quarta-feira, 9 de março de 2016

CONCRETIZANDO SONHOS



As pessoas, em diferentes graus, são insatisfeitas consigo mesmas e com suas circunstâncias, o que não é necessariamente ruim, visto que o progresso depende de certa dose de descontentamento e que para nos tornamos tudo que precisamos ser, devemos sonhar em ser mais
O problema é que muitos param por aí: no sonho. Por quê?

Com frequência, não se julgam capazes de realizar plenamente seus sonhos e, de modo geral, não estão errados. 

A força de vontade e o trabalho árduo podem promover algumas mudanças, tais como atingir uma meta de vendas ou perder uns quilos, mas… e as mudanças maiores, como as interiores que sabemos nos farão pessoas mais felizes e melhores? Muitas vezes, são as mais difíceis de conquistar.
Dizemos a nós mesmos que não somos bons o bastante. Falhamos demais e erramos em excesso. Jesus resumiu a mensagem com grande simplicidade quando disse: “Para os homens é impossível, mas não para Deus; para Deus todas as coisas são possíveis.” O segredo é nos colocarmos nas mãos de Deus e deixar que Ele faça o impossível por nós, conosco ou, em alguns casos, apesar de nós. Talvez sejamos pequenos, fracos e incapazes, mas existe um Deus muito grande, forte e capaz esperando por uma oportunidade para dar uma mão.
Seja como Ele
Cristo em vós, esperança da glória. — Colossenses 1:27
O segredo do cristão é que, nele, o sobrenatural se torna natural, pela graça de Deus, e essa experiência se faz presente nos detalhes práticos da vida. — Oswald Chambers (1874–1917)
Ser como Cristo. Essa é nossa meta pura e simples. Parece um objetivo pacífico, relaxante e fácil. Mas pare e pense. Ele aprendeu obediência pelas coisas que padeceu; e é o que devemos fazer. Não é nada fácil, rápido nem natural. É impossível na carne, um processo lento e sobrena­tural em seu escopo. Somente Cristo pode realizar isso conosco. — Chuck Swindoll (nascido em 1934)
Pois Deus é quem trabalha em vocês para que desejem e realizem as coisas que lhe agradam. — Filipenses 2:13
—
Mateus 19:26 Jesus olhou para eles e respondeu: “Para o homem é impossível, mas para Deus todas as coisas são possíveis”.
Lucas 1:37 Pois nada é impossível para Deus.
Jeremias 32:17 Ah! Soberano Senhor, tu fizeste os céus e a terra pelo teu grande poder e por teu braço estendido. Nada é difícil demais para ti.fonte:let Jesus.

sábado, 5 de março de 2016

SIM OU NÃO






Qual é a maior decisão que você tomará na vida?
 Voltemos a esta pergunta mais tarde.

 Por ora, pense a respeito disso:

 você pode tomar decisões. Você pode tomar decisões
 Caso você nunca tenha pensado a respeito disso antes, por favor, considere:

 tomar decisões é uma capacidade extraordinária.
Por que um salmão nada contra a correnteza uma vez ao ano?
 Por que ele decide ou por que algum instinto o leva a fazê-lo?

 Ele praticamente não tem escolha a respeito
. Mas uma recém-formada na universidade pode mudar-se para São Paulo ou Porto Alegre, se possuir uma oferta de emprego em ambas as cidades
. Ela terá que fazer uma escolha, não baseada em seus instintos.
 Será São Paulo ou Porto Alegre?

 Talvez o trabalho em São Paulo pague mais, mas ela prefira morar em Porto Alegre mesmo assim
. Escolher um ou outro implica em um ‘não’ e em um ‘sim’. Ela dirá ‘sim’ à cidade que escolheu e ‘não’ à cidade em que decidiu recusar o trabalho.
Dizemos ‘sim’ e ‘não’ o temp
o todo. Provavelmente milhares por dia.
 Você já parou para pensar em como essa habilidade é maravilhosa?
 Já pensou em qual seria a decisão mais importante da sua vida?

