sexta-feira, 4 de março de 2016

MAIS QUE UMA FÉ CEGA



É impossível para nós sabermos com certeza se Deus existe e como Ele é a não ser que Ele tome a iniciativa e se revele a nós. Devemos saber como Ele é e como age conosco. 
Suponha que saibamos que Ele existe, mas se parece com Adolf Hitler – inconstante, 
depravado, preconceituoso e mal.
Que terrível realidade seria!
Devemos vasculhar o horizonte da história para ver se existe alguma evidência da revelação de Deus.
 Existe uma evidência clara: em uma remota vila da Palestina, há quase 2.000 anos, uma criança nasceu numa estrebaria.

 Até hoje o mundo inteiro está celebrando o nascimento de Jesus.


Ele viveu discretamente até completar 30 anos de idade, quando então começou seu ministério público que durou três anos. Estava destinado a mudar o rumo da história. Ele era uma pessoa bondosa e nos contam que “as multidões estavam maravilhadas com seu ensino, porque Ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei”. (Mateus 7:29)

Examine a Identidade de Jesus – Ele Disse Ser o Filho de Deus



Porém, logo se tornou evidente, que Ele estava fazendo declarações surpreendentes e assustadoras sobre si mesmo. 
Ele começou a se identificar como muito mais do que um extraordinário mestre ou profeta. Ele começou a dizer claramente que era Deus. Fez de sua identidade o ponto principal de Seus ensiname
ntos. A pergunta mais importante que fez aos seus seguidores foi
 “Quem vocês dizem que eu sou?”. 
Ao que Pedro respondeu dizendo:
 “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:15-16). Jesus não se surpreendeu, nem repreendeu Pedro.

 Pelo contrário, Ele o elogiou!
Ele declarou isso explicitamente e Seus ouvintes sentiram todo o impacto de suas palavras.
 A Bíblia nos diz: “os judeus mais ainda queriam matá-lo, pois não somente estava violando o sábado, mas também estava até mesmo dizendo que Deus era seu próprio Pai, igualando-se a Deus” (João 5:18).


Em outra ocasião Ele disse: “Eu e meu Pai somos um”. 
Imediatamente, os judeus quiseram apedrejá-Lo e Ele perguntou por qual boa obra queriam fazer aquilo. 
Eles responderam: “Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas pela blasfêmia, porque sendo um simples homem se apresenta como Deus” (João 10:33).

Jesus claramente declarou ter atributos que só Deus tem.


Quando um homem paralítico foi introduzido pelo telhado querendo ser curado por Jesus, Ele disse:
“Filho, os teus pecados estão perdoados”. Isso causou um grande tumulto entre os líderes religiosos, que raciocinaram em seu íntimo: “Por que esse homem fala assim?
 Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser Deus?” (Mateus 2:5-6).
Em um momento crítico, quando sua vida estava em risco, o sumo sacerdote perguntou a Ele diretamente: “Você é o Cristo, o Filho do Deus Bendito?”
“Sou”, disse Jesus. “E vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso vindo com as nuvens do céu”.

O sumo sacerdote rasgou as próprias vestes. 
“Por que precisamos de mais testemunhas?” 
ele perguntou. “Vocês ouviram a blasfêmia. Que acham?” (Marcos 14:61-64)
Tão próxima era a sua conexão com Deus que Ele igualava a atitude de uma pessoa para com Ele como sendo feita para com o próprio Deus.
 Por essa razão, quem O conhece, conhece a Deus (João 8:19; 14:7). Quem O vê, vê a Deus (12:45; 14:9). Quem crê Nele, crê em Deus (12:44; 14:1)
. Quem O recebe, recebe a Deus (Marcos 9:37).
 Quem O odeia, odeia a Deus (João 15:23).
 E quem O honra, honra a Deus (5:23).

Fé Cega? – Observe As Quatro Possibilidades

Ao encararmos as declarações de Cristo, existem quatro possibilidades:
 Ou Ele foi um mentiroso, um lunático, um mito, ou a Verdade. Se dissermos que Ele não é a Verdade, estamos automaticamente afirmando uma das outras três alternativas, percebendo isso ou não.

(1) Uma das possibilidades é a de que Jesus tenha mentido quando disse ser Deus — Ele sabia que não era Deus, mas enganou deliberadamente seus ouvintes para dar autoridade aos Seus ensinamentos. 
Poucos, senão ninguém, seriamente mantêm essa opinião. Até mesmo aqueles que negam Sua divindade afirmam que Ele foi um grande mestre moral.
 Mas quem também crê nessa última possibilidade falha em perceber que duas afirmações se fazem contraditórias: 
Jesus não poderia ser um grande mestre moral se, no ponto crucial do Seu ensino — a Sua identidade– fosse um grande mentiroso.

(2) Uma mais agradável, embora não menos surpreendente possibilidade, é a de que Ele era realmente sincero, mas era enganado por suas próprias ilusões. 
Temos um nome hoje para uma pessoa que pensa ser Deus, chamamos de lunático, e certamente, se aplicaria a Cristo se ele estivesse enganado nesta questão tão importante. Mas quando olhamos para a vida de Cristo, não vemos evidência da anormalidade e desequilíbrio que encontramos em pessoas insanas.

 Pelo contrário, encontramos a melhor compostura de alguém que viveu sobre pressão.
(3) A terceira alternativa é a de que toda aquela conversa de declarar ser Deus é um mito — o que aconteceu foi que Seus entusiasmados seguidores, nos séculos III e IV, colocaram palavras em Sua boca que deixariam você chocado se as ouvisse; palavras que, novamente proferidas, seriam alvo de repúdio imediato.
A teoria do mito tem sido significantemente refutada por muitos descobridores da arqueologia moderna, que têm, de uma vez por todas, mostrado que as quatro biografias de Cristo foram escritas durante o período de vida da geração de Cristo.
 Algum tempo atrás Dr. William F. Albright, famoso arqueologista mundial agora aposentado, da Universidade John Hopkins, diz que não há razão para acreditar que nenhum dos evangelhos foi escrito depois de 70 d.C. Seria admirável o fato de um mero mito sobre Cristo, na forma de evangelho, ter ganhado circulação e ter tido o impacto que teve, sem a menor base em fatos.


