segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O profeta Isaías e vinda do Senhor




Frase para refletir:

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça” (Profeta
Isaías 41,10).
 
 

 

 

 

Isaías se tornou profeta depois de uma visão que teve do trono de Javé e nesta visão um anjo coloca em sua boca brasas oriundas do altar para purificar sua boca e assim poder anunciar as coisas de Deus (Javé). Depois uma voz ordena que ele anuncie a todo o povo conforme a inspiração Divina. O tempo era de perseguição. Nos primeiros capítulos ele denuncia que muito do que está ocorrendo é consequência das transgressões e pecados do próprio povo. Na segunda parte anuncia a esperança pela vinda do Messias (um servo sofredor). Isaías nos faz pensar em nossas transgressões, e pedir perdão por elas e assim nos prepara para a vinda do Messias Jesus, que veio e vem em todo o Natal para nos confortar.

"E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus." Filipenses 4:7

 

Pensamento: A paz de Deus !!! Só de pensar, da pra imaginar que não é uma paz qualquer, é a paz de Deus !!! E se ela excede todo o entendimento, então significa que está acima do que somos capazes de imaginar. E a promessa é, que esta paz, guardará nosso coração, que são as emoções, e nossa mente, que são nossos pensamentos. Por isso devemos crer e pedir a Deus para que tudo aquilo que causa transtorno em nossas emoções e pensamentos sejam afastados de nós, pois não estão de acordo com Sua palavra.Oração: Senhor Deus, obrigado por esta promessa, mas gostaria de dizer que muitas vezes isso não tem se cumprido em minha vida. Nem sempre Sua paz está presente no meu coração e na minha mente. Então peço em nome de Jesus, que por favor o Senhor faça cumprir Sua Palavra, e afaste de mim todo pensamento e todo sentimento que têm me causado opressão, tristeza, desânimo e angustia. Eu oro em nome de Jesus. Amém

Fonte: Devocional Diário.                                                 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

EXERCICIO DA ESPERA

Frase para refletir:
“O que prevemos raramente ocorre; o que menos esperamos geralmente acontece” (Benjamin Disraeli, político e escritor britânico, 1804 – 1881).
O Tempo do Advento, em preparação ao Natal cristão, é entendido como tempo de espera.
 É uma espera serena e confiante nas bases da Fé. Espera-se o inesperado. Daí, o preceito da vigilância, pois tudo acontece como dádiva, como surpresa e como presente. Presente enquanto uma presença que vem a nós. Vem a nós não porque está distante ou fora de nós. Mas, porque irrompe em nós quando menos esperamos. Essa irrupção não depende de nossas prevenções e cálculos. Na dimensão da Fé, o cálculo e a prevenção mais atrapalham do que ajudam. Trata-se da graça de um encontro que já se deu na História, que sempre se dá e sempre se dará naqueles que vivem nessa e dessa dimensão da Fé.
Tal encontro se renova a cada Natal. É o encontro com o Deus que se faz humano e nos irmana e humaniza. Para estar na graça desse encontro, o mais importante não é o que fazemos, mas o não fazer nada, apenas receber. Só que para receber precisamos fazer muito, visto que em nós, comumente, a capacidade de recepção está ofuscada e oprimida pelos cálculos, pela impaciência, pela pressa, pelos muitos afazeres que anuviam o Divino em nós. Sobretudo, pelos tantos conceitos, preconceitos, compreensões e incompreensões acerca do Divino em nós, na história e no universo. Todas essas coisas fazem com que saibamos muito sobre Deus, mas nada acerca de Deus. Fazem com que tenhamos um modo de ser que precisa saber e controlar tudo, até o saber e o não saber sobre quem é Deus e quem Ele não é. Controlar como ele pensa, sente, age etc.. E quando nada disso se encaixa em nossos cálculos, o ateísmo, a indiferença, a revolta, o ódio e até a perseguição religiosa a si mesmo e aos outros, sob tantas formas e requintes, se instaura no mundo.
Dessa forma, passamos a rejeitar e a condenar toda e qualquer forma de expressão religiosa no mundo que aponte ou expresse o Divino. O Advento que nos prepara para o Natal cristão é sempre de novo essa graça e esse desafio de nos desnudar desse modo calculista, frio e controlador de lidar com a Fé e a não fé, deixando ser o que o Divino é, não o que queremos que seja, pois na história, todas as vezes que tentamos controlar o Divino em nós e fora de nós, incorremos em idolatria, guerras, dogmatismos e fundamentalismos religiosos e ateus, jamais em Fé ou religiosidade.
O Advento é um convite ao exercício da espera, jamais ao controle. Esperar para receber. E para receber a melhor atitude é aguardar o inesperado, pois como diz Paulo em I Coríntios 2,10-11: “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus”. No Advento tenhamos essa docilidade e abertura ao Espírito, para receber em plenitude essa revelação sempre antiga e sempre nova da Boa Notícia da Palavra de Deus. Essa Boa Notícia abre nossos olhos, nossos ouvidos, nosso coração e todo o nosso ser para compreender e amar a nós mesmos, o outro, a vida, o mundo, enfim, tudo o que existe, na sua verdade e profundidade maior.
O inesperado disso é que não vem de nós mesmos, mas de uma revelação aos que se colocam na atitude de receber. Receber o que já aconteceu, acontece e acontecerá sempre a cada Natal. Será que não está aí o desafio de expectativa ao inesperado para o qual nos encaminha o tempo do Advento? Isto é, o de deixar ser a realização das palavras bem cunhadas de I João 3,2 quando diz: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos”. O Advento nos prepara para essa visão e realização que está fora de nosso controle. É pura graça de um encontro e reencontro natalino.
Fonte: Meditação Diária