Decidir requer opções

A capacidade de escolha é algo notável
. Se o seu curso exige que você escolha uma língua estrangeira para estudar, você pode escolher a que quiser. Será francês, russo, alemão ou espanhol? 
Você não é instintivamente forçado a aprender nenhuma delas.
 Ao contrário, você considera as opções e diz ‘sim’ para uma, e ‘não’ para todas as outras.
Um garoto que cresce na República Dominicana não decide quem serão seus pais, em que cidade será criado e que língua falará.

 Mas conforme cresce, sua gama de opções aumenta.
 Se ele conseguir passar pelo ensino primário, poderá escolher entrar para o exército ou fazer uma faculdad

e. Qual ele vai escolher?
Ele não escolheu nascer na República Dominicana mas, se estudar bastante, formar-se médico e ganhar dinheiro suficiente, poderá decidir sair de sua terra natal e abrir uma clínica em um outro país.


Muitas coisas nos são forçadas quando nascemos. 
Quem nossos pais são, onde nascemos, nosso gênero e raça
. Mas conforme vivemos, aprendemos que podemos e devemos fazer escolhas quando há múltiplas opções disponíveis.
 Em um lar saudável, o pai ajuda seus filhos adolescentes a entenderem que eles precisam tomar decisões na vida, e que estas terão as suas conseqüências.

As pessoas tomam decisões de acordo com a as opções que possuem.
 Se não têm opção, não há decisão a ser tomada. 
Porém, se há mais de uma opção, uma escolha deve ser feita.

 Mesmo a opção por não decidir é uma decisão.
Algumas decisões são mais importantes que outras

 A escolha de uma mulher em se casar com João ou Fred é muito mais importante do que sua preferência por pão com manteiga ou por fruta no café da manhã.
 Ela é mais importante porque a escolha de seu companheiro terá conseqüências maiores e mais duradouras.


O que vemos é que a importância de uma decisão está atrelada a duas coisas:

 suas conseqüências e as pessoas ou coisas envolvidas.
Por exemplo, com quem você vai se casar é uma decisão muito importante.
 Envolve outro ser humano e a pessoa eleita trará conseqüências impactantes e permanentes em sua vida.

 Com isso em mente, qual é a maior decisão da sua vida?

Quando decidir se torna importante


Pense nisso: a decisão mais importante da sua vida envolve o que você vai fazer com Deus.
Reflita um pouco.
 Se Deus é quem a maioria das pessoas pensa que é, então ele é a pessoa mais importante que exis
te. Ele é o Criador e o Mantenedor do Universo..
 Ele é um ser que sempre existiu e que está aqui para ficar, não importa o que aconteça.
A sua opção por ‘onion rings’ ao invés de fritas, não é algo relevante.
 Que diferença fará se você escolher comprar uma camisa xadrez ao invés de uma vermelha lisa?
 Se você se casou com Bruno ou Breno, Maria ou Mariana – ainda que isso seja importante -, no fim das contas, o que é essa escolha comparada com a sua decisão de juntar-se a Deus?
E esta é exatamente a situação em que nos encontramos
. Porque Deus permitiu que pudéssemos dizer ‘sim’ ou ‘não’ para Ele

. Nós podemos aceitar este matrimônio divino ou rejeitá-lo de uma vez.
 Nós podemos dizer ‘sim’ ou ‘não’ para o Deus de toda a criação.

 E não decidir é, no fim das contas, uma decisão.
Se você pensar um pouco, verá que isso é bem impressionante.
 Imagine que você seja amado (a) e adorado (a) pela pessoa mais linda, inteligente, esperta, amorosa e corajosa que já existiu.
 Imagine que essa pessoa te ame com um amor sacrificial e queira casar-se com você para a vida toda – na verdade para uma eternidade de alegria compartilhada.


O que você diria? ‘Sinto muito. 
Você não é boa o suficiente para mim.’
Ainda assim, esta é a posição que muitas pessoas (a maioria?)
 toma com relação a Deus.

Algumas decisões deveriam ser fáceis

Se algum dia nós quiséssemos um relacionamento com alguém, deveria ser com Deus. Não há ninguém melhor para se relacionar. 
Ele é perfeitamente bom, sábio, amoroso, justo, respeitoso, honesto e cuidadoso.
 É bem possível que olhar em seu rosto se tornasse a maior experiência de nossas vidas.
E mesmo assim dizemos para ele, ‘Não, obrigado(a)’. 
E posicionar-se assim é declarar, de certa forma, que ele não é bom o suficiente para nós. 

