quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

NÃO TEMAS EU TE AJUDO

 
 
 
Porque eu, o SENHOR teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, eu te ajudo." Isaías 41:13

 

 

Pensamento: Certo dia eu estava caminhando de mãos dadas com o meu irmãozinho e enquanto ele segurava na minha mão ele andava na mesma direção que eu, mas teve um momento em que soltei sua mão e ele começou a se distrair com as coisas, quando percebi ele já estava distante de mim. O Espirito Santo falou ao meu coração que muita vezes acontece isso com aquelas pessoas que não são dependentes de Deus e acham que podem andar sozinhas. Mas o Senhor quer pegar pela nossa mão direita e com toda a sua misericórdia nos ajudar em tudo, pois só Ele pode nos guiar para o caminho verdadeiro e eterno.

 

 

Oração: Senhor obrigado pelo Teu amor por nós. Sem a Tua presença não somos nada, só o Senhor pode nos guiar e transformar o nosso coração. Por isso nos ajude a nunca largar a Tua mão e nos ajude a sermos completamente dependente de Ti. Em nome de Jesus. AMÉM!                                                                                                                        Naiara Hagdon

Fonte Devocional Diário
 
 
 


 


 

 

 

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

MORTIFICARDES OS FEITOS DO CORPO








"Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus." Romanos 8:13-14
 
 
Pensamento: Esta palavra é maravilhosa, pois além de nos orientar como devemos andar para termos vida eterna, ela também testifica que aqueles que são guiados pelo Espirito são filhos Deus. Aleluia. Que maravilhoso é ser chamado de filho pelo próprio Deus. Vamos deixar o Espirito Santo nos guiar, e renunciar todo desejo carnal, todo apego às coisas deste mundo.
 
 
Oração: Deus obrigado por eu ter o privilégio de poder ser chamado de Seu filho. Entrego minha vida, para que seja guiada pelo Espirito Santo. Espero a cada dia, estar mais no centro da sua vontade. Em nome de Jesus. Amém.
Fonte: Devocional Diário


A SOLUÇÃO PARA A TERRA NÃO CAI DO CÉU




O que vou escrever aqui será de difícil aceitação pela maioria dos leitores e leitoras. Embora o que diga seja fundado nas melhores cabeças científicas, que há quase um século vêm pensando o universo, a situação do planeta Terra e seu eventual colapso ou um salto quântico para outro nível de realização, não penetrou, no entanto, na consciência coletiva nem nos grandes centros acadêmicos. Continua imperando o velho paradigma, surgido no século XVI com Newton, Francis Bacon e Kepler, atomístico, mecanicista e determinístico como se não tivesse existido um Einstein, um Hubble, um Planck, um Heisenberg, um Reeves, um Hawking, um Prigogine, um Wilson, um Swimme, um Lovelock, um Capra e tantos outros que nos elaboraram a nova visão do universo e da Terra.

Para iniciar, cito as palavras do prêmio Nobel de biologia (1974), Christian de Duve, que escreveu um dos melhores livros sobre a história da vida: “Poeira vital: a vida como imperativo cósmico (Campus, 1997): “A evolução biológica marcha em ritmo acelerado para uma grave instabilidade. O nosso tempo lembra uma daquelas importantes rupturas na evolução, assinaladas por grandes extinções em massa” (p.355). Desta vez, ela não vem de algum meteoro rasante como em eras passadas que quase eliminou toda vida, mas do próprio ser humano que pode ser não só suicida e homicida, mas também ecocida, biocida e por fim geocida.

Ele pode pôr fim à vida no nosso planeta, deixando apenas os microorganismos do solo que se contam em quatrilhões de quatrilhões de bactérias, fungos e vírus.

Em razão desta ameaçada montada pela máquina de morte fabricada pela irracionalidade da modernidade, se introduziu a expressão antropoceno, uma espécie de nova era geológica na qual a grande ameaça de devastação se deriva do próprio ser humano (antropos). Ele interveio e continua intervindo de forma tão profunda nos ritmos da natureza e da Terra que está afetando as bases ecológicas que os sustenta.

