segunda-feira, 14 de maio de 2018
sábado, 12 de maio de 2018
Escrituras Diárias – João 10:11-18
11
Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
12
Mas o que é mercenário, e não pastor, de quem não são as ovelhas, vendo vir o
lobo, deixa as ovelhas e foge; e o lobo as arrebata e dispersa.
13
Ora, o mercenário foge porque é mercenário, e não se importa com as ovelhas.
14
Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem,
15
assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas
ovelhas.
16
Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco; a essas também me importa
conduzir, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um rebanho e um pastor.
17
Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar.
18
Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar,
e tenho autoridade para retomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai.
Fonte: Meditação
Diária
sexta-feira, 11 de maio de 2018
EXEMPLO DE MATERNIDADE
Frase para refletir:
Jesus viu a mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava.
Então disse à mãe: «Mulher, eis aí o seu filho.» Depois disse ao discípulo:
«Eis aí a sua mãe.»" (Jo 19, 26-27)
Mãe
ultrapassa o entendimento humano e se apóia no divino. Nem consigo imaginar a
dor da mãe Maria naquele momento crucial, vendo seu filho Jesus morrer de
maneira tão injusta e cruel. Ele chega ao Gólgota auxiliado por Simão, o
cirineu, após ser torturado pelos soldados romanos e percorrer as ruas de
Jerusalém carregando a cruz na qual iria morrer. Mas, desde o Pretório até ali,
sua mãe o acompanhou, sofrendo junto com Ele.
Imagine
a dor de uma mãe ao ver seu filho neste estado. A vida de Maria foi marcada por
inúmeros sofrimentos. Prestes a dar a luz, tem que viajar para outra cidade
para cumprir a lei do recenseamento e lá só encontra lugar em uma gruta
destinada aos animais para que servisse de abrigo na hora do parto. Ao levar
seu filho ao Templo para cumprir a Lei de Moisés e circuncidar o menino, lá
ouve de Simeão que “uma espada de dor iria transpassar a sua alma” (Lc 2,
33-35).
Maria
é força e modelo para todas as mães que sofrem. Sim, muitas vezes as mães se
deparam com a dor, principalmente quando se defrontam com a dor de seus filhos.
Preferiam estar no lugar deles. Foi assim com Maria no Calvário. Mas Jesus, em
um gesto de compaixão e amor, nos entrega sua mãe na pessoa do discípulo João;
“eis aí tua Mãe”, e a ela Ele entrega todos nós; “eis aí o teu filho”. Logo
depois Jesus, “sabendo que tudo estava consumado”, entrega sua alma a Deus. A
força destas entregas de Jesus só entende quem vive na dimensão da fé. Ser mãe
é participar do mistério da vida.
Fonte:
Meditação Diária
quarta-feira, 9 de maio de 2018
FELICIDADE
Frase para refletir:
“O coração alegre anima o
semblante, mas a preocupação do coração abate o ânimo. O coração sensato
procura o saber, mas a boca dos insensatos se alimenta de tolices” (Pr 15,
13-14).
A alegria rompe grilhões. Estes
dois versículos se completam e demonstram que irradiamos o que alimentamos em
nossos pensamentos. Quando aprendemos a extrair o que é bom de tudo,
valorizamos o que temos e somos alegres, ou seja, vamos além das aparências e
tocamos na essência. Como diz o dito popular, se o limão é azedo, então fazemos
uma limonada, ou seja, se as preocupações estão abatendo nosso ânimo, então
temos que levantar e com sabedoria buscar os elementos para transformar em
doçura o que é azedo.
Conseguimos isso deixando de lado
as tolices e buscando o que edifica para o bem. E como é difícil em um mundo
que só valoriza as aparências. Para muitos a fonte das frustrações é a
comparação que faz com os outros, sem se dar conta que muitas vezes a
ostentação esconde uma tristeza enorme no coração. Jesus nos ensina; “o que
adianta a pessoa ganhar o mundo inteiro se perde a vida verdadeira?” (Mt
16,26), ou seja, busque com sabedoria valorizar o que é bom de verdade, o que edifica;
o que te eleva e deixe as tolices e besteiras que só te atrapalham. Quem
aprende a valorizar o que Deus colocou em sua vida se alegra e é agradecido
Fonte: Meditação Diáriaterça-feira, 8 de maio de 2018
LOUVORES A MÃE DE DEUS
Frase Para Refletir:
“Se você deseja que a paz reine em sua casa, reze o rosário em família”
(Giuseppe Melchiorre Sarto, ou “São Pio X”, papa católico italiano, 1835-1914).
