluminada,

um sonho em estado de vigília,
um desejo a ser coberto
uma fome a ser satisfeita,
um coração generoso, uma mão estendida, olhos atentos, uma vida a se partilhar.
Fonte:Gotas de Vida.


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

SOB NEBLINA

 
Você está diante de opções, escolhas e decisões, mas não faz a menor ideia que caminho deve tomar? Sabe que quer seguir na direção que Deus está orientando, mas não consegue identificar que direção é essa. Por isso, permanece incerto quanto aonde ir ou ao que fazer, incapaz de enxergar longe o bastante para antever as possíveis consequências de suas escolhas. Um complicador é que raras são as coisas que podem ser decididas de forma isolada, mas, tipicamente, muitos fatores têm de ser considerados ao se fazer qualquer decisão.
Recentemente, estive pensando no versículo: “Espera no Senhor, anima-te, e Ele fortalecerá o teu coração”. É sábio esperar que Deus dissipe a neblina, em vez de tomar decisões sem uma visão clara do que está à frente. Com o tempo, as coisas caem em seus devidos lugares e passamos a ver tudo com mais nitidez.
Tenho certeza de que você passou por momentos em que não recebeu as respostas que pediu a Deus para poder decidir com segurança, mas viu que, depois de esperar em oração e fé, confiante de que a ajuda viria, Ele iluminou o caminho e que foi melhor esperar e confiar.
A espera é um elemento importante da vida de fé. Não é um exercício fácil, mas é parte do processo pelo qual Deus nos ensina paciência, forma nosso caráter e nos atrai para junto dEle. Da próxima vez em que se vir em “modo de espera”, anime-se. A neblina vai se dissipar, pois, afinal, é o que sempre acontece!
Hebreus 10:23 (NVI-PT) Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel.
Romanos 8:25 (NVI-PT) Mas se esperamos o que ainda não vemos, aguardamo-lo pacientemente.
Tiago 5:7-8 (NVI-PT) Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Vejam como o agricultor aguarda que a terra produza a preciosa colheita e como espera com paciência até virem as chuvas do outono e da primavera. Sejam também pacientes e fortaleçam o seu coração, pois a vinda do Senhor está próxima.
Pensamento: Amados, as vezes não entendemos a dificuldade momentânea e a demora na resposta que o Senhor tem para nossas preces, mas o fato é que primeiramente Deus trata de nos limpar completamente, Ele permite que sejamos provados, e APROVADOS para que então Ele possa derramar de Suas bençãos sobre nós. Se o coração não estiver preparado para Sua benção, então podemos cometer os mesmos erros, e isso pode se tornar um ciclo.

 
Oração: Pai querido, ajuda-me a compreender o Seu tempo de resposta às minhas orações, e ajuda-me a limpar a mente e o coração para que eu esteja o quanto antes preparado para que o Senhor derrame vinho novo em minha vida. Que não aja nada em mim que possa contaminar ou estragar a benção que esta por vir. Eu oro e agradeço em nome de Jesus. Amém Fonte: Devocional Diário.
 
 
 