Isso seria tão absurdo quanto alguém na nossa própria época escrever uma biografia de John H. Kennedy e nela dizer que ele declarava ser Deus, perdoava os pecados das pessoas, e tinha ressuscitado dos mortos
. Tal estória é tão louca e nunca teria credibilidade, pois ainda há muitas pessoas por aí que sabem quem realmente foi Kennedy.
 Assim, a teoria do mito não resiste à luz da recente data dos manuscritos dos evangelhos.
(4) A alternativa que resta é a de que Jesus falou a verdade. Mas, declarações somente não querem dizer muito. 
Palavras são vento. Qualquer um pode fazer declarações.

 Houve outras pessoas que disseram ser Deus
. Eu declararia ser Deus; você poderia declarar ser Deus, mas a pergunta que temos de responder é: “Que provas trazemos para sustentar essa declaração?”.
 No meu caso, não levaria cinco minutos pra você provar que a minha declaração é falsa. 
E, provavelmente, eu não levaria muito tempo para provar a falsidade da sua também. 
Mas quando se trata de Jesus de Nazaré não é tão simples.
 Ele tinha as provas que validavam Sua declaração. Ele disse:
 “Mesmo que não creiam em mim, creiam nas obras, para que possam saber e entender que o Pai está em mim, e eu no Pai” (João 10:38).

Examine As Evidências De Jesus

Primeiro: seu caráter moral coincidia com Suas declarações.
 Muitas pessoas internadas em asilos dizem ser celebridades ou deidades. Mas o caráter delas prova que suas declarações não são verdadeiras.
 O mesmo não acontece com Cristo. Ele é único–tão único quanto Deus.
Jesus Cristo não tinha pecado
. A qualidade de Sua vida era tal que era capaz de desafiar Seus inimigos com uma pergunta: “Algum de vocês pode me acusar de algum pecado?”
 (João 8:46). Ele só ouvia o silêncio como resposta, embora
Ele se dirigisse àqueles que adorariam apontar um defeito em Seu caráter.
Lemos sobre as tentações de Jesus, mas não ouvimos nenhuma confissão de pecado de 
Sua parte. Ele nunca pediu perdão, embora dissesse aos Seus seguidores para pedirem.
Essa falta de qualquer percepção de falha moral da parte de Jesus é impressionante, visto pelo fato de que é completamente contrária ao que sabemos das experiências dos santos e místicos de todos os tempos
.Quanto mais próximas as pessoas estão de Deus, mais desapontadas se sentem com suas próprias falhas, corrupção e deficiências.
 Quanto mais perto se fica de uma luz brilhante, mais se percebe que é preciso tomar um banho. Isso também é verdade, na esfera moral, para meros mortais.

É também surpreendente que João, Paulo e Pedro, treinados desde a infância a acreditar na universalidade do pecado, falaram da inocência de Cristo: 
“Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca” 
(1 Pedro 2:22).
Pilatos, que nem amigo de Jesus era, disse:
 “Que crime Ele cometeu?”
 (Mateus 27:23). Ele implicitamente reconheceu a inocência de Cristo
. E o centurião romano que foi testemunha da morte de Cristo disse:
 “Verdadeiramente este era o Filho de Deus” (Mateus 27:54).

Segundo: Cristo demonstrou um poder sobrenatural que só poderia pertencer a Deus, o Autor dessas forças.
 Ele acalmou uma violenta tempestade de vento e ondas no Mar da Galiléia.
 Ao fazer isso, ele despertou a seguinte pergunta naqueles que estavam no barco:
 “Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” (Marcos 4:41).
 Ele transformou água em vinho; alimentou 5.000 pessoas com cinco pães e dois peixes; devolveu a uma viúva desconsolada seu filho, ressuscitando-o dos mortos e trouxe novamente à vida a filha morta de um pai desolado
 O mais significante é que Seus inimigos não negavam os milagres, mas preferiram tentar matá-Lo: “Se o deixarmos assim, todos crerão nele” (João 11:48).


Terceiro: Jesus demonstrou o poder do Criador sobre doenças e enfermidades.Ele fez o paralítico andar, o mudo falar e o cego ver.
 Algumas de Suas curas atingiam problemas de nascença que não seriam curados por meios naturais.
 O mais surpreendente foi a cura de um homem cego cujo caso está relatado em João 9. 
Embora o homem não conseguisse responder seus insistentes interrogadores, sua experiência foi suficiente para que se convencesse:
 “Uma coisa sei: eu era cego e agora vejo!” ele declarou.
 Ele estava impressionado com o fato de seus amigos não reconhecerem Aquele que o curou como o Filho de Deus
“Ninguém jamais ouviu que os olhos de um cego de nascença tivessem sido abertos” 
(João 9:25,32). Para ele a evidencia era obvia.

Quarto: a suprema prova de Jesus para autenticar a proclamação de Sua divindade foi Sua ressurreição dentre os mortos.
 Por cinco vezes no curso de Sua vida Ele predisse que morreria.
 Ele também predisse como morreria e que três dias depois ressuscitaria dos mortos e apareceria aos Seus discípulos.
Certamente esse foi o grande teste. Era uma declaração que seria fácil verificar. Aconteceria ou não.
Amigos e inimigos do cristianismo reconheceram a ressurreição de Cristo como sendo a pedra de fundação da fé cristã.
 Paulo, o grande apóstolo, escreveu: “se Cristo não ressuscitou, é vazia a nossa pregação, como também é vazia a fé que vocês têm”
 (1 Coríntios 15:14). Paulo colocou toda a sua fé na ressurreição do corpo de Cristo, tendo Ele ressuscitado ou não dos mortos. 
E, se Ele ressuscitou, foi o evento mais sensacional de toda a história.