A
oração é como uma escada para subir ao céu. A oração mais comum dos religiosos
desde os primórdios da Igreja é o “saltério” , ou seja, a recitação dos salmos,
geralmente cantados. São cento e cinquenta salmos na Bíblia. Como a maioria da
população não sabia ler, pelo ano 800, o povo para acompanhar as orações,
substituíram cada salmo pela oração da Ave Maria, assim nasceu o Rosário. São
Domingos Gusmão organizou em três grupos de cinquenta (Ave Maria) e em cada uma
das dezenas se medita uma passagem da Bíblia referente à vida de Jesus, também
chamadas de “mistérios”. Por isso, cada grupo de cinquenta chama-se “terço”,
por ser “um terço” do Rosário. Pio X também dizia sobre o rosário: “De todas as
orações, o rosário é a mais bela e a mais rica em graças; é a oração que mais
toca o Coração da Mãe de Deus!”. Se soubéssemos a força que existe na oração,
desde a mais simples, rezaríamos a todo instante de nossa vida.
Fonte: Meditação Diária
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Olavo Guerrero: DONS
Olavo Guerrero: DONS: https://goo.gl/Rzwrej Frase para refletir: “Para podermos com...
Olavo Guerrero: DONS
Olavo Guerrero: DONS: https://goo.gl/Rzwrej Frase para refletir: “Para podermos com...
Olavo Guerrero: DONS
Olavo Guerrero: DONS: https://goo.gl/Rzwrej Frase para refletir: “Para podermos com...
DONS
Frase para refletir:
“Para podermos
comunicar paz, alegria e amor, devemos tê-los dentro de nós, porque ninguém dá
o que não tem” (Madre Teresa de Calcutá, missionária católica albanesa,
1910-1997.
Poucos conseguem
transmitir paz, alegria e amor porque são virtudes cultivadas durante toda vida
e não se encontram a venda por qualquer preço. São frutos de um processo
contínuo de busca de superação onde temos que vencer a nós mesmos. Quando mais
nos dedicamos, mais empecilhos vão surgindo, como um desafio a nossa
perseverança. Mas, uma vez enraizadas em nosso coração, “exalam seu odor” por
nossa vida.
Haverá tropeços,
fracassos, mas que devem ser corrigidos para retomarmos aos nossos bons
propósitos.
Fonte: Meditação Diária
domingo, 6 de maio de 2018
AUTOPRESERVAÇÃO
Em um episódio
de Foyles War, um seriado de TV que tem como cenário a Grã-Bretanha
no início da Segunda Guerra Mundial, os britânicos viviam na iminência de seu
país ser invadido pelos nazistas, que já haviam derrotado os franceses. Por
causa da incerteza, do medo do futuro e da sensação de que precisavam se
proteger, várias pessoas passaram a se preocupar menos com os outros do que o
fariam sob circunstâncias normais. Alguns começaram a acumular mais do que
precisavam; outras, a furtar e algumas até mataram.
Houve porém os que
reagiram de maneira completamente diferente e se tornaram heróis e heroínas,
não por causa de grandes atos de bravura, mas de pequenos atos altruístas.
Enfrentaram as dificuldades com dignidade, ajudaram-se mutuamente, zelaram pelo
bem-estar dos vizinhos e compartilharam o que tinham com os demais.
O contraste entre esses
dois tipos de reação me fez pensar nos desafios que enfrentamos em
circunstâncias incertas e difíceis. Em tempos de turbulências econômicas ou
sociais, quando há mudanças no status quo e tudo parece estar de
pernas para o ar, é natural as pessoas se preocuparem primeiro e acima de tudo
com elas mesmas. Nem todas têm a mesma reação, mas, em algumas, o instinto
natural e egoísta de autopreservação passa a ter um papel mais proeminente.
Em circunstâncias
instáveis ficamos desestabilizados. Quando o que tínhamos por terreno firme
começa a parecer a areia que é carregada pelo vento, o medo pode nos dominar
—em relação ao futuro e às mudanças que nos são impostas. Se deixarmos o temor
sobrepujar nossa fé, nossa confiança em Deus diminui e sentimos que cabe
anós assumir o controle da situação. Isso não é algo necessariamente ruim,
porque a nossa natureza nos diz para lutar ou fugir. Por isso, quando
percebemos um perigo, reagimos automaticamente para proteger a nós mesmos e
aos nossos.