Segundo os biólogos Wilson e Ehrlich desaparecem entre 70 a 100 mil espécies de seres vivos por ano devido a relação hostil que o ser humano mantem com a natureza. A consequência é clara: a Terra perdeu seu equilíbrio e os eventos extremos o mostram irrefutavelmente. Só ignorantes como R.Trump negam as evidências empíricas.

Em contrapartida, o conhecido cosmólogo Brian Swimme, que na Califórnia coordena uma dezena de cientistas que estudam a história do universo, se esforça para apresentar uma saída salvadora. En passant se diga que B. Swimme, cosmólogo e o antropólogo das culturas Thomas Berry, publicaram, com os dados mais seguros da ciência, uma história do universo, do big-bang até os dias atuais (The Universe Story San Francisco, Harpert, 1992) conhecido como o mais brilhante trabalho até hoje realizado. A tradução foi feita mas a tolice dos editores brasileiros predominou e até hoje não foi lançado. Criaram a expressão a era ecozóica ou o ecoceno, uma quarta era biológica que sucede ao paleozóico, ao mesozóico e ao nosso neozóico.

A era ecozóica parte de uma visão do universo em cosmogênese. Sua característica não é a permanência mas a evolução, a expansão e a autocriação de emergências cada vez mais complexas que permitem o surgimento de novas galáxias, estrelas e formas de vida na Terra, até a nossa vida consciente e espiritual.

Não temem a palavra espiritual porque entendem que o espírito é parte do próprio universo, sempre presente mas que num estágio avançado da evolução se tornou em nós autoconsciente, percebendo-nos como parte do Todo.

Esta era ezóica representa uma restauração do planeta mediante uma relação de cuidado, respeito e reverência face a esse dom maravilhoso da Terra viva. A economia não é da acumulação mas do suficiente para todos de modo que a Terra refaça os seus nutrientes.

O futuro da Terra não cai do céu mas das decisões que tomarmos no sentido de estarmos em consonância com os ritmos da natureza e do universo. Cito Swimme: “O futuro será determinado entre aqueles comprometidos com o Tecnozóico, um futuro de exploração crescente da Terra como recurso, tudo para o benefício dos humanos e aqueles comprometidos com o Ecozóico, um novo modo de relação para coma Terra em que o bem-estar de toda a comunidade terrestre é o principal interesse” (p.502).

Se esse não predominar conheceremos possivelmente uma catástrofe, desta vez efetuada pela própria Terra, para se livrar de uma de suas criaturas que ocupou todos os espaços de forma violenta e ameaçadora das demais espécies, que, por terem a mesma origem e o mesmo código genético, são seus irmãos e irmãs, não reconhecidos mas maltratados e até assassinados.

Temos que merecer subsistir nesse planeta. Mas isso depende de uma relação amigável para com a natureza e a vida e uma profunda transformação nas formas de viver. Swimme ainda acrescenta: “Não poderemos viver sem aquele insight especial que as mulheres têm em todas as fases da existência humana” (p.501).

Essa é a encruzilhada de nosso tempo: ou mudar ou desaparecer. Mas quem crê nisso? Nos continuaremos a gritar.
Fonte: Meditação Diária




sábado, 17 de fevereiro de 2018

JESUS CURA

 

                                                                                                     LC.5,27,32
                                                                               “As pessoas que têm saúde não precisam de médico, mas só as que estão doentes.”
 
 
Como é bom quando nos reconhecemos como sendo doentes e necessitados da graça Divina, eis pois o convite do Senhor: “Vinde” e sereis curados de todos os males e enfermidades. De fato, a decisão é nossa se queremos permanecer enfermos pelos nossos pecados ou se queremos ser como Levi, relatado no evangelho de hoje: levantarmos, abandonarmos tudo e seguirmos Àquele que não está preocupado com as nossas faltas, mas sim com o nosso arrependimento e nossa disposição em segui-lo. Quando se está doente fisicamente, não permanecemos sentados, sem procurarmos o médico para o tratamento da enfermidade e, consequentemente, obter a cura. Conscientes das nossas enfermidades, busquemos também o médico das almas, o Senhor da vida.
 