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

VIDA DE SANTIDADE

A liturgia dos Cristãos Católicos celebra no dia primeiro de novembro o dia de Todos os Santos. Santidade é um atributo divino. Só Deus é santo. Todos os santos, canonizados ou não, participam e bebem desta santidade primeira e originária. Ninguém pode ser santo se sua santidade não tiver em Deus sua origem, sua raiz, seu fundamento, seu desabrochar e sua consumação. O convite para ser santos advém de um chamado Divino que, no fundo, é, também, uma incumbência. A incumbência de ser santo como Deus é Santo. Para saber o que, de fato, significa ser santo como Deus é Santo, é necessário, antes de tudo, compreender, pelo Mistério da Fé, como Deus é Santo, ou seja, como é o modo de ser Santo de Deus.
E isso só é possível abrindo-se ao seu insondável Mistério de Santidade, deixando-se possuir por ele. Em sendo possuído pela santidade de Deus é que nos tornamos santos. Com outras palavras, é Deus quem santifica. E santifica por meio daquele que é o Santificador por excelência, o Espírito Santo. E o Espírito santifica operando as obras de Deus naqueles que Nele acreditam. E a obra de Deus que santifica é o seu amor operando na pessoa como princípio, meio e fim de todas as coisas. O Espírito, por sua vez, opera por meio do amor. Daí que só conseguimos ser Santo como Deus é santo deixando o Espírito Santo operar em nós a obra do amor divino. Eis o grande desafio da santidade cristã, que aqueles que são batizados, falando particularmente assim (não que sejam maiores e melhores do que os outros não batizados, mas porque recebem uma responsabilidade maior no chamado atendido), são chamados a ser Santo como Deus é Santo.
Isso significa que em princípio todos os batizados são santos por terem recebido o batismo e o Espírito de santidade no e pelo batismo, porém, não existe garantia de santidade como Deus é santo sem o amor e fora do amor que o Espírito opera nos batizados. Nesse sentido, não há garantia de santidade real para nenhum batizado se após o batizado ele não continua correspondendo ao santo modo de operar do Espírito. Uma coisa é ser batizado, outra é a correspondência ao batismo que gera, aprofunda e consuma a santidade batismal. Da mesma forma, uma coisa é ser santo, outra é viver como santo na correspondência ao amor divino que o Espírito opera. Ou seja, o Batismo garante a consagração, o chamado e a missão. Não garante a obra de santidade, que depende do modo como cada batizado acolhe, celebra e vive sua vida de santidade fundada no santo modo de operar do Espírito. Sabe-se que toda a História do Ocidente e do Oriente Cristão é marcada e influenciada pelo testemunho de santos e santas que souberam deixar-se conduzir pelo Espírito Santo e o seu santo modo de operar.
Foram pessoas marcadas pelo signo da operação do amor divino dentro da Igreja como um todo, das famílias, da Sociedade, do Mundo e por onde quer que se fizeram presentes. Somente quando aqueles que são chamados à santidade, conforme o modo de operar do Espírito, esqueceram-se dessa realidade é que a santidade se tornou algo piegas e decaiu para uma espécie de culto de personalidade voltada para um sensacionalismo de milagres e para uma crescente deificação do homem como substituto de Deus. Os santos colocados nos altares são apenas expressão do afeto popular por aqueles que se deixaram conduzir verdadeiramente pelo sopro do Espírito Santo e o seu santo modo de operar dentro da História humana com todas as suas grandezas e mixórdias.
Bem entendida a santidade deles, não são substitutos divinos e nem mediadores entre Deus e os homens. São batizados que honraram seu batismo ao revelar a todas as criaturas o amor de Deus com que foram amados por primeiro. São testemunhas do que experimentaram na relação amorosa com Deus e a partir da ação de seu Espírito. Por isso é que são amados e reverenciados, não cultuados. São referência para cada um e para todos os que buscaram ser santo como Deus é santo. A celebração de todos os santos quer ser essa comunhão com todas as pessoas de todos os tempos, de todas as épocas, do Céu e da Terra, falecidos ou não, canonizados ou não, de nossa Igreja ou não, enfim, uma multidão incontável de pessoas do passado, presente e futuro que se deixaram, se deixam e se deixarão ser conduzidas pelo modo de amar de Deus, através de Seu Filho Jesus Cristo, auxiliados pelo seu Espírito e o seu santo modo de operar. Essa celebração é um memorial, uma festa, um anúncio, um chamado e, acima de tudo, uma verdade a respeito de nossa dignidade de Filhos do Criador. Não somos apenas santos, somos chamados a ser Santos como Deus, nosso Criador, é Santo. Isto é, trata-se de uma graça e de uma tarefa a ser continuamente realizada na Terra e no Céu, no tempo e na eternida.FONTE: Diária.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

A ARTE NÃO É BANALIZAÇÃO DA VIDA


A arte desperta a partir do sensível.
Os recentes episódios ocorridos no sul do Brasil que chocaram a opinião pública e que continuam acontecendo em outras cidades, principalmente em escolas primárias, nos levam a refletir se perdemos a noção do que seja “arte”. O que se chamou de arte ficou parecendo mais uma “caricatura” para agredir os olhares de quem ali passasse. Em referência ao nu, arte jamais é representação da nudez de forma banal e ridicularizada.
 Ela nada tem a ver com o querer colocar uma cena de coito de modo explícito, apenas para dizer que é assim na realidade nua e crua.
Para ser uma representação assim, não é necessário recorrer à arte.
Basta buscar tais cenas nos cinemas, na internet, nas revistas eróticas etc..

