quarta-feira, 23 de maio de 2018

Olavo Guerrero: ONDE COMEÇAR?

Olavo Guerrero: ONDE COMEÇAR?:   Uma reflexão sobre a leitura da Bíblia   Eu era jovem quando me converti e me disseram que deveria ler a Bíblia, mas eu ...

ONDE COMEÇAR?

ONDE COMEÇAR?
 
Uma reflexão sobre a leitura da Bíblia
 
Eu era jovem quando me converti e me disseram que deveria ler a Bíblia, mas eu não tinha nenhuma ideia de onde começar. Tinha o hábito de dar uma olhada nas últimas páginas antes de começar um livro, só para ter uma ideia de como a história terminaria. No caso da Bíblia, o que aconteceu foi que caí de cabeça no Livro do Apocalipse. E não fez nenhum sentido para mim!
 
Felizmente, alguns cristãos mais experientes vieram em meu socorro e me deram alguns conselhos de como eu deveria ler a Bíblia: “Os Evangelhos são objetivos e a ajudarão a aprender sobre a vida e os ensinamentos de Jesus, entender a essência da mensagem de Jesus. O melhor ponto de partida é o Evangelho segundo João.” Foi interessante descobrir depois que é o livro que contém mais palavras de Jesus em toda a Bíblia. Cada capítulo revela um aspecto da Sua personalidade, mensagem e vida.
 
Mas a leitura não foi isenta de dificuldades. Ao terminar de ler os quatro Evangelhos, via contradições entre eles. Se aquela era a Palavra de Deus, por que os autores contaram algumas histórias ou citaram Jesus de forma diferente? Alguém me ajudou: “Quando você conta um filme a um amigo, não narra toda a história, apenas as partes que lhe chamaram mais a atenção. Outra pessoa provavelmente escolheria outras cenas que lhe pareceram mais relevantes. Não foi diferente com os evangelistas. Cada um relatou alguns aspectos da vida e ministério de Jesus e omitiu outros.” Fez sentido.
 
Na sequência recomendada para leitura, os próximos livros eram Salmos e Provérbios. No primeiro encontrei uma coletânea inspiradora de orações, súplicas, louvores, promessas e profecias. No outro, senti-me diante de uma riqueza de sabedoria prática. Como o Livro de Provérbios encontra-se dividido em 31 capítulos, proporcionou-me a conveniência de poder ler um capítulo por dia, durante um mês.
 
Mas se desejar um plano de ação, não apenas para crescer em fé, mas para dividir o que aprender com os outros, leia o Livro dos Atos. Ele relata as atividades dos discípulos, como trabalharam juntos e espalharam as Boas Novas, durante os primeiro 30 anos após a ressurreição de Jesus.
 
Certamente, a Bíblia tem muito mais do que os livros que aqui citei, mas foram um bom começo para minha jornada de fé e ainda hoje são meus favoritos.
 
 
Josué 1:8 Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem-sucedido.
 
Romanos 15:4 Pois tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança.
 
Hebreus 4:12 Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração.
Fonte: devocional Diário


terça-feira, 22 de maio de 2018

CRISESDE FÉ



                                           
          Aceitar todos os pontos da doutrina e acreditar completamente por fé não é sempre natural para todos. Assim como o Senhor fez as pessoas com personalidades e características físicas muito diferentes, há também diversos tipos de fé. Quer a sua seja a que requer tempo e estudo antes de você crer, quer você abrace conceitos com pouco ou nenhum questionamento, a meta final é o que conta: uma fé viva.
 
Não deve ser visto como fora do normal passar por crises de fé, duvidar ou questionar os pontos da doutrina, inclusive os princípios cristãos. O Senhor, muitas vezes, opera por meio dessas batalhas da mente e do espírito e as usa para nos fortalecer. Ele pode usar esse processo para nos ajudar a voltar para a fundação da nossa fé, para reafirmar nossas crenças e garantir que nossas vidas estejam bem alicerçadas no que cremos. Isso pode nos ajudar a entender o porquê de acreditarmos nas doutrinas que aceitamos e nas suas respectivas fundamentações nas Escrituras.
 