 
 


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

VONTADE DE DEUS

                                              
Frase para refletir:

“Eis a serva do Senhor, cumpra-se em mim a tua Palavra” (Evangelho de Lucas 1, 38).

 A “Palavra” se fez existência. Essas palavras do Evangelho foram proclamadas por Maria, a mãe de Jesus, por ocasião do anúncio do anjo de que ela seria a mãe do Salvador. Ela se dispõe a ser serva do Criador para que através dela a Palavra Divina assuma forma humana. Ou, melhor, a Palavra Divina encontra em seu corpo, em sua alma, em seu coração, em seus pensamentos, em seus sentimentos, em seu útero, um espaço para se cumprir. Cumprir é no sentido de encher, preencher e satisfazer. Satisfazer enquanto chegar a um fazer que baste, e onde tudo está repleto, pleno, no ponto, sem tirar e nem acrescentar mais nada. A Palavra que deseja chegar ao seu pleno cumprimento é mais do que um som que procede da boca de Deus. É o próprio Ser de Deus se doando para preencher e satisfazer tudo o que se encontra insatisfeito e carente de plenitude, pois nada neste mundo é capaz de satisfazer e “plenificar” (tornar pleno, completo) as criaturas a não ser o Criador Ele mesmo.

É nesse sentido, que Santa Tereza D’Ávila dizia que “Quem a Deus tem; Nada lhe falta: Só Deus basta”. Colocar-se à disposição, de forma livre e aberta a essa Palavra, é o trabalho do servo. Servo não enquanto aquele que faz por obrigação e por imposição, mas por gratidão e reconhecimento da grandeza e do Poder dessa Palavra. O servo, no caso, cuida e se empenha ao máximo para que a Palavra se cumpra em sua vida com toda a sua força de penetração e realização. Cuida se esforçando para que tudo o que é obstáculo e resistência á ação e cumprimento da Palavra em sua existência sejam desobstruídos e afastados. Entra, assim, num movimento de despojamento a tudo o que possa constituir um “emudecimento” (silêncio) ou amordaçamento da Palavra. O tempo do advento que prepara os Cristãos para o Natal, é por excelência, tempo de escuta atenta e abertura à Palavra de Deus, à sua ação plena aos que creem no cumprimento de suas promessas.