Observe as deduções

Se Cristo ressuscitou, sabemos com certeza que Deus existe, como Ele é e como podemos conhecê-Lo através de uma experiência pessoal.

Assim, o universo adquire significado e propósito, e é possível experimentar um Deus vivo no mundo de hoje.
Por outro lado, se Cristo não ressuscitou dos mortos, o Cristianismo é uma interessante peça de museu – nada mais – não tem validade ou realidade objetiva.
 Embora seja até uma idéia agradável, certamente não vale a pena ficar muito empolgado com isso. Os mártires que foram lançados aos leões cantando e os missionários contemporâneos que perderam suas vidas no Equador e Congo levando a mensagem a outros, foram pobres tolos iludidos.
O ataque ao Cristianismo por seus inimigos tem sido mais freqüentemente concentrado na ressurreição porque está claro que esse evento é o “x” da questão
 Um ataque notável aconteceu no início dos anos 30 por um jovem advogado britânico.

 Ele estava convencido de que a ressurreição era mera fábula e fantasia. 
Percebendo que era a pedra de fundação da fé cristã, ele decidiu fazer um favor ao mundo e de uma vez por todas expor essa fraude e superstição.

Como advogado, ele sentia que tinha as qualidades críticas para testar rigidamente cada evidência e para não admitir como evidência tudo que não se adequasse ao rígido critério de admissão de um tribunal hoje.


Porém, enquando Frank Morrison estava fazendo sua pesquisa, algo extraordinário aconteceu.
 O caso não era tão fácil quanto ele pensava. Como resultado desse acontecimento, o primeiro capítulo de seu livro, “Quem moveu a pedra?”
 (Who Moved the Stone?) é entitulado “O Livro Que Recusou Ser Escrito” (The Book That Refused to Be Written). 
Nele, ele descreve como, enquanto examinava as evidências, foi persuadido contra o que ele mesmo acreditava, o fato da ressurreição física de Cristo.

Veja o que Aconteceu no Momento de Sua Morte

A morte de Jesus foi por execução pública numa cruz.
 O governo disse que a condenação era por blasfêmia
. Jesus disse que foi para pagar por nossos pecados. 
Depois de ser severamente torturado, os pés e os punhos de Jesus foram pregados na cruz onde Ele foi suspenso, e mais tarde morreu lentamente sufocado.
 Uma lança foi transpassada pelo Seu corpo para confirmar a Sua morte.

O corpo de Cristo foi envolvido em linho coberto com aproximadamente 38 quilos de ervas molhadas e pegajosas.
 Seu corpo foi colocado dentro de um túmulo numa rocha.

 Uma pedra de quase duas toneladas foi rolada por alavancas para guardar a entrada. 

Porque Jesus tinha publicamente dito que ressuscitaria dos mortos em três dias, uma guarda de treinados soldados romanos foi posicionada no túmulo.
 E um selo oficial romano foi fixado na entrada do túmulo declarando que era propriedade do governo.

 Apesar de tudo isso, três dias mais tarde o corpo tinha sumido.
 Somente os panos de linho permaneciam na tumba, na forma do corpo, mas vazio.
 A rocha que formalmente selava o túmulo foi encontrada fora do lugar, a uma longa distância longe do túmulo.

Observe o que Aconteceu no Túmulo

A explicação que logo começou a circular era a de que os discípulos roubaram o corpo
! Em Mateus 28:11-15, temos o registro da reação dos sacerdotes e dos líderes religiosos quando os guardas deram a desagradável e misteriosa notícia de que o corpo tinha sumido. 
Eles deram dinheiro aos soldados e mandaram dizer que os discípulos tinham ido durante a noite e roubado o corpo enquanto estavam adormecidos.
 Aquela estória era tão falsa que Mateus nem se preocupou em refutá-la!

 Que juiz iria ouvir você se dissesse que enquanto estava dormindo você sabia que foi o seu vizinho que entrou na sua casa e roubou seu aparelho de TV? Quem sabe o que está acontecendo enquanto se dorme?
 Testemunho como esse seria ridicularizado num tribunal.
Além do mais, estamos lidando com uma impossibilidade psicológica e ética.
Roubar o corpo de Cristo seria algo totalmente contrário ao caráter dos discípulos e a tudo o que sabemos sobre eles. 
Significaria que eles foram culpados de uma deliberada mentira que foi responsável pelo engano e morte de milhares de pessoas.

 É inconcebível que, mesmo que alguns discípulos tivessem conspirado e conseguido fazer esse roubo, eles nunca teriam contado aos outros.


Cada um dos discípulos enfrentou o teste da tortura e do martírio por suas afirmações e crenças.
 Homens e mulheres irão morrer pelo o que acreditam ser verdade, embora possa ser realmente mentira. Se em algum momento o homem fala a verdade, é no seu leito de morte.
 E se os discípulos tivessem roubado o corpo, e Cristo ainda estivesse morto, ainda teríamos o problema de explicar todas as Suas declaradas aparições.

Uma Segunda hipótese é que as autoridades, Judia e Romana, removeram o corpo! Mas por quê? 
Eles colocaram guardas no túmulo, qual seria a razão de remover o corpo?
 E, quanto ao silêncio das autoridades diante da ousada pregação dos apóstolos sobre a Ressurreição em Jerusalém?
 Os líderes eclesiásticos estavam fervilhando de raiva, e fizeram todo o possível para prevenir que a mensagem da ressurreição de Jesus dentre os mortos se espalhasse. 
Prenderam Pedro e João, bateram e ameaçaram a eles numa tentativa de calar suas bocas.
 Mas havia uma solução muito simples para o problema deles

. Se eles tivessem o corpo de Cristo, poderiam desfilar com ele pelas ruas de Jerusalém.
De uma só vez eles teriam abafado com sucesso o Cristianismo ainda no seu berço.
 O fato de que eles não fizeram isso sustenta o testemunho eloqüente de que eles não tinham o corpo.