Muitas vezes perdemos o foco e o centro da nossa existência humana, nos aborrecemos com os pecados dos outros, achando que eles são mais pecadores do que nós, apontando o dedo a “este ou aquele” que fez isso e aquilo, demostrando assim os mesmos comportamentos dos doutores da lei que criticavam Jesus por conviver com os pobres, ajudando-os a carregar os seus fardos pesados e a curá-los de suas enfermidades. Portanto, é necessário sabermos a que lado pertencemos: ao dos doutores da lei que se acham sãos e justos ou daqueles que se reconhecem doentes e necessitados de cura e libertação a fim de sermos curados pelo único médico? Façamos esta reflexão.
FONTEFonte: Meditação Diária
 


sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

42 QUILÔMETROS DE VIDA


 
 

 
 
 
 
 
 
Assim nós temos essa grande multidão de tes­temunhas ao nosso redor. Portanto,
 deixemos de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que se agarra firmemente em
 nós e continuemos a correr, sem desanimar, a corrida marcada para nós.
 
Conservemos os nossos olhos fixos em Jesus, pois é por meio dele que a nossa fé
 começa, e é ele quem a aperfeiçoa.
 
Começara a me afastar daquilo para o que eu sabia Deus estava me chamando
 havia alguns meses. Acho que cansara do esforço.
 
Pensando melhor, não me afastei necessaria­mente, apenas parei de avançar.
 Subconsicentemente, perguntava-me por que havia sequer escolhido entrar nessa
 corrida. Tendo me esquecido da emoção da arrancada e da sensação de forçar os
 pés contra o chão, tudo em que pensava era como o asfalto estava quente.
 
Foi só parar para recuperar o fôlego para me desgarrar do bando. A distância que
 me separa do outros parece tremenda, mas ainda sinto uma força dentro de mim, a
 voz do meu Treinador, sempre muito próxima, me instigando a continuar apesar da
 minha falta de determina­ção. Por que Ele ainda se importa? Não vê que perdi e
 desisti? Não só isso: não cumpri o que prometera a Ele e aos outros — aos demais
 corredores, aos patrocinadores, aos fãs, aos familiares e a mim mesmo.
 
Ele insiste que nada disso importa e quer apenas que eu esqueça o passado, os
 últimos e cruéis quilôme­tros, levante e volte a correr. Digo-lhe que não consigo, que
 não conseguirei completar o percurso. Olhe para mim: depois de uns 15 ou 20
 quilômetros, já estou sentado! De onde Ele teria tirado a ideia de que sou capaz?
 
Ele me diz que me dará a força, serve-me um copo de água refres­cante. O sabor
 excelente me mostra que eu havia parado de beber do líquido maravilhoso por
 algum tempo. Por algum motivo, concluíra que não tinha o tempo.
 
Meu treinador me diz que vai comigo, marcando a cadência até o fim. “Mas não vou
 vencer se não forçar o ritmo” — argumento.
 
Ele me faz recordar que não corro apenas pelo troféu. O propósito não é superar os
 outros maratonistas. Corro por uma causa — fazer minha bandeira cruzar a linha de
 chegada. Não comecei a corrida para desistir.
 
O copo se esvazia, minha sede está aplacada e é hora de voltar para a estrada.
 Mesmo ciente do tempo que perdi ali sentado, uma parte de mim ainda grita para eu
 sentar de novo. A temperatura na estrada subiu uns cinco graus. Mas será que isso
 basta para me deter? Nasci para correr! — digo a mim mesmo. Mas ainda estou ali
 parado. Não posso decepcioná-lO — tento me convencer, mas a sombra me segura
 como uma corrente.
 
Então ouço vozes trazidas pela brisa gentil que me envolve! Logo ali, no fim da
 curva, eles me chamam e acenam para mim. São os campeões de corridas
 passadas. Não são turistas bebericando coquetéis do outro lado da cerca. Suas
 vozes superam em muito o rugido das arquibancadas. Lugares de honra são
 reservados em reconhecimento àqueles que pagaram o preço e terminaram a
 carreira e cruzaram a linha de chegada.
 