E a Palavra de Deus não é apenas um livro ou um texto Sagrado. Ela é Pessoa. A Pessoa do Filho de Deus, do Verbo encarnado, que veio cumprir a Vontade do Pai. Da mesma forma, a Palavra de Deus se realiza em nós quando a Vontade do Pai é cumprida. Vontade do Pai aqui não deve ser entendida como fazer o que Deus quer, mas ter em nós a Vontade que Deus, o Pai, tem. Jesus é aquele que mostrou para nós o que é a Vontade de Deus, ou melhor, o modo como a Vontade do Pai é e atua. Uma vez que a Vontade do Pai é o que Ele tem de melhor (como alguém que tem vontade de ser o maior especialista em tecnologia no mundo, e não pode fazer isso sem o uso da vontade), então, ter a Vontade de Deus em nós é sempre buscar realizar o melhor que há em todos os sentidos, a partir da vontade. Tempo de Advento é o treino que fazemos em nós mesmos para aprender a realizar a Vontade de Deus. Essa Vontade se cumpre em nós pelo exercício da escuta e do deixar cumprir-se em nós a Palavra de Deus, assim como o fez Maria. O fazemos nos tornando servos da Palavra, estando sempre à disposição de suas exigências e de sua manifestação. Quem sabe dessa boa disposição à Palavra, algo como uma gestação, como um novo princípio capaz de inaugurar, de dar sentido, de conduzir, de preencher e plenificar toda a nossa existência, então se faça. Esse princípio e fim de nossa existência é que no tempo do Advento é gestado nos servos e servas de Deus como o Filho muito amado de Deus, Jesus Cristo. Ele é a Palavra que se cumpre em nossa humanidade Devocional Diário.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

PALAVRAS E AÇÕES


                      Frase para refletir:

“Como belas flores, com cor, mas sem aroma, são as palavras doces para aqueles que não agem de acordo com elas” (Sidarta Gautama, o “Buda”, monge hindu, 563-486 a.C.).

 

 

 

Se só falássemos aquilo que fossemos capazes de fazer, haveria menos palavras e mais ações. Quando ouvimos os discursos proferidos em plenários políticos, pensamos logo; aí sim temos um político honesto que se interessa pelo bem comum e luta pela justiça. Mas quando são revelados os bastidores deste grande “teatro”, vemos compra de votos, negociação de favores, distribuição de cargos e etc. Suas palavras são bem diferentes de suas ações. O mesmo acontece na vida cotidiana quando dizemos uma coisa e agimos de modo diferente. Assim, antes de falar, pense bem se vai cumprir, é melhor falar menos e agir mais, do que falar bonito de nada fazer   Fonte: Meditação Diária.

 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

DEUS EM VOCÊ


Todos precisamos ter fé em nós mesmos, acreditar que Deus está em nós e que pode nos usar. Como Deus se associa a indivíduos para realizar Seu trabalho, devemos crer em nossa capacidade, em Sua habilidade de trabalhar por nosso intermédio. Devemos ousar tentar e isso significa permitir que Deus tente através de nós.
Somos fracos e cheios de defeitos, mas nosso Deus é invencível. Somos vasos de barro, mas quando Lhe entregamos nossas vidas e corações, Ele se torna um conosco e pode trabalhar por meio de nós. “O povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e fará proezas.”

Deus quer que sejamos humildes e dependentes dEle, confiantes no Seu poder e habilidade de nos usar para Sua glória, mesmo quando nos sentimos incapazes. Dê a Deus a glória e acredite que você é capaz de realizar Sua vontade, pois Ele pode fazer isso por seu intermédio. “Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade.”

Estes são alguns pensamentos sobre esse tema:
● Ter fé em si próprio é uma combinação de confiança em Deus e em Sua infalibilidade, com a fé para agir com base nessa confiança.

● É preciso humildade para reconhecer a própria incapacidade e, ao mesmo tempo, a capacidade de Deus de fazer por seu intermédio o que for necessário. “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.”