Outra teoria popular foi que as mulheres, perturbadas por uma tristeza devastadora, erraram o caminho na pouca luz da manhã e foram ao túmulo errado. 

Na sua distração elas imaginaram que Cristo tinha ressuscitado porque encontraram o túmulo vazio.
 Essa teoria, entretanto, foi derrubada pelo mesmo fato que destruiu a teoria anterior.
Se as mulheres foram ao túmulo errado, por que os sumos sacerdotes e outros inimigos da fé não foram até o túmulo correto e revelaram o corpo?
 Além disso, é inconcebível que Pedro e João se sujeitariam ao mesmo erro, e certamente José de Arimatéia, dono do túmulo, teria resolvido o problema. 
E mais, é preciso relembrar que este era um lugar privado para sepulcros, não era um cemitério público.
 Não havia outro túmulo nas proximidades que fosse permitir que cometessem tal erro.

A teoria do desmaio também foi levantada para explicar o túmulo vazio
. Nesta visão, Cristo não na verdade não morreu.
 Ele foi dado como morto por engano, mas desmaiou de exaustão, dor e perda de sangue. Quando foi colocado no gélido túmulo, Ele reviveu. Ele saiu do túmulo e apareceu aos Seus discípulos, que por engano pensaram que tinha ressuscitado dos mortos.
Esta é uma teoria da construção moderna

. Apareceu primeiramente no fim do século XVIII. É importante ressaltar que nenhuma sugestão desse tipo surgiu na Antigüidade, em meio aos violentos ataques que foram feitos ao Cristianismo.
Todos os registros mais antigos são enfáticos sobre a morte de Jesus. Mas vamos assumir por um momento que Cristo foi sepultado vivo e desmaiou. É possível acreditar que Ele teria sobrevivido três dias num túmulo úmido, sem comida ou água ou atenção de qualquer tipo? Teria Ele tido força para se soltar dos panos que o envolviam, empurrar a pesada rocha da boca da gruta, passar pelos soldados, e andar quilômetros nos pés que foram perfurados com pregos

? Tal crença é mais fantástica que o simples fato da ressurreição.
Até o crítico alemão David Strauss, que de maneira nenhuma apóia a teoria da ressurreição, rejeitou esta idéia inacreditável. Ele disse:
É impossível que um Homem que acabou de sair de um túmulo, semi-morto, e que vagueou de um lado para o outro fraco e doente, precisando de cuidados médicos, de curativos, de encorajamento, e outros cuidados, e que há pouco havia sucumbido ao sofrimento, pudesse jamais dar aos discípulos a impressão de que tinha vencido a morte e o túmulo; de que era o Príncipe da Vida.


Enfim, se essa teoria está correta, o próprio Cristo foi envolvido em pesadas mentiras. Seus discípulos acreditaram e pregaram que Ele estava morto, mas que tinha voltado a viver. Jesus não fez nada para dissipar essa crença, mas, pelo contrário, a encorajou.
A única teoria que adequadamente explica o túmulo vazio é a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.

Veja o que Jesus Cristo Oferece a Você

Se Jesus Cristo ressuscitou dos mortos, provando ser Deus, Ele está vivo hoje
Sua vontade é mais do que ser adorado. Sua vontade é ser conhecido e fazer parte de sua vida. Jesus disse: 
“Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo” (Apocalipse 3:20).
Carl Gustav Jung disse:
 “A neurose principal de nosso tempo é o vazio
.”Todos nós temos um profundo anseio para que nossas vidas tenham sentido.
 Jesus nos oferece uma vida mais significativa, abundante, que resulta de um relacionamento com Ele. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente”
 (João 10:10).
Porque Jesus morreu na cruz, levando com Ele todos os pecados da humanidade, Ele agora nos oferece perdão, aceitação e um genuíno relacionamento com Ele.
Agora mesmo você pode convidar Jesus Cristo para fazer parte da sua vida.
 Você pode dizer para Ele algo assim: “Jesus, obrigado por morrer na cruz pelos meus pecados. Peço que Você me perdoe e que faça parte da minha vida agora.
 Obrigado por me oferecer um relacionamento com Você”.

Se você precisa de mais informações ou ainda tem perguntas sobre quem Jesus é.Fonte :Meditação Diária; Sua Escolha.



quinta-feira, 3 de março de 2016

Duplicidade mórbida

Usamos a língua tanto para agradecer ao Senhor e Pai como para amaldiçoar as pessoas. (Tg 3.9a)

Esta é a problemática humana: usamos os diferentes dons que Deus nos deu tanto para fazer a coisa certa como para fazer a coisa errada.
 É uma consequência irreparável, na presente vida, da desobediência de Adão.
 Nós estávamos nele quando ele caiu.

Com a língua agradecemos e adoramos a Deus.
 Com a mesma língua proferimos impropérios contra ele, prestamos um culto hipócrita a ele e nos queixamos dele
. Com a língua consolamos pais que acabaram de perder seu filho único.
 Com a mesma língua abominamos o nosso semelhante.
Com a inteligência que Deus nos dá resolvemos problemas complicados, descobrimos 
como curar os enfermos, transformamos matéria-prima grosseira em coisas portentosas.
 Com a mesma sabedoria, transformamos a energia atômica em bomba atômica, a pólvora em armas de fogo, o navio de turistas em destróieres, a sexualidade em sensualidade.

Com os pés chutamos a bola e pisamos os oprimidos. Com os braços abraçamos as crianças e empurramos para fora de nosso caminho os concorrentes. Com os olhos ficamos extasiados com a beleza da criação e cobiçamos as mulheres de Urias.
 Com os ouvidos ouvimos a voz de Deus que vem de cima e a voz dos demônios que vem de baixo.
 Com o coração amamos os nossos filhos e amamos o dinheiro (a raiz de todos os males).