Agora me chamam. Não: gritam meu nome. “Corra com o vento!” — me dizem.
 É hora! Meu coração dispara, mas a hesitação não me larga. Será que vou
 conseguir? “Sim!” — meu treinador promete. “Estou aqui com você e o orientarei até
 o fim. Não pense no esforço, mas na meta. Principalmente, não exija demais de si
 próprio, pois, no fim, o importante é não desistir.”
 
Como sempre, o primeiro passo é o mais difícil. Acho que foi o que Ele nos diz para
“correr sem desanimar”. A partir daí, cada passo parece mais leve que o anterior.
 Acho que con­sigo. Não! Juntos, nós conseguimos.
 
Chegará o dia em que você vai olhar para trás e ver que tudo que você fez e que
 valeu a pena impôs, no início, um desafio. E é assim que deve ser, porque os
 grandes desafios muitas vezes preparam pessoas comuns para sucessos
 extraordinários.
 
Toda luta surge por uma razão — muitas vezes para acrescentar à experiência ou
 para ensinar algo. Uma grande viagem nunca é fácil e as adversidades do caminho
 não serão perdas de tempo se você aprender e crescer com elas. —Angel Chernoff
 
 
Oração: Pai querido, quero entregar meus caminhos ao Senhor, meu trabalho, minha profissão, minhas finanças, para que o Senhor me ajude a administrar honestamente tudo o que o Senhor tem me dado. Quero dar um bom testemunho, consultando ao Senhor antes de negociar, comprar e vender para que eu não cause prejuízos a ninguém, para que eu seja um .
Fonte :Devoções Diária


quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Olavo Guerrero: ¨BEM SEI QUE NENHUM DE SEUS PROPÓSITOS PODEM SER I...

Olavo Guerrero: ¨BEM SEI QUE NENHUM DE SEUS PROPÓSITOS PODEM SER I...: ¨                 O ministério de João Batista foi principalmente um trabalho preliminar do realizado   por Jes...

¨BEM SEI QUE NENHUM DE SEUS PROPÓSITOS PODEM SER IMPEDIDOS

¨
 
 
 
 
 
 
 
 
O ministério de João Batista foi principalmente um trabalho preliminar do realizado
 por Jesus. A mensagem do primeiro foi de arrependimento e proclamava a chegada
 do Salvador. Alguns de seus seguidores permaneceram com ele, enquanto outros
 se converteram discípulos de Jesus.
 
Ele é reconhecido como um pregador zeloso, talvez pelo fato de ser nazereu desde
 o nascimento, con­dição que o proibia de beber bebidas alcoólicas e cortar o cabelo,
 dentre outras restrições. O Batista também esperava muito de seus seguidores,
 como evidencia a pergunta que em determinada ocasião eles fizeram a Jesus: “Por
 que jejuamos nós e os fariseus muitas vezes, mas os Teus discípulos não jejuam?”
 
É possível que estivessem confusos — e com um pouco de inveja — por causa do
 estilo de vida mais liberal que tinham os discípulos de Jesus. Talvez a pergunta
 tivesse até uma pequena carga de desprezo, embutisse uma leve reprimenda e
 sugerisse que Jesus fizesse Seus seguidores entrar na linha. A reposta de Jesus
 foi: “Podem estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está
 com eles? Dias, porém, virão em que o noivo lhes será tirado, e nesses dias
 jejuarão.” É como se dissesse: “Relaxem. Os problemas certamente virão. O melhor
 é desfrutar os momentos de paz enquanto existem.”
 
Às vezes tornamos a vida mais difícil que o necessário, assumindo mais do que
 Deus espera de nós. Complicamos o que pode ser simples. Afinal, o principal que
 Ele deseja é o amor. O profeta Miqueias assim explicou: “Ele já deixou claro como
 devemos viver: o que fazer, o que Ele procura em homens e mulhe­res. É muito
 simples: façam o que é correto e justo ao próximo, sejam compassivos e leais em
 seu amor e não se levem tão a sério.”
 