● Esse tipo de fé permite que a força de Deus se aperfeiçoe na sua fraqueza.

● É fé que ignora os limites. É deixar Deus determinar o que você pode fazer.

Com certeza, independentemente de quanta fé tenhamos, nem tudo na vida será isento de problemas nem vamos voar em céu de brigadeiro todo o tempo. Deus estará sempre ao nosso lado, mas teremos de lutar e não vai ser pouco. Porém, por mais renhida que seja a batalha e por mais mudanças que tenhamos de fazer, sabemos que venceremos. Jesus nos disse: “Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê.”

Vamos cultivar uma atmosfera de fé em nossas vidas — acreditar, ter esperança e contar com o melhor. Cultivemos a fé que sabe que Deus nunca falhará, que sempre cuidará de nós e que honrará as promessas na Sua Palavra.

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Filipenses 2:13 (NVI-PT) pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele.

2 Coríntios 12:9 (NVI-PT) Mas ele me disse: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim.

Marcos 9:23 (NVI-PT) “Se podes?”, disse Jesus. “Tudo é possível àquele que crê.”Fonte: Devoções Diárias.

 

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

ESPERAR E SE PREPARAR


                         Frase para refletir:

“Espere o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier” (Provérbio Chinês).
 
 
Esperar o melhor é um modo de se posicionar na vida de forma empenhada e confiante. Nesse caso, esperar “o” melhor é diferente de esperar “pelo” melhor. No primeiro caso eu espero que aquilo no qual esteja empenhado vai dar em algo muito bom, em decorrência do melhor que investi numa ação. No segundo, fico simplesmente à espera, sem haver envolvimento de minha parte. Sou mero expectador da situação. É como alguém que espera que o melhor venha a ele de “mão beijada”, achando que não precisa de esforço e dedicação, ou, como se diz, sem precisar “correr atrás”. Preparar-se para “o” pior é a atitude de quem não só é prudente e precavido, à semelhança daqueles que se antecipam, por exemplo, a um período de estiagem, fazendo armazenamento de comida e bebida, mas, sobretudo, de exercitar-se lá onde tudo soa ruim e caótico e, assim, manter-se naquele ponto e naquela força onde nada o derruba.
Para manter-se naquele modo de ser que fica de pé diante de qualquer embate ou dificuldade. E aceitar o que vier é não eleger o tipo de dificuldade ou de situação que quer enfrentar ou viver. Trata-se de uma postura aberta e livre que acolhe tudo o que há de bom e de ruim como pertencente ao processo de amadurecimento e crescimento da vida. Quem assim espera, se prepara, e acolhe, passa pelas diferentes situações boas e ruins da vida sem causar destruição a si e aos outros. Ao contrário, faz da vida algo leve e gostoso de se viver. Gostoso como aquilo que tem gosto. O que tem gosto é o que foi provado e pode ser consumido. Ou seja, serve de alimento para o sustento da vida Fonte : Meditação Diária.
 
 
 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

APRENDIZADO DO DESERTO


                                                       Frase para refletir:

“Ninguém é digno do oásis se não aprender a atravessar seus desertos” (Augusto Jorge Cury, médico psiquiatra, professor e escritor brasileiro,*1958).
 
 
 
 
 