Somos capazes de atos heroicos e capazes de atos vergonhosos. 

Somos capazes de subir aos céus e capazes de descer aos infernos.
 Somos capazes de alegrar o Espírito e capazes de entristecer o Espírito.

A verdade nua e crua é que somos ora anjos ora demônios!

quarta-feira, 2 de março de 2016

ENCHA- SE DE DEUS



"Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?" Mateus 16:25-26



Pensamento: Para Deus o sucesso de um homem não é medido por prosperidade econômica e financeira.

 Para Deus o sucesso de um homem é medido, sim, por uma alma que reflete o caráter de Cristo 
(Romanos 8:29), por uma alma que produza os frutos do Espirito (Efésios 1:13-14). 
Precisamos consagrar nossa vida a Deus, conhecer nosso propósito e praticar boas obras.
 Senão estaremos perdidos, sendo levados pelos ventos desta vida, de um lado para outro, sem nada para oferecer no dia do Juízo de Deus.


Oração: Senhor Deus, eu sei que minha vida vale mais que o mundo inteiro, pois nada adiantaria ganhar o mundo todo e perder a minha vida.

 Por isso agradeço o Senhor por ter me trazido a vida, me colocou neste mundo e estabeleceu um propósito para mim.

 Ajuda-me a conhecer a Sua vontade para minha vida, para que pratique essas obras, e não fique sendo levado de um lado para outro, envolvido com as coisas deste mundo que são passageiras. 

Quero acumular meu tesouro no Reino dos Céus que é eterno.

 Eu oro em nome de Jesus. 

Minha boca se encherá do teu louvor e da tua honra durante todo o dia (Salmos 71.8)
Considere novamente o versículo de Efésios 3.19 (AMP) “Que vocês possam ser… Um corpo totalmente cheio e transbordantes do próprio Deus”! Imagine como será seu dia se o seu corpo estiver totalmente cheio de Deus. Você será um vaso carregando a presença de Deus onde quer que vá. Isso afetará seus pensamentos, suas emoções e suas atitudes. Estar cheio da divina presença de Deus transformará o que você diz, transformará seu lazer, bem como as companhias que você escolher.
Quando nascemos de novo, Jesus passa a viver em nós como uma semente. Cuidar dessa semente da nova vida regando-a com a Palavra, alimentando-a, arrancando toda erva daninha do pecado em nossa vida faz a semente da presença dEle se tornar cada vez maior, até preencher todo o nosso ser.Fonte:DEvocional Diário.

terça-feira, 1 de março de 2016

COMPREENDENDO A FELICIDADE

eendendo a Felicidade
- O que é a felicidade? É um estado de espírito? Ela é temporal ou atemporal?
Podemos encontrar inúmeras definições para essa palavra; mas com certeza, sempre ficarão lacunas.

Comumente, defini-se felicidade como: um estado afetivo ou emocional de sentir-se bem ou sentir prazer, associado a: bem estar, alegria, prazer sexual, contentamento, saúde, segurança, deleite, amor, etc.
Felicidade é geralmente correlacionada com a presença de eventos favoráveis (como uma promoção, um casamento, ganhar na loteria, etc) e ausência de problemas ou má sorte (como acidentes, ser demitido, divórcio, conflitos, etc).

Será que não existe ai uma grande confusão entre felicidade e alegria?


Apesar das mais variadas interpretações a cerca da felicidade, algo é certo e real; todos buscam a felicidade!

Vamos analisar alguns pontos acerca da felicidade, para que tenhamos discernimento a respeito dela.

- Felicidade: do grego "phelis", diz que uma pessoa é feliz quando possui o ar da graça, ou em total estado de euforia
. Uma pessoa feliz é capaz de muitas coisas.
- Felicidade eufórica dentro de uma visão da ciência da psicologia, Phelis Xiddad Croniccus é uma doença que afeta pessoas que acham graça em tudo, possuem desvio de caráter e isso deve ser tratado por profissionais: psiquiatras.
- Felicidade para os romanos era uma divindade alegórica, representada na figura de uma rainha no seu trono, tendo em uma das mãos um caduceu (bastão em torno do qual se entrelaçam duas serpentes e cuja parte superior é adornada com asas) e na outra mão uma cornucópia (na mitologia era um vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele saíam em abundância e expressa um antigo símbolo da fertilidade e riqueza).
- Para Budah a felicidade acontece quando a pessoa enxerga seus defeitos e pode se transformar em algo melhor que ela queira. Toda vez que a pessoa reconhece um erro e se corrige, ela transforma a sua personalidade em algo melhor. E consequentemente está se afastando do que traz dor e vazio e juntamente com isso se aproximando da plenitude, da iluminação.
- No velho testamento um personagem bíblico de nome Jó, faz a seguinte referência: "Sobrevieram-me pavores; como vento perseguem a minha honra, e como nuvem passou a minha felicidade." (Jó 30:15) Na verdade Jó lamenta a sua situação de pobreza e de doenças, principalmente, a falta de proteção de Yavêh (Deus). Quando em sua mocidade vivia em plena abundância material, familiar e satisfação emocional.
- O apostolo Paulo era perseguido pelos judeus por expandir a fé cristã aos gentios, e mesmo assim estava feliz, veja o que ele diz diante de seus acusadores: "Tenho-me por feliz, ó rei Agripa, de que perante ti me haja hoje de defender de todas as coisas de que sou acusado pelos judeus;" (Atos 26:2)
- O salmista David também tem sua definição de felicidade, para ele ser feliz é estár debaixo da dependência de Deus: "Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e tudo lhe irá bem." (Salmos 128:1-2)


Porém, cada pessoa tem sua forma de ver a felicidade! Necessariamente, a felicidade não se resume a bens materiais ou a satisfações emotivas; não podemos conjugá-la, apenas, como a alegria de realizações de nossos desejos, muito menos a nossa resignação em favor dos outros, pois felicidade é também senso de justiça própria.
Felicidade é antes de tudo a relação de amor que mantemos com Deus; mas também a consciência das nossas limitações e a aceitação da nossa condição real.