Irônico, não?
Mas por que o rejeitamos?
 Talvez seja porque ele nos intimida demais
. Pensamos, ‘quem quer estar casado (a) com alguém perfeito? Ele(a) notaria os meus defeitos o tempo todo!’ Mas Deus não nos pede para sermos perfeitos, mas para simplesmente nos achegarmos a Ele em nossa imperfeição
. Ele até nos diz que retirará de nós os nossos defeitos na próxima vida, para que nos tornemos mais como Ele.
Então o que é isso?
 Por que rejeitar alguém tão maravilhoso como Deus? 
Só Ele sabe
. Para cada um, a razão pode ser diferente.  
De qualquer forma, é muito humilde da parte de Deus permitir que possamos decidir a respeito disso.
 É de fato uma grande condescendência.
Pense um pouco. Deus é Deus; nós não somos.
 Nós precisamos Dele, mas Ele não precisa de nós. 
Ele pode existir sem a gente.
 Ele sempre existiu.
 Mas nós não podemos existir sem Ele.
 Nós nunca existimos sem Ele.
E Ele sabe que é a melhor opção para nós.
 Ele sabe que é a pessoa mais bela, inteligente, honesta, amorosa e cuidadosa que já existiu.
 Ele sabe que, se nós nos entregássemos para viver em relacionamento com Ele, seria para o nosso próprio bem.
 Na verdade, não há nada que poderia ser melhor. Nada.
Por isso, com todo o direito, Ele não deveria permitir que escolhêssemos rejeitá-lo.
 Mas Ele permite. 
Ele deixa que nós falemos o grande ‘não, obrigado(a)’. 
E quem somos nós para rejeitá-lo?

Deus deixou as decisões para nós

A maior condescendência é que Deus se mantém pronto para nos receber, na hora em que decidirmos nos aproximar dele, mesmo que a nossa obrigação fosse buscá-lo desde o começo
. Se Ele fosse esnobe ou rancoroso, nunca nos aceitaria. Por que Ele teria que se rebaixar (e, de fato, Ele o faz) para nos receber depois de o rejeitarmos.

Mas Deus nos mostra graça e misericórdia.
 Ele é compassivo. Ele é paciente. Ele bate na porta dos nossos corações e espera por uma resposta. Ele nos permite tomar a grande decisão.
 Existe um ‘não’ mais assombroso do que um ‘não’ dito a Deus?
 Existe um ‘sim’ mais completo do que um ‘sim’ dito a Deus?



Tenho uma pergunta…Fonte :sua Esolha.


sexta-feira, 4 de março de 2016

MAIS QUE UMA FÉ CEGA



É impossível para nós sabermos com certeza se Deus existe e como Ele é a não ser que Ele tome a iniciativa e se revele a nós. Devemos saber como Ele é e como age conosco. 
Suponha que saibamos que Ele existe, mas se parece com Adolf Hitler – inconstante, 
depravado, preconceituoso e mal.
Que terrível realidade seria!
Devemos vasculhar o horizonte da história para ver se existe alguma evidência da revelação de Deus.
 Existe uma evidência clara: em uma remota vila da Palestina, há quase 2.000 anos, uma criança nasceu numa estrebaria.

 Até hoje o mundo inteiro está celebrando o nascimento de Jesus.


Ele viveu discretamente até completar 30 anos de idade, quando então começou seu ministério público que durou três anos. Estava destinado a mudar o rumo da história. Ele era uma pessoa bondosa e nos contam que “as multidões estavam maravilhadas com seu ensino, porque Ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei”. (Mateus 7:29)

Examine a Identidade de Jesus – Ele Disse Ser o Filho de Deus



Porém, logo se tornou evidente, que Ele estava fazendo declarações surpreendentes e assustadoras sobre si mesmo. 
Ele começou a se identificar como muito mais do que um extraordinário mestre ou profeta. Ele começou a dizer claramente que era Deus. Fez de sua identidade o ponto principal de Seus ensiname
ntos. A pergunta mais importante que fez aos seus seguidores foi
 “Quem vocês dizem que eu sou?”. 
Ao que Pedro respondeu dizendo:
 “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:15-16). Jesus não se surpreendeu, nem repreendeu Pedro.