 
Oásis é uma pequena região fértil no meio da aridez de um deserto.
 Quem de nós já não se sentiu fazendo a experiência real ou simbólica de procurar um oásis?
Oásis representa não só um lugar, uma morada no mundo real, mas, também, um sonho e um desejo superior de realização humana dentro da psique humana.
Representa um projeto de busca incansável de querer atracar a existência num ponto salutar, após um longo período vivido e percorrido no deserto
. Nos povos antigos do Oriente, especialmente, nas narrativas dos povos árabes, o deserto e o oásis são duas faces da mesma moeda
. Significam o caminho de partida, de percurso e de chegada a um lugar como passagem e como descanso dos peregrinos
. Por essa razão, falar de oásis e de deserto é apontar para a dinâmica da vida como travessia e como realização.
No fundo somos todos caminhantes de desertos em busca de um oásis que nos proporcione descanso, aconchego, e restauração das energias físicas, emocionais, e espirituais
. Nesse sentido, cada um está sempre caminhando no deserto em busca de seu oásis interior ou exterior, rumo a uma espécie de bem-aventurança.
 A questão que se impõe, no entanto, à reflexão, é que nem sempre os homens estão dispostos a se colocarem no aprendizado da travessia do deserto. Sonham com o oásis, querem o oásis, perseguem o oásis, mas sem disposição e humildade para trilhar o deserto e aprender dos desafios que ele impõe aos seus transeuntes.
O deserto neste caso não é meramente um lugar, mas um estado de provação, de disciplina e ensino ao às energias físicas, psíquicas, e espirituais de qualquer pessoa.
 
Aos que o percorrem com insistência e persistência, o oásis é sempre uma surpresa e uma graça que surge ao olhar e à esperança de peregrinos do deserto.
Pode ser que cada um de nós no seu processo de crescimento pessoal, precise de alguma forma passar pelo deserto de si mesmo e pelo deserto de toda a sua existência para aprender a ser melhor e mais maduro no espírito
. Um espírito maduro e decidido, pleno de docilidade e grandeza humana, só nasce só do ter trilhado seu próprio deserto interior e exterior (enquanto um contexto de desertificação da vida)
. Essa grandeza humana que se apossa da pessoa e a enriquece de sabedoria, forjando sua natureza para uma plenitude de sentido em todas as direções, é a graça do oási
s. O oásis é aqui e agora. É o eterno presente com todas as suas dádivas superiores aguardando aqueles que sabem e se dispuserem a trilhar o árduo e longo caminho do desertoFonte: Devocional Diário.
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

ENFRENTANDO DRAGÕES






 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Hobbit, livro de J. R. R. Tolkien, conta a história  fantástica de Bilbo Baggins, um hobbit que gosta de uma vida  tranquila, mas acaba se  envolvendo em uma  missão  pela  conquista  do  tesouro de um  dragão, da  qual também  participaram um mago  e um grupo de anões. Bilbo enfrenta  todo tipo de  dificuldades, inclusive goblins, elfos  hostis e       aranhas  gigantes.

Por  fim, so  aventureiros chegam ao seu  destino: a toca na  montanha do  dragão  Smaug. Todos os anões  esperam do   lado d e for a  enquanto Bilbo   atravessa   uma passage  secreta na encosta da  montanha Para  sozinho,  enfrentar a besta. Enquanto percorre  um tune l escuro , ouve um som   semelhante ao de  uma chaleira  fervendo sobre o fogão. O ruído fica cada vez mais forte e passa a se  assemelhar  ao  ronronar  de um gato  gigante. Baggins  percebe então  estar  ouvindo o  profundo   ressonar do  dragão na  caverna.

Petrificado , tudo nele lhe diz par a voltar e é o que quase fez . Contudo, decide  avançar. Tolkien escreve: “Seguir em frente foi seu maior ato de coragem.  As coisas  tremendas queen  aconteceram   depois / no  foram nada     comparadas   àquela    decisão.   Naquele   túnel, Bilbo  travou uma batalha feroz sozinho, mesmo antes de ver o  terrível perigo que o   aguardava.”

Todos enfrentamos desafios que nos dão vontade de  fugir ante s mesmo de  vermos o queen  vem pela  frente. É preciso muita coragem para encarar dragões (ou outros obstáculos assustadores), mas nem sempre na forma que imaginamos. O ponto de teste de Bilbo se deu no túnel, onde enfrentou os próprios temores, a própria falta de autoconfiança, antes de encontrar a fera.