Ser feliz é poder olhar para dentro de nós mesmos e nos sentir bem com quem nós verdadeiramente somos, é amar os nossos semelhantes com o mesmo amor que gostaríamos de ser amado; é ter discernimento da nossa responsabilidade na construção de um mundo melhor e mais justo para todos; é a certeza de estarmos sempre aptos e encorajados a ajudar aos necessitados; é manter acesa a chama da esperança e da fé diante do niilismo que nos envolve; é se sentir confiante ao expressar uma vida verdadeira e transparente; é gerar nos outros esperança e bem estar; é saber que pode se doar sem pedir nada em troca; é ter segurança diante das adversidades; é irradiar a luz de Deus para que possa dirigir os caminhos daqueles que se encontram perdidos; é antes de tudo, estar debaixo da graça e do amor de Deus.  Fonte: devocional Diário.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

A FALTA DE PERDÃO


A falta de perdão é como lixo interno
Para muitos de nós é difícil perdoar, porque isso implica tocar nas feridas e mexer em situações dolorosas, implica abrir o coração e remexer no "lixão" de nossa vida. 
Seria mais fácil não tocar em nada disso! 
Mas, imagine conservar uma lata cheia de lixo durante um mês dentro de casa?  Ninguém iria agüentar o mau cheiro e a contaminação.

 O mesmo vale para nossa vida espiritual. Jogar fora o "lixo" causado pela falta de perdão significa colocá-lo aos pés da cruz de Cristo, para que possa ser queimado. O lugar desse lixo não é no seu coração, é aos pés da cruz de Jesus Cristo!

Esse convite ao perdão não é uma imposição. Você poderia dizer:
 "Além de tudo pelo que eu já passei, ainda sou obrigado a perdoar?" 
Deus quer lhe dar a graça de retirar de seu coração tudo que está estragado. 
Lembre-se: Deus é amor! Somos a imagem e semelhança d'Ele, por isso, dentro de nós só devem ficar sentimentos bons, como o amor e tudo o que nos ajuda a amar. 

Aquilo que é contrário ao amor é tóxico e venenoso, pois somos feitos para o amor; não para o ressentimento, o ódio, a mágoa, o pecado e a falta de perdão.

Por isso, é preciso viver o amor em plenitude.
 E para vivê-lo assim é preciso ter fé e confiança em Deus. Peça essa graça ao Espírito Santo.

Seu irmão:monsenho jonas Abib

Oração: Pai eu te peço abençoa todos os perdidos Senhor, chega até eles e faz morada Pai, pois todos nós queremos ir para o seu reino. Amém.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

O SENTIDO DA VIDA

Foto: Internet

Mesmo diante de tantas injustiças, mentiras, violência e degradação do ser humano, acredito que a vida não se limita às notícias ruins.
 Concordo com o cineasta italiano Roberto Benigni: “A vida é bela”. Podemos atenuar más notícias com sabedoria, positividade e fé! As situações difíceis nos fazem pensar:
 qual é o sentido da vida?
 Creio que saber para que existimos é a maior questão de todas, pois, pior do que a morte, é uma vida sem propósito.
 É também um fato que não podemos demorar para encontrar a resposta a esta questão, porque a vida na terra é breve e passageira.
Como o apóstolo Tiago coloca nas Escrituras, a vida é tão breve que pode ser descrita da seguinte forma: 
“A vida é como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa”. Naturalmente, todos concordamos com ele.
 Sabemos que a vida é curta;
 mas quanto ao seu sentido, devemos confessar que esta não é uma pergunta de fácil resposta.

Não é com um argumento simplório que vamos dar fim a dúvidas ao redor deste tema.
 Todavia, acredito que existe uma resposta e ela está em direção a um ser superior;
 não sou propenso a pensar de forma nenhuma que a existência do homem se restringe apenas à sua forma humana.
 Esta é apenas uma parte, a parte física.
Concordo com o filósofo ateu J.Bertran Russell, quando disse: 
“A menos que se admita a existência de Deus, a questão que se refere ao propósito da vida não tem sentido”. Esta pergunta é tão pertinente que, diariamente, pessoas do mundo todo buscam o sentido da vida por meio de religiões, esportes, piedade, negócios, prazeres, estudos e relacionamentos.
Alguns chegam ao desespero de se entregar aos vícios, numa frenética busca por sentido, razão e propósito. 
Contudo, encontramos pessoas que diariamente nos provam que estas alternativas não trazem um sentido efetivo para vida. Elas buscam e vivem estas possibilidades e os prazeres que geram, mas todos eles passam e elas continuam buscando algo.
Grande parte dessa frustração está no fato de que o homem busca o sentido para vida dentro de si mesmo, esquecendo-se de que o homem é criação e não criador.
 Naturalmente, a criação não nasce com essa resposta dentro de si mesma. Um exemplo dessa grande busca é a realidade da grande quantidade de vendas de livros de autoajuda no mercado editorial mundial.
 Não posso dizer que eles são ruins completamente.
 Entretanto, basicamente todos eles seguem uma mesma direção: Dê valor aos seus sonhos, defina seus valores, estabeleça metas, foque no seu ponto forte, aspire grandes objetivos, vá a luta, mate um leão por dia, seja disciplinado, acredite em si mesmo, envolva outras pessoas, jamais recue diante dos problemas etc…