 Pelo contrário, Ele o elogiou!
Ele declarou isso explicitamente e Seus ouvintes sentiram todo o impacto de suas palavras.
 A Bíblia nos diz: “os judeus mais ainda queriam matá-lo, pois não somente estava violando o sábado, mas também estava até mesmo dizendo que Deus era seu próprio Pai, igualando-se a Deus” (João 5:18).


Em outra ocasião Ele disse: “Eu e meu Pai somos um”. 
Imediatamente, os judeus quiseram apedrejá-Lo e Ele perguntou por qual boa obra queriam fazer aquilo. 
Eles responderam: “Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas pela blasfêmia, porque sendo um simples homem se apresenta como Deus” (João 10:33).

Jesus claramente declarou ter atributos que só Deus tem.


Quando um homem paralítico foi introduzido pelo telhado querendo ser curado por Jesus, Ele disse:
“Filho, os teus pecados estão perdoados”. Isso causou um grande tumulto entre os líderes religiosos, que raciocinaram em seu íntimo: “Por que esse homem fala assim?
 Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser Deus?” (Mateus 2:5-6).
Em um momento crítico, quando sua vida estava em risco, o sumo sacerdote perguntou a Ele diretamente: “Você é o Cristo, o Filho do Deus Bendito?”
. “Sou”, disse Jesus. “E vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso vindo com as nuvens do céu”.

O sumo sacerdote rasgou as próprias vestes. 
“Por que precisamos de mais testemunhas?” 
ele perguntou. “Vocês ouviram a blasfêmia. Que acham?” (Marcos 14:61-64)
Tão próxima era a sua conexão com Deus que Ele igualava a atitude de uma pessoa para com Ele como sendo feita para com o próprio Deus.
 Por essa razão, quem O conhece, conhece a Deus (João 8:19; 14:7). Quem O vê, vê a Deus (12:45; 14:9). Quem crê Nele, crê em Deus (12:44; 14:1)
. Quem O recebe, recebe a Deus (Marcos 9:37).
 Quem O odeia, odeia a Deus (João 15:23).
 E quem O honra, honra a Deus (5:23).

Fé Cega? – Observe As Quatro Possibilidades

Ao encararmos as declarações de Cristo, existem quatro possibilidades:
 Ou Ele foi um mentiroso, um lunático, um mito, ou a Verdade. Se dissermos que Ele não é a Verdade, estamos automaticamente afirmando uma das outras três alternativas, percebendo isso ou não.

(1) Uma das possibilidades é a de que Jesus tenha mentido quando disse ser Deus — Ele sabia que não era Deus, mas enganou deliberadamente seus ouvintes para dar autoridade aos Seus ensinamentos. 
Poucos, senão ninguém, seriamente mantêm essa opinião. Até mesmo aqueles que negam Sua divindade afirmam que Ele foi um grande mestre moral.
 Mas quem também crê nessa última possibilidade falha em perceber que duas afirmações se fazem contraditórias: 
Jesus não poderia ser um grande mestre moral se, no ponto crucial do Seu ensino — a Sua identidade– fosse um grande mentiroso.

(2) Uma mais agradável, embora não menos surpreendente possibilidade, é a de que Ele era realmente sincero, mas era enganado por suas próprias ilusões. 
Temos um nome hoje para uma pessoa que pensa ser Deus, chamamos de lunático, e certamente, se aplicaria a Cristo se ele estivesse enganado nesta questão tão importante. Mas quando olhamos para a vida de Cristo, não vemos evidência da anormalidade e desequilíbrio que encontramos em pessoas insanas.