Esses “dragões” em nossas vidas nem sempre parecem assim tão grandes para os outros, só para nós. É por isso que precisamos encontrar o segredo para a vitória em nós mesmos, como escreveu C. S. Lewis: “A coragem não é apenas uma virtude, mas a forma que ganham todas as virtudes em seus momentos de prova”. Às vezes, temos de simplesmente não nos permitir escapar de fazer o que sabemos ser o certo.

Se você for como eu, então provavelmente sente que esse tipo de coragem é quase uma impossibilidade. Por mais que sejamos ou tentemos ser fortes, são frequentes as ocasiões em que nos falta a coragem para lutar e vencer. Onde buscá-la, então, para enfrentar os desafios da vida?

Josué 1:9 nos diz: “Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar.” Podemos ter coragem porque Deus está conosco. Ele não nos envia sozinhos para enfrentar os dragões. Está conosco, apoiando-nos, não apenas pronto para nos dar força e coragem, mas prometeu ficar do nosso lado até a vitória.

Além de pedir coragem a Deus, é preciso escolher usá-la, mesmo que não se sinta corajoso. Ela estará ao seu dispor no momento em que você avançar. Mesmo que você sinta não ter nenhuma coragem, não se preocupe. Muitas vezes, é uma questão de colocar um pé na frente do outro e começar a andar, dando passos pequenos, às vezes minúsculos, mas sempre para frente. Toda vez que fizer uma escolha corajosa — por menor que seja —,  fortalecerá  sua coragem e a  preparará para os testes maiores  queen  virão. A  coragem nasce com a  decisão e  cresce com o uso.

Bilbo construíra a sua pouco a pouco, ao longo de sua jornada. Lutou e venceu inimigos medonhos e lidou com problemas difíceis para os quais encontrou soluções. A cada desafio que enfrentou com bravura, investiu em coragem, cujos dividendos colheu ao enfrentar o dragão.

A guarda do rei da Grécia Antiga tinha um lema: “Todos temem, mas o bravo deixa de lado seus temores e avança — às vezes, para a morte; sempre, para a vitória.” Por isso, enfrente seus dragões com coragem.

A coragem é a moeda que circula entre todos os que escolhem fazer o que é certo.
— Florence Nightingale (1820–1910), ativista social britânica e fundadora da enfermagem moderna.

O maior perigo que temos à nossa frente […] não é o risco de sermos absolutos fracassos na vida, de cairmos presa de algum vício hediondo, de sermos terrivelmente infelizes nem de concluirmos que a vida não tem nenhum significado. Nada disso nos ameaça. O perigo está em não percebermos o sentido maior da vida, não nos apropriarmos de sua bondade maior, deixarmos escapar a felicidade mais profunda e duradoura, não sermos capazes de servir da forma mais necessária, não estarmos consciente de que a vida brilha com a luz da presença de Deus e de nos contentarmos por sermos assim. A grande ameaça que sofremos é a de acordar um dia e descobrir que de tal forma nos ocupamos com quinquilharias que a vida passou sem que a víssemos.
— Phillips Brooks (1835–1893), religioso e escritor americano

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1 João 4:18 (NVI-PT) No amor não há medo; ao contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor.

João 16:33 (NVI-PT) “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.

Tiago 1:19-20 (NVI-PT) Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus.Devoção Diária.


domingo, 26 de novembro de 2017

VEJO VOCÊ NA CHEGADA






A vida de  John Stephen  Akhwari , contada no  livro de Bud Greenspan, 100 Anos de  Glória Olímpica,   pode se r uma  fonte de  inspiração.

Quando o vencedor  cruzou a  linha d e chegada d a maratona  olímpica  na  Cidade do México, em 1968, so  juízes  acharam que a competição  havia  acabado . Uma hora mais tarde, porém, o tanzaniano John Stephen Akhwari entrou no estádio mancando, sujo de sangue e com ataduras pelo corpo, por causa de uma queda que sofrera.

Os aplausos e a vibração da multidão presente aumentavam a cada passo de Akhwari na sua última volta em torno da pista. Quando por fim cruzou a linha de chegada, a emoção no estádio dava a impressão de ter sido ele o vencedor da prova.