Via de regra, seguem na direção de que tudo é colocado sobre o homem, como se ele fosse uma “máquina de respostas e soluções”. Não sobra nenhum espaço para a busca e a dependência por uma espiritualidade superior.
 É lógico que estas orientações são boas e eu as aplico em minha vida, com bons resultados.
Contudo, esta não é a grande essência da vida. 
O propósito da vida é maior que nossa carreira, família, sonhos e ambições.
 O propósito de sua vida está num ser superior; para um propósito superior, devemos viver para além de nós mesmos.
 Por isso, você não descobrirá o propósito da vida olhando para si mesmo.
Precisamos nos voltar a Deus, o supremo criador, e buscar as respostas que precisamos. Assim, não 
vamos matar e morrer por uma busca de sentido baseada apenas no que podemos ver, tocar e ter. Você já descobriu o sentido da sua vida e já se entregou a essa causa? 
Ou ainda está pensado que patrimônio e senso de sentido são sinônimos?
 Como disse o escritor Mark Twain:
 “As duas datas mais importantes da sua vida são: o dia do seu nascimento e o dia em que você entende o propósito da sua vida!”fonte:Meditação \\\diária.
"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos." Salmos 119:105
Pensamento: Deus é luz e Sua palavra ilumina nossa mente, nosso coração, nossa vida. Quando meditamos na palavra, toda escuridão, trevas, sofrimento, engano e mentira começam a ser eliminados da nossas vidas. Passamos a olhar a vida com outros olhos, e começamos a encontrar caminhos melhores e novas oportunidades a cada dia.


: Pai querido obrigado porque tua palavra é tão completa, e realmente é capaz de suprir TODAS nossas necessidades. Que coisa boa é poder meditar na tua palavra quando estamos perdidos, e logo obter uma resposta, sei que o Senhor se agrada quando consulto a biblia em meio a uma decisão dificil, pois esta atitude demonstra fé e dependência ao Senhor. Obrigado por tudo e que eu lembre sempre de meditar na palavra e orar sem cessar. Em nome de Jesus. Amém.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

DEZ DIREITOS DO CORAÇÃO


atualmente se constata fecunda discussão filosófica sobre a necessidade do resgate da razão cordial, como limitação da excessiva racionalização da sociedade e como enriquecimento da razão instrumental-analítica, que deixada em livre curso, pode prejudicar a correta a relação para com a natureza que é de pertença e de respeito a seus ciclos e ritmos.
 Elenquemos aqui alguns direitos da dimensão do coração.

1. Proteja o coração que é o centro biológico do corpo humano. 

Com suas pulsações irriga com sangue todo o organismo fazendo que viva. 

Não sobrecarregue-o com demasiados alimentos gordurosos e bebidas alcoólicas.


2. Cuide do coração. Ele é o nosso centro psíquico.
 Dele sai, como advertiu Jesus, todas as coisas boas e ruins. Comporte-se de tal maneira que ele não precise se sobressaltar face aos riscos e perigos.
 Mantenha-o apaziguado com uma vida serena e saudável.


3. Vele seu coração. 
Ele representa a nossa dimensão do profundo. Nele se manifesta a consciência que sempre nos acompanha, aconselha, adverte e também nos pune. No coração brilha a centelha sagrada que produz em nós entusiasmo.
 Esse entusiasmo filologicamante significa ter um “Deus interior” que nos aquece e ilumina.
 O sentimento profundo do coração nos convence de que o absurdo nunca vai prevalecer sobre o sentido.


4. Cultive a sensibilidade, própria do coração. Não permita que ela seja dominada pela razão funcional. Mas componha-se com ela. É pela sensibilidade que sentimos o pulsar do coração do outro. Por ela intuímos que também as montanhas, as florestas, os animais, o céu estrelado e o próprio Deus têm um coração pulsante.
 Por fim damo-nos conta de que há um só imenso coração que late em todo o universo.


5. Ame seu coração. Ele é a sede do amor. É o amor que produz a alegria do encontro entre as pessoas que se querem e que permite a fusão de corpos e mentes numa só e misteriosa realidade. É o amor que produz os milagres da vida pela união amorosa dos sexos e ainda a doação desinteressada, o cuidado dos mais desvalidos, as relações sociais includentes, as artes, a música e o êxtase místico que faz a pessoa amada fundir-se no Amado.


6. Tenha um coração compadecido que sabe sair de si e se colocar no lugar do outro para com ele sofrer e carregar a cruz da vida e também juntos celebrarem a alegria.


7. Abra o coração para a carícia essencial. Ela é suave como uma pena que vem do infinito e nos dá a percepção, pelo toque, de sermos irmãos e irmãs e de pertencermos à mesma família humana habitando a mesma Casa Comum.

8. Disponha o coração para o cuidado que faz o outro importante para você. Ele cura as feridas passadas e impede as futuras. Quem ama cuida e quem cuida ama.

9. Amolde o coração para a ternura. Se quiser perpetuar o amor cerque-o de enternecimento e de gentileza.

10. Purifique dia a dia o coração para que as sombras, o ressentimento e o espírito de vingança que também se aninham no coração, nunca se sobreponham à bem-querença, à finura e ao amor. Então ele pulsará no ritmo do universo e encontrará repouso no coração do Mistério, aquela Fonte originária de onde tudo procede e que nós chamamos simplesmente de Deus.
Tem sentido estas cinco recomendações que reforçam o amor.
1. Em tudo o que pensar e fizer coloque coração. A fala sem coração soa fria e institucional. 
Palavras ditas com coração atingem o profundo das pessoas. Estabelece-se então uma sintonia fina com os interlocutores ou ouvintes que facilita a compreensão e a adesão.
2. Procure junto com o raciocínio articulado colocar emoção. Não a force porque ela deve espontaneamente revelar a profunda convicção daquilo que crê e diz. Só assim chega ao coração do outro e se faz convincente.