 Pelo contrário, encontramos a melhor compostura de alguém que viveu sobre pressão.
(3) A terceira alternativa é a de que toda aquela conversa de declarar ser Deus é um mito — o que aconteceu foi que Seus entusiasmados seguidores, nos séculos III e IV, colocaram palavras em Sua boca que deixariam você chocado se as ouvisse; palavras que, novamente proferidas, seriam alvo de repúdio imediato.
A teoria do mito tem sido significantemente refutada por muitos descobridores da arqueologia moderna, que têm, de uma vez por todas, mostrado que as quatro biografias de Cristo foram escritas durante o período de vida da geração de Cristo.
 Algum tempo atrás Dr. William F. Albright, famoso arqueologista mundial agora aposentado, da Universidade John Hopkins, diz que não há razão para acreditar que nenhum dos evangelhos foi escrito depois de 70 d.C. Seria admirável o fato de um mero mito sobre Cristo, na forma de evangelho, ter ganhado circulação e ter tido o impacto que teve, sem a menor base em fatos.


Isso seria tão absurdo quanto alguém na nossa própria época escrever uma biografia de John H. Kennedy e nela dizer que ele declarava ser Deus, perdoava os pecados das pessoas, e tinha ressuscitado dos mortos
. Tal estória é tão louca e nunca teria credibilidade, pois ainda há muitas pessoas por aí que sabem quem realmente foi Kennedy.
 Assim, a teoria do mito não resiste à luz da recente data dos manuscritos dos evangelhos.
(4) A alternativa que resta é a de que Jesus falou a verdade. Mas, declarações somente não querem dizer muito. 
Palavras são vento. Qualquer um pode fazer declarações.

 Houve outras pessoas que disseram ser Deus
. Eu declararia ser Deus; você poderia declarar ser Deus, mas a pergunta que temos de responder é: “Que provas trazemos para sustentar essa declaração?”.
 No meu caso, não levaria cinco minutos pra você provar que a minha declaração é falsa. 
E, provavelmente, eu não levaria muito tempo para provar a falsidade da sua também. 
Mas quando se trata de Jesus de Nazaré não é tão simples.
 Ele tinha as provas que validavam Sua declaração. Ele disse:
 “Mesmo que não creiam em mim, creiam nas obras, para que possam saber e entender que o Pai está em mim, e eu no Pai” (João 10:38).

Examine As Evidências De Jesus

Primeiro: seu caráter moral coincidia com Suas declarações.
 Muitas pessoas internadas em asilos dizem ser celebridades ou deidades. Mas o caráter delas prova que suas declarações não são verdadeiras.
 O mesmo não acontece com Cristo. Ele é único–tão único quanto Deus.
Jesus Cristo não tinha pecado
. A qualidade de Sua vida era tal que era capaz de desafiar Seus inimigos com uma pergunta: “Algum de vocês pode me acusar de algum pecado?”
 (João 8:46). Ele só ouvia o silêncio como resposta, embora
Ele se dirigisse àqueles que adorariam apontar um defeito em Seu caráter.
Lemos sobre as tentações de Jesus, mas não ouvimos nenhuma confissão de pecado de 
Sua parte. Ele nunca pediu perdão, embora dissesse aos Seus seguidores para pedirem.
Essa falta de qualquer percepção de falha moral da parte de Jesus é impressionante, visto pelo fato de que é completamente contrária ao que sabemos das experiências dos santos e místicos de todos os tempos
.Quanto mais próximas as pessoas estão de Deus, mais desapontadas se sentem com suas próprias falhas, corrupção e deficiências.
 Quanto mais perto se fica de uma luz brilhante, mais se percebe que é preciso tomar um banho. Isso também é verdade, na esfera moral, para meros mortais.

É também surpreendente que João, Paulo e Pedro, treinados desde a infância a acreditar na universalidade do pecado, falaram da inocência de Cristo: 
“Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca” 
(1 Pedro 2:22).
Pilatos, que nem amigo de Jesus era, disse:
 “Que crime Ele cometeu?”
 (Mateus 27:23). Ele implicitamente reconheceu a inocência de Cristo
. E o centurião romano que foi testemunha da morte de Cristo disse:
 “Verdadeiramente este era o Filho de Deus” (Mateus 27:54).