Sem dúvida, há ocasiões em que o caminho é pedregoso ou nos vemos diante de
 decisões de grande impor­tância. Mas quando não estamos em tempos tão críticos,
 devemos evitar complicar as coisas tentando resolver todos menores detalhes da
 vida. Do contrário, corremos o risco de não desfrutar a plenitude da alegria e da paz 
 que vêm com a presença de Deus.
 
A vida não é sempre complicada nem todas as decisões determinam nosso destino.
 Vamos nos lembrar disso e, quando apropriado, relaxar.
"Busquei ao SENHOR, e Ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores." Salmos 34:4
 
 
Pensamento: O medo é algo que está presente em nossas vidas, aliás foi Deus que permitiu que o medo existisse, pois ele é necessário, o medo pode ser útil, quando nos dá um senso de sobrevivênvia, nos alerta do perigo, etc. Mas o medo pode ser um pecado, quando ele é limitador e não permite que façamos o que é necessário para cumprir a vontade de Deus em nossas vidas. O medo não pode acontecer no momento que devemos ter fé e fazer o que Deus quer que façamos. Se isso acontecer faça como o salmista, busque ao Senhor e Ele o livrará de todos os seus temores.
 
 
Oração: Pai querido, perdoa porque as vezes tive medo de falar do Seu amor para alguém, ou porque as vezes tive medo de tomar uma decisão que traria bons resultados para minha vida, perdoa pela falta de fé. Mas eu quero clamar agora ao Senhor, e pedir que por favor o Senhor traga mais coragem a minha vida, para que eu possa praticar sua obra com mais ousadia. Eu oro em nome de Jesus. Amém.
 
Fonte: Devoções Diárias



sábado, 10 de fevereiro de 2018

Olavo Guerrero: “Panem et circenses” no Brasil

Olavo Guerrero: “Panem et circenses” no Brasil:       Frase para refletir: “Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas ...

“Panem et circenses” no Brasil

 
 
 
Frase para refletir:
“Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção?” (Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol El País).
 
Chegou o Carnaval. Nos primórdios o carnaval era três dias de alegria que antecedia o período da Quaresma, no qual se esperava quarenta dias de jejum e penitência em preparação para a Páscoa. Hoje, o Carnaval, deixou este aspecto religioso, e se assemelha mais com a política romana do pão e circo (alimentação e jogos, “panem et circenses”), diversão e comida para o povo esquecer de seus problemas. Naquele tempo foram criados estádios nas maiores cidades onde eram realizadas lutas entre gladiadores (dentre outros) para divertir o povo e depois havia distribuição de alimentos. A grande massa pobre da população acabava esquecendo-se de seus problemas, diminuindo assim as chances de alguma revolta. Em muitas cidades do Brasil, neste período, o governo mobiliza recursos para garantir a folia de alguns, em detrimento do sofrimento de muitos. São milhões investidos nesta indústria de manipulação de massa. Talvez por isso que se diz que o ano no Brasil começa só depois do Carnaval
Fonte:Meditação Diária




sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

UM CERTO GOSTO DO INACABADO


 

  É no seio da família que o homem, antes de tudo como criança, adolescente e, depois, normalmente como marido e mulher, faz o aprendizado do amor, da caridade, da acolhida do outro. Aprendendo a acolher o outro, o próximo, mas diferente, aprende-se a fazer lugar em nós para todos os outros, a todo outro e ao Outro com O maiúsculo. Deus, tão próximo e tão diferente. O amor autêntico é caminho para Deus. No diálogo conjugal há sempre gosto de incompletude e desconforto. Não apenas quando as coisas chegam ao clima da incompreensão. Mesmo os casais felizes sentem uma falta. O amor mais bem sucedido deixa um certo gosto de inacabado. Existe um mais a ser descoberto e conquistado. O amor conjugal pode levar à fonte do amor, Deus, do qual o casal é imagem. Não se trata de um fracasso amoroso, mas da realização do amor. Como escrevia Santo Agostinho: “Tu nos fizeste para ti, Senhor, e nosso coração não tem descanso enquanto não descansar.
Fonte: Meditação Diária
 
 

 
 

 


 

 


 



 


 



 




 



 




 
 
 
 
 


Devocional Diário