3. A inteligência intelectual fria, com a pretensão de tudo compreender e resolver, gera uma percepção racionalista e reducionista da realidade.
 Mas também o excesso da razão cordial e sensível pode decair para o sentimentalismo adocicado e para proclamas populistas que afastam as pessoas. Importa sempre buscar a justa medida entre mente e coração mas articulando os dois polos a partir do coração.
4. Quando tiver que falar a um auditório ou a um grupo, procure entrar em sintonia com a atmosfera ai criada. Ao falar, não fale só a partir da cabeça mas dê primazia ao coração. É ele que sente, vibra e faz vibrar
. Só são eficazes as razões da inteligência intelectual quando elas vêm amalgamada pela sensibilidade do coração.

5. Crer não é pensar Deus. Crer é sentir Deus a partir do coração
. Então nos damos conta de que sempre estamos na palma de sua mão e que uma Energia amorosa e poderosa nos ilumina e aquece e preside os caminhos da vida, da Terra e do inteiro universo.Fonte:Meditação diária

Oração: SENHOR, Deus e Redentor, Guardador de muitas promessas, obrigado por permitir que eu deposite minha esperança, meu futuro, e meu significado nas suas mãos. Dê-me coragem e confiança em saber que o Senhor não permitirá que eu seja envergonhado, mas que deixará que eu participe da sua justiça naquele dia no qual eu estiver diante do Senhor. No nome de Jesus. Amém.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

VÃS REPITIÇÕES

O mundo está cheio de pessoas que se julgam guerreiros de oração, mas que nem sabem o que é orar.

 Utilizam-se de fórmulas, programas, conselhos e técnicas de vendas para conseguir o que querem de Deus. 
Mateus 6.7

“Conhecimento de fala, mas não de silêncio;
 conhecimento de palavras e ignorância da Palavra.” Vivemos em uma era de comunicação em massa e comunhão mínima. Quando temos um bom ouvinte, não precisamos falar muito nem alto. 

Deus é um bom ouvinte.
Você já usou vãs repetições em suas orações?

Espírito Santo, faze a ligação entre as palavras de minha boca e os significados em meu coração para que minhas palavras nunca fiquem sem sentido pessoal e meu espírito, sem um meio de expressão.>> Retirado de Um Ano com Jesus [Eugene H. Peterson].
"Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta." Mateus 7:7-8

Pensamento: No sermão do monte Jesus pregava para a multidão, e neste momento da mensagem, Suas palavras são de esperança, demonstrando como Ele é fiel para àqueles que o seguem !!!
 Repare neste versículo, para todas as nossas atitudes, Jesus afirma que há uma resposta positiva nos aguardando !!!
 Então se eu tenho fé, uma vida de intimidade com Deus, uma vida de renúncia e fidelidade ao Senhor, Ele irá me honrar !!! Através da oração pedimos e com fé recebemos !!! A resposta vem de Deus !!! 
Se estiver difícil, clame, chore, derrame-se no altar do senhor, insista, persista, pois todo aquele que pede, recebe !!! 
Deus cumpre Suas promessas, os que buscam, encontram !!!
 Deus tem prazer em nos abençoar. (obrigado pela ajuda amore).


Oração: Pai querido, eterno Deus de amor, obrigado pela sua fidelidade e pelo seu sustento.
 Obrigado porque posso confiar todas minhas necessidades a ti, pois sei que o Senhor suprirá todas elas.
 Perdoa pelas vezes que faltou fé e duvidando, ou então pelo orgulho ou cobiça, acabei dando um passo precipitado e contrai algum tipo de dívida. Ajuda-me a estar com as contas em dia, para que eu possa dar um bom testemunho de servo de Deus. 
Eu oro em nome de Jesus. Amém.Fonte Devocional Diário.



terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

CASA COMUM




Frase para refletir:
Antes que o sol se ponha, pense em algum ato que leve à conversão de alguma pessoa e execute-o com todas as suas forças” (C. H. Spurgeon).
-
                                                                       



Conversão significa também mudança de nossa maneira de viver no mundo.

 Não podemos e nem temos o direito de viver como gafanhotos do planeta! A Terra é a Casa Comum da vida animal, mineral e vegetal.
 Precisamos rever nossos conceitos, encontrar uma maneira de viver mais simples e sustentável.


Deus criou o humano e o colocou num jardim. 
O Éden é o lugar simbólico da beleza e do equilíbrio da criaç

ão. É tarefa de todos nós cuidar desse imenso jardim que Deus nos concedeu.
 O consumismo ameaça a vida na Terra!
 E a vida humana também está dentro dessa ameaça…

Procure cuidar mais da natureza, evite toda forma de desperdício, recicle seu lixo, não jogue nas ruas aquilo que você não quer mais!Fonte:Meditação Diária.
ESUS, LUZ DO MUNDO
Jesus falou ainda: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida”.
(joão8-12)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A SABEDORIA DE DEUS

É claro que Deus sabia o que aconteceria se elas, as criaturas dotadas de livre-arbítrio, usassem a sua liberdade da forma errada: aparentemente ele achou que valeria a pena correr o risco.
 Talvez nos sintamos inclinados a discordar dele. Porém, há um problema quando discordamos de Deus. Ele é a fonte da qual extraímos todo o nosso poder de raciocínio: você não poderia estar certo e ele, errado, da mesma forma que um córrego não pode elevar-se acima do nível da sua nascente. Quando você está discutindo com Deus, está tentando argumentar com o próprio poder que o capacita a argumentar: é como se você cortasse fora o galho em que se encontra assentado. Se Deus pensa que esse estado de guerra no universo é um preço que vale a pena pagar pelo livre-arbítrio — isto é, por ter feito um mundo vivo em que as criaturas são capazes de fazer o bem ou praticar o mal de verdade, um mundo em que algo de real importância pode acontecer, não sendo apenas um mundo de brinquedo que só reagisse quando ele apertasse os botões — então, temos de supor que vale a pena pagar o preço.Fonte: Ultimato.