Segundo: Cristo demonstrou um poder sobrenatural que só poderia pertencer a Deus, o Autor dessas forças.
 Ele acalmou uma violenta tempestade de vento e ondas no Mar da Galiléia.
 Ao fazer isso, ele despertou a seguinte pergunta naqueles que estavam no barco:
 “Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” (Marcos 4:41).
 Ele transformou água em vinho; alimentou 5.000 pessoas com cinco pães e dois peixes; devolveu a uma viúva desconsolada seu filho, ressuscitando-o dos mortos e trouxe novamente à vida a filha morta de um pai desolado
 O mais significante é que Seus inimigos não negavam os milagres, mas preferiram tentar matá-Lo: “Se o deixarmos assim, todos crerão nele” (João 11:48).


Terceiro: Jesus demonstrou o poder do Criador sobre doenças e enfermidades.Ele fez o paralítico andar, o mudo falar e o cego ver.
 Algumas de Suas curas atingiam problemas de nascença que não seriam curados por meios naturais.
 O mais surpreendente foi a cura de um homem cego cujo caso está relatado em João 9. 
Embora o homem não conseguisse responder seus insistentes interrogadores, sua experiência foi suficiente para que se convencesse:
 “Uma coisa sei: eu era cego e agora vejo!” ele declarou.
 Ele estava impressionado com o fato de seus amigos não reconhecerem Aquele que o curou como o Filho de Deus. 
“Ninguém jamais ouviu que os olhos de um cego de nascença tivessem sido abertos” 
(João 9:25,32). Para ele a evidencia era obvia.

Quarto: a suprema prova de Jesus para autenticar a proclamação de Sua divindade foi Sua ressurreição dentre os mortos.
 Por cinco vezes no curso de Sua vida Ele predisse que morreria.
 Ele também predisse como morreria e que três dias depois ressuscitaria dos mortos e apareceria aos Seus discípulos.
Certamente esse foi o grande teste. Era uma declaração que seria fácil verificar. Aconteceria ou não.
Amigos e inimigos do cristianismo reconheceram a ressurreição de Cristo como sendo a pedra de fundação da fé cristã.
 Paulo, o grande apóstolo, escreveu: “se Cristo não ressuscitou, é vazia a nossa pregação, como também é vazia a fé que vocês têm”
 (1 Coríntios 15:14). Paulo colocou toda a sua fé na ressurreição do corpo de Cristo, tendo Ele ressuscitado ou não dos mortos. 
E, se Ele ressuscitou, foi o evento mais sensacional de toda a história.

Observe as deduções

Se Cristo ressuscitou, sabemos com certeza que Deus existe, como Ele é e como podemos conhecê-Lo através de uma experiência pessoal.

Assim, o universo adquire significado e propósito, e é possível experimentar um Deus vivo no mundo de hoje.
Por outro lado, se Cristo não ressuscitou dos mortos, o Cristianismo é uma interessante peça de museu – nada mais – não tem validade ou realidade objetiva.
 Embora seja até uma idéia agradável, certamente não vale a pena ficar muito empolgado com isso. Os mártires que foram lançados aos leões cantando e os missionários contemporâneos que perderam suas vidas no Equador e Congo levando a mensagem a outros, foram pobres tolos iludidos.
O ataque ao Cristianismo por seus inimigos tem sido mais freqüentemente concentrado na ressurreição porque está claro que esse evento é o “x” da questão
 Um ataque notável aconteceu no início dos anos 30 por um jovem advogado britânico.

 Ele estava convencido de que a ressurreição era mera fábula e fantasia. 
Percebendo que era a pedra de fundação da fé cristã, ele decidiu fazer um favor ao mundo e de uma vez por todas expor essa fraude e superstição.

Como advogado, ele sentia que tinha as qualidades críticas para testar rigidamente cada evidência e para não admitir como evidência tudo que não se adequasse ao rígido critério de admissão de um tribunal hoje.


Porém, enquando Frank Morrison estava fazendo sua pesquisa, algo extraordinário aconteceu.
 O caso não era tão fácil quanto ele pensava. Como resultado desse acontecimento, o primeiro capítulo de seu livro, “Quem moveu a pedra?”
 (Who Moved the Stone?) é entitulado “O Livro Que Recusou Ser Escrito” (The Book That Refused to Be Written). 
Nele, ele descreve como, enquanto examinava as evidências, foi persuadido contra o que ele mesmo acreditava, o fato da ressurreição física de Cristo.