Quando lhe perguntaram por que não havia desistido da competição, Akhwari respondeu: “Acho que vocês não entendem. Meu país não me mandou para a Cidade do México para começar uma corrida, mas para terminá-la.”

Quando você estiver “ferido e ensanguentado” por causa das quedas na vida, vá em frente. Seu Criador não o enviou aqui para começar uma corrida, mas para ir até o fim! “Corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para Jesus, autor e consumador da nossa fé.”

O ministro presbiteriano Dr. A. B. Meldrum assinalou: “Em sua busca por realizar algo de valor, lembre-se que seu sucesso não depende de brilhantismo nem de impetuosidade, mas da garra para não desistir daquilo em que acredita.” Em outras palavras, “Combata o bom combate da fé!” O ministro e compositor escocês George Matheson se recusou a desistir, apesar da cegueira que o acometeu e explica: “Não vencemos porque somos gênios brilhantes, mas porque continuamos.”

Siga em frente, custe o que custar. Continue lutando, por piores que sejam seus ferimentos. Continue correndo, por mais numerosos que sejam seus tropeções e quedas. Seus cortes, hematomas, machucados e cicatrizes são medalhas de honra aos olhos de Deus, sinais de que você teve fé, coragem, determinação e força para seguir em frente, apesar das dificuldades! Mesmo que tenha caído, recusou-se a desistir.

Ao fim da corrida, poderá dizer como o apóstolo Paulo: “O importante é que eu complete a minha missão e termine o trabalho que o Senhor Jesus me deu para fazer.”

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Hebreus 12:1-2 (NVI-PT) Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus.

1 Timóteo 6:12 (NVI-PT) Combata o bom combate da fé. Tome posse da vida eterna, para a qual você foi chamado e fez a boa confissão na presença de muitas testemunhas.

Atos 20:24 (NVI-PT) Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão-somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus.

"Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade." 1 João 3:17-18

 

Pensamento: Sabemos que não é através da caridade que conquistamos a salvação, Jesus pagou o alto preço la na cruz para nos salvar. Mas o amor que temos por Deus, é revelado através da nossa fé, e exige testemunho prático, onde nossas atitudes devem identificar-se com o exemplo que Jesus Cristo deixou para nós. Portanto amar a Deus é praticar as boas obras que a palavra de Deus recomenda.

 

Oração: Pai querido, perdoa por qualquer tipo de avareza, orgulho, e falta de amor para com Senhor e para com meu próximo. Ajuda-me a testemunhar minha fé com obras que edificam o meu próximo, e promovem a Sua glória no meio de nós. Eu oro em nome de Jesus.Fonte: Devoções DFiárias.




sexta-feira, 24 de novembro de 2017

AMBIENTE DE PAZ

A paz é edificada passo a passo. Quando alguém começa a montar o seu lar, vai aos poucos “ajeitando” as coisas em casa. Um quadro na parede, uma lâmpada aqui, um interruptor acolá, uma cadeira e assim por diante. O ambiente de paz é construído da mesma forma, ponto por ponto, com o esforço de todos. Os desordeiros devem ser admoestados, ou seja, serem advertidos de suas falhas, para corrigi-las; os desanimados necessitam melhorar seu humor, tendo mais disposição em tudo; os fracos precisam ser encorajados a buscar sua força pela disposição em melhorar, mas com todos eles devemos ter paciência.
É um esforço conjunto que vai criando um ambiente de paz. Paz é diferente de todo mundo deitado e curtindo uma soneca, ou fazendo coisa alguma; paz nasce de uma harmonia e disposição de se sentir bem uns com os outros porque o outro é importante. A “cereja do bolo” está em ser agradecido, agradecido com o outro e principalmente para com Deus, em tudo. Muito obrigado deve ser a palavra mais ouvida. É o amor de Deus que cria este ambiente de paz pelo amor de um para com os outros. A paz começa em nosso coração, pela disposição em ser um instrumento de pa  zFonte: Meditação Diária.