O desafio é encontrar o
equilíbrio entre a natureza humana e a espiritual. Nós, cristãos, somos
“novas criaturas” com mais do que a natureza humana. “Se alguém está em Cristo,
nova criatura é; as coisas velhas já passaram, tudo se fez novo.” O Espírito de
Deus habita em nós. “Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o
Espírito de Deus habita em vós?” Vivemos em Jesus, e Ele em nós. “Permanecei em
Mim, e Eu permanecerei em vós. O ramo de si mesmo não pode produzir fruto, se
não estiver na videira. Tampouco vós podeis produzir fruto, se não
permanecerdes em Mim”
Nossas reações às
circunstâncias e acontecimentos devem ser influenciadas pela presença de Cristo
em nós. Mesmo que nos sintamos naturalmente levados a lutar pela
autopreservação, o Espírito de Deus pode moderar essa reação e nos ajudar a dar
uma resposta equilibrada, mais compatível com a natureza de Cristo. “Mas o
fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade,
fidelidade, mansidão, domínio próprio.”.
Reagir assim não é
fácil, porque a natureza humana é exatamente isto: humana! Nascemos programados
para reagir de uma determinada maneira. Pensar nos outros ou em suas
necessidades, situações ou lutas não é nossa maior prioridade natural. Isso
gera o risco de minimizarmos ou até ignorarmos completamente as necessidades de
outros em favor das nossas.
Se avançarmos com
nossos planos de autopreservação sem consideração pelas pessoas Tao nosso
redor, arriscamo-nos a tomar decisões que vão prejudicar os outros. As
promessas e compromissos que fizemos passarão para o segundo plano e a
tendência será fazermos o que é melhor para nós. Isso pode causar
desapontamentos, ressentimentos e rancores —que prejudicarão amizades. Os afetados
pelo nosso egoísmo vão sofrer, porque permitimos que a natureza humana
prevalecesse sobre o Espírito de Deus em nós.
Quando isso acontece,
nós também sofremos. Mesmo que não entendamos assim, pelo menos imediatamente,
seremos prejudicados. Privamo-nos das bênçãos de Deus e perdemos o respeito dos
outros. Li que uma pessoa insatisfeita com um produto, geralmente, falará disso
para outras 50 pessoas. Se ferirmos a confiança de alguém em nós com nossos
atos de autopreservação, pode ser que essa pessoa nunca volte a confiar em nós
completamente. Se prejudica os outros, somos também prejudicados.
Não é errado cuidar das
próprias necessidades e das dos seus. Entretanto, na qualidade de discípulos de
Jesus, cheios do Seu Espírito, devemos estar atentos não apenas a nós, mas
pensar também nos outros. “Não atente cada um somente para o que é seu, mas
cada qual também para o que é dos outros.” É preciso encontrar o equilíbrio
correto entre essas duas necessidades
Fonte: Decocções
Diárias
quinta-feira, 3 de maio de 2018
A LEI DOS HOMENS
Frase para
refletir:
“As leis são semelhantes às teias
de aranha; detém os fracos e humildes, mas são destruídas pelos fortes e
poderosos” (Sólon de Atenas, advogado e legislador grego, 640-558 a.C.).
Se considerarmos todos
os poderes capazes de produzirem leis, e sua capacidade diária de publicá-las,
poderíamos dizer que é impossível a um ser humano comum ter o conhecimento de
todas. No entanto, o princípio geral do direito estabelece que ninguém pode
alegar o desconhecimento da lei. Mas de qual lei? Segundo o levantamento da
Casa Civil da Presidência, no Brasil existem 181 mil leis que somos obrigados a
conhecê-las para cumpri-las. Seria de todas elas?
No “andar de cima”, as
ondas da lei parece não alcançar. Enquanto isso muitos “surfam” nas ondas da
impunidade usando de “recursos ilícitos” para usufruírem dos “prazeres da
vida”. Para a maioria, as leis estão cada vez mais pesadas exigindo até a
última gota de suor do trabalhador para garantir recursos para os mais
favorecidos. Resta, no entanto, a fé no texto Bíblico de Êxodo 3, 7 que diz:
“vi o clamor de meu povo”.
Fonte: Meditação Diária
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Confie no tempo de Deus Quanto a mim, confio em ti, Senhor. Eu disse: tu és o meu Deus. Nas tuas mãos, estão os meus dias... SAL...