Veja o que Aconteceu no Momento de Sua Morte

A morte de Jesus foi por execução pública numa cruz.
 O governo disse que a condenação era por blasfêmia
. Jesus disse que foi para pagar por nossos pecados. 
Depois de ser severamente torturado, os pés e os punhos de Jesus foram pregados na cruz onde Ele foi suspenso, e mais tarde morreu lentamente sufocado.
 Uma lança foi transpassada pelo Seu corpo para confirmar a Sua morte.

O corpo de Cristo foi envolvido em linho coberto com aproximadamente 38 quilos de ervas molhadas e pegajosas.
 Seu corpo foi colocado dentro de um túmulo numa rocha.

 Uma pedra de quase duas toneladas foi rolada por alavancas para guardar a entrada. 

Porque Jesus tinha publicamente dito que ressuscitaria dos mortos em três dias, uma guarda de treinados soldados romanos foi posicionada no túmulo.
 E um selo oficial romano foi fixado na entrada do túmulo declarando que era propriedade do governo.

 Apesar de tudo isso, três dias mais tarde o corpo tinha sumido.
 Somente os panos de linho permaneciam na tumba, na forma do corpo, mas vazio.
 A rocha que formalmente selava o túmulo foi encontrada fora do lugar, a uma longa distância longe do túmulo.

Observe o que Aconteceu no Túmulo

A explicação que logo começou a circular era a de que os discípulos roubaram o corpo
! Em Mateus 28:11-15, temos o registro da reação dos sacerdotes e dos líderes religiosos quando os guardas deram a desagradável e misteriosa notícia de que o corpo tinha sumido. 
Eles deram dinheiro aos soldados e mandaram dizer que os discípulos tinham ido durante a noite e roubado o corpo enquanto estavam adormecidos.
 Aquela estória era tão falsa que Mateus nem se preocupou em refutá-la!

 Que juiz iria ouvir você se dissesse que enquanto estava dormindo você sabia que foi o seu vizinho que entrou na sua casa e roubou seu aparelho de TV? Quem sabe o que está acontecendo enquanto se dorme?
 Testemunho como esse seria ridicularizado num tribunal.
Além do mais, estamos lidando com uma impossibilidade psicológica e ética.
Roubar o corpo de Cristo seria algo totalmente contrário ao caráter dos discípulos e a tudo o que sabemos sobre eles. 
Significaria que eles foram culpados de uma deliberada mentira que foi responsável pelo engano e morte de milhares de pessoas.

 É inconcebível que, mesmo que alguns discípulos tivessem conspirado e conseguido fazer esse roubo, eles nunca teriam contado aos outros.


Cada um dos discípulos enfrentou o teste da tortura e do martírio por suas afirmações e crenças.
 Homens e mulheres irão morrer pelo o que acreditam ser verdade, embora possa ser realmente mentira. Se em algum momento o homem fala a verdade, é no seu leito de morte.
 E se os discípulos tivessem roubado o corpo, e Cristo ainda estivesse morto, ainda teríamos o problema de explicar todas as Suas declaradas aparições.

Uma Segunda hipótese é que as autoridades, Judia e Romana, removeram o corpo! Mas por quê? 
Eles colocaram guardas no túmulo, qual seria a razão de remover o corpo?
 E, quanto ao silêncio das autoridades diante da ousada pregação dos apóstolos sobre a Ressurreição em Jerusalém?
 Os líderes eclesiásticos estavam fervilhando de raiva, e fizeram todo o possível para prevenir que a mensagem da ressurreição de Jesus dentre os mortos se espalhasse. 
Prenderam Pedro e João, bateram e ameaçaram a eles numa tentativa de calar suas bocas.
 Mas havia uma solução muito simples para o problema deles

. Se eles tivessem o corpo de Cristo, poderiam desfilar com ele pelas ruas de Jerusalém.
De uma só vez eles teriam abafado com sucesso o Cristianismo ainda no seu berço.
 O fato de que eles não fizeram isso sustenta o testemunho eloqüente de que eles não tinham o corpo.

Outra teoria popular foi que as mulheres, perturbadas por uma tristeza devastadora, erraram o caminho na pouca luz da manhã e foram ao túmulo errado. 