Muitos cristãos vivenciaram crises de fé ou tiveram de enfrentar ondas de dúvidas. Alguns exemplos notáveis que me ocorrem agora são Martinho Lutero, Madre Teresa e Adoniram Judson. Esses conflitos interiores e as batalhas que travaram para alcançar um lugar de fé e entendimento estão documentados. O resultado de suas experiências, entretanto, foi uma crença mais forte, um entendimento mais profundo de Deus e o relacionamento íntimo que Ele busca com cada um de nós. Suas batalhas e vitórias inspiraram muitos. Eu diria que suas dificuldades lhes deram uma compreensão mais profunda das dificuldades que as pessoas enfrentam para afirmar sua fé e como isso pode vir a fortalecê-la. Muitos têm experiências similares.
 
Em vez de entender as dúvidas e as crises de fé exclusivamente como ameaças que devam ser resistidas, afastadas de nossa mente e coração, devemos lembrar que os questionamentos, as dúvidas e o ceticismo podem ser degraus para uma fé cristã mais forte e madura. Servem para nos levar a examinar a essência do que cremos e afirmá-la. Podem nos ajudar a pensar e entender nossa fé tanto espiritual quanto intelectualmente, a pesquisar e descobrir “se estas coisas são assim”, para construir uma fé pessoal e pensada. Uma fé edificada sobre tais premissas não será facilmente dissuadida quando confrontada por argumentos ou crenças contrários ou com as visões intelectuais dos que não creem. Em última análise, o resultado pode ser uma fé mais forte e mais experiente.
 
 
Marcos 11:22-24 Respondeu Jesus: “Tenham fé em Deus. Eu lhes asseguro que se alguém disser a este monte: ‘Levante-se e atire-se no mar’, e não duvidar em seu coração, mas crer que acontecerá o que diz, assim lhe será feito. Portanto, eu lhes digo: Tudo o que vocês pedirem em oração, creiam que já o receberam, e assim lhes sucederá.
 
Hebreus 11:1 Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.
 
Efésios 2:8-9 Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.
Fonte: Devoçõed Diárias
 


 

CRISES DE FÉ




Aceitar todos os pontos da doutrina e acreditar completamente por fé não é sempre natural para todos. Assim como o Senhor fez as pessoas com personalidades e características físicas muito diferentes, há também diversos tipos de fé. Quer a sua seja a que requer tempo e estudo antes de você crer, quer você abrace conceitos com pouco ou nenhum questionamento, a meta final é o que conta: uma fé viva.


 


Não deve ser visto como fora do normal passar por crises de fé, duvidar ou questionar os pontos da doutrina, inclusive os princípios cristãos. O Senhor, muitas vezes, opera por meio dessas batalhas da mente e do espírito e as usa para nos fortalecer. Ele pode usar esse processo para nos ajudar a voltar para a fundação da nossa fé, para reafirmar nossas crenças e garantir que nossas vidas estejam bem alicerçadas no que cremos. Isso pode nos ajudar a entender o porquê de acreditarmos nas doutrinas que aceitamos e nas suas respectivas fundamentações nas Escrituras.


 


Muitos cristãos vivenciaram crises de fé ou tiveram de enfrentar ondas de dúvidas. Alguns exemplos notáveis que me ocorrem agora são Martinho Lutero, Madre Teresa e Adoniram Judson. Esses conflitos interiores e as batalhas que travaram para alcançar um lugar de fé e entendimento estão documentados. O resultado de suas experiências, entretanto, foi uma crença mais forte, um entendimento mais profundo de Deus e o relacionamento íntimo que Ele busca com cada um de nós. Suas batalhas e vitórias inspiraram muitos. Eu diria que suas dificuldades lhes deram uma compreensão mais profunda das dificuldades que as pessoas enfrentam para afirmar sua fé e como isso pode vir a fortalecê-la. Muitos têm experiências similares.


 


Em vez de entender as dúvidas e as crises de fé exclusivamente como ameaças que devam ser resistidas, afastadas de nossa mente e coração, devemos lembrar que os questionamentos, as dúvidas e o ceticismo podem ser degraus para uma fé cristã mais forte e madura. Servem para nos levar a examinar a essência do que cremos e afirmá-la. Podem nos ajudar a pensar e entender nossa fé tanto espiritual quanto intelectualmente, a pesquisar e descobrir “se estas coisas são assim”, para construir uma fé pessoal e pensada. Uma fé edificada sobre tais premissas não será facilmente dissuadida quando confrontada por argumentos ou crenças contrários ou com as visões intelectuais dos que não creem. Em última análise, o resultado pode ser uma fé mais forte e mais experiente.


Fonte: Devoções Diárias