O mercado atual vive em atender aos interessados nesse tipo de publicidade.
 Ao mesmo tempo, a arte está longe de ser um recurso para agredir a sensibilidade das pessoas, especialmente, naquilo que lhes é mais íntimo, pessoal e, por que não, sagrado. A arte não exclui o nu, nem o erótico. Ela só não o banaliza. Tanto é que a História da Arte e a Arte na História do mundo inteiro estão repletas de cenas de nudez e de cenas eróticas, seja no aspecto sacro como no profano. Porém, em nenhuma dessas esferas, ela se utiliza do nu e do erótico para ridicularizar ou escandalizar os olhos e a sensibilidade das pessoas.

Uma estátua de Davi, por exemplo, ou o nu das pinturas de Michelangelo (no alto A Criação na Capela Sistina), ou as musas nuas da arte grega, bem como os corpos nus de atletas da Grécia e outras culturas, nunca tiveram a pretensão de ser um instrumento para escandalizar os olhares ou fazer exibicionismo da sexualidade humana. Arte sempre foi, é e será o esforço de tornar visível. E o verdadeiro e bom artista é o que se coloca nessa abertura de deixar surgir a dinâmica da criação. Nesse caso, tornar visível é esforço de tentar ouvir e acolher a inspiração que vem ao encontro do artista. Isso que lhe vem ao encontro é a inspiração que fala do Mistério do real da realidade, do fundo mais profundo das coisas, dos apelos do Ser se dando como beleza, como bondade, como necessidade.

Expor o nu nessa concepção de arte é tornar visíveis as forças formadoras daquilo que significa o nu, o erótico, a sexualidade etc.. E isso, na arte de todos os tempos e de todos os estilos, não preza pelo juízo de valores, nem é fruto da subjetividade de uma pessoa ou de um grupo. Mas algo precioso da humanidade de qualquer época histórica. De tal forma que, quando a pessoa olhava o nu, o erótico, o sexual, ela se via ali naquela arte como fazendo parte dela e sendo pertença, jamais sendo agredida ou ridicularizada.

Nesse sentido, a arte que é arte sempre diz algo de nós mesmos, e que nos eleva ou nos faz refletir acerca daquilo que somos em nossas grandezas e misérias. Ela não está aí para nos ultrajar ou nos diminuir como pessoas. Ela torna visível o que somos e o que podemos ser a nível pessoal e coletivo. Ela é, pela inspiração, o vir à fala de nossa beleza, grandeza e dignidade mais radical. Não é representação do real de nossas depravações sexuais e de nossos lixos existenciais.

A arte verdadeira, ainda que torne visível a nossa esfera sexual e a genitália humana, não o faz de modo banal e desconectado do todo do ser humano, como se fosse somente um mero órgão do nosso corpo, mas como uma unidade de sentido de toda a existência. Significa que a arte enquanto um modo de tornar visível não está a serviço de interesses subjetivos, mas da inspiração. Forçá-la a ser representação do queremos para defender ideias pessoais ou coletivas, ou instrumentalizá-la para atingir fins ideológicos, é um desserviço à arte e aos artistas. É hora de buscar resgatar o sentido de arte nela mesma e por ela mesma. Quem sabe desse resgate tornemos visível não apenas pinturas que expressem a beleza de nossa existência, mas a nossa existência mesma, mais bela, mais digna, no verdadeiro significado dessa palavra. Quando cremos no Senhor, e o convidamos para fazer parte da nossa vida, recebemos o Espírito Santo que começa transformar nosso caráter e influenciar nossas atitudes. Abandonamos a velha natureza pecaminosa, passamos a dar bom testemunho do Senhor, e isso tudo promove a paz e a alegria em nosso coração.

Fonte: Devocional Diário.