Na sua distração elas imaginaram que Cristo tinha ressuscitado porque encontraram o túmulo vazio.
 Essa teoria, entretanto, foi derrubada pelo mesmo fato que destruiu a teoria anterior.
Se as mulheres foram ao túmulo errado, por que os sumos sacerdotes e outros inimigos da fé não foram até o túmulo correto e revelaram o corpo?
 Além disso, é inconcebível que Pedro e João se sujeitariam ao mesmo erro, e certamente José de Arimatéia, dono do túmulo, teria resolvido o problema. 
E mais, é preciso relembrar que este era um lugar privado para sepulcros, não era um cemitério público.
 Não havia outro túmulo nas proximidades que fosse permitir que cometessem tal erro.

A teoria do desmaio também foi levantada para explicar o túmulo vazio
. Nesta visão, Cristo não na verdade não morreu.
 Ele foi dado como morto por engano, mas desmaiou de exaustão, dor e perda de sangue. Quando foi colocado no gélido túmulo, Ele reviveu. Ele saiu do túmulo e apareceu aos Seus discípulos, que por engano pensaram que tinha ressuscitado dos mortos.
Esta é uma teoria da construção moderna

. Apareceu primeiramente no fim do século XVIII. É importante ressaltar que nenhuma sugestão desse tipo surgiu na Antigüidade, em meio aos violentos ataques que foram feitos ao Cristianismo.
Todos os registros mais antigos são enfáticos sobre a morte de Jesus. Mas vamos assumir por um momento que Cristo foi sepultado vivo e desmaiou. É possível acreditar que Ele teria sobrevivido três dias num túmulo úmido, sem comida ou água ou atenção de qualquer tipo? Teria Ele tido força para se soltar dos panos que o envolviam, empurrar a pesada rocha da boca da gruta, passar pelos soldados, e andar quilômetros nos pés que foram perfurados com pregos

? Tal crença é mais fantástica que o simples fato da ressurreição.
Até o crítico alemão David Strauss, que de maneira nenhuma apóia a teoria da ressurreição, rejeitou esta idéia inacreditável. Ele disse:
É impossível que um Homem que acabou de sair de um túmulo, semi-morto, e que vagueou de um lado para o outro fraco e doente, precisando de cuidados médicos, de curativos, de encorajamento, e outros cuidados, e que há pouco havia sucumbido ao sofrimento, pudesse jamais dar aos discípulos a impressão de que tinha vencido a morte e o túmulo; de que era o Príncipe da Vida.


Enfim, se essa teoria está correta, o próprio Cristo foi envolvido em pesadas mentiras. Seus discípulos acreditaram e pregaram que Ele estava morto, mas que tinha voltado a viver. Jesus não fez nada para dissipar essa crença, mas, pelo contrário, a encorajou.
A única teoria que adequadamente explica o túmulo vazio é a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.

Veja o que Jesus Cristo Oferece a Você

Se Jesus Cristo ressuscitou dos mortos, provando ser Deus, Ele está vivo hoje
. Sua vontade é mais do que ser adorado. Sua vontade é ser conhecido e fazer parte de sua vida. Jesus disse: 
“Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo” (Apocalipse 3:20).
Carl Gustav Jung disse:
 “A neurose principal de nosso tempo é o vazio
.”Todos nós temos um profundo anseio para que nossas vidas tenham sentido.
 Jesus nos oferece uma vida mais significativa, abundante, que resulta de um relacionamento com Ele. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente”
 (João 10:10).
Porque Jesus morreu na cruz, levando com Ele todos os pecados da humanidade, Ele agora nos oferece perdão, aceitação e um genuíno relacionamento com Ele.
Agora mesmo você pode convidar Jesus Cristo para fazer parte da sua vida.
 Você pode dizer para Ele algo assim: “Jesus, obrigado por morrer na cruz pelos meus pecados. Peço que Você me perdoe e que faça parte da minha vida agora.
 Obrigado por me oferecer um relacionamento com Você”.

Se você precisa de mais informações ou ainda tem perguntas sobre quem Jesus é.Fonte :Meditação Diária; Sua Escolha.