A Virgem Maria, foi preservada de toda mancha de pecado, a Imaculada Conceição.
Hoje, a Igreja celebra a festa da Imaculada Conceição, ou seja, proclamamos que Maria foi preservada de toda mancha de pecado desde o primeiro instante da sua vida.
Este mistério de Deus muito me impressiona e encanta, e me enche de esperança.
Maria, ao receber o anúncio do anjo Gabriel, perguntou: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?” (Lucas 1, 34).
Mas Deus na sua infinita bondade e imenso poder, já havia reservado um plano de amor que foi o nascimento de seu Filho Jesus Cristo.
A alegria de celebrar este dia, é saber que Deus pode realizar grandes obras, pelo seu mistério de amor, por isso hoje, devemos nos voltar a Virgem Maria e apresentar os nossos impossíveis à Ela, nossa mãe que foi preservada de todo o pecado.
Seu irmão, Wellington Jardim (Eto) Cofundador da Comunidade Canção Nova e administrador da FJPII
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Direito e Dignidade Humana
“Considerar como uma graça tudo quanto dificultar o teu amor a Deus, Nosso Senhor, bem como as pessoas que te causam aborrecimentos, sejam irmãos ou gente de fora, mesmo que cheguem a te fazer violência. Amar aos que assim contra ti procedem, não exigindo deles outra coisa senão o que o Senhor te der. E justamente nisso deves amá-los, nem mesmo desejando que eles se tornem cristãos melhores. E nisso reconhecerei que amas realmente o Senhor e a mim, servo dele e teu, se fizeres o seguinte: não haja irmão no mundo, mesmo que tenha pecado a não poder mais, que, após ver os teus olhos, se sinta talvez obrigado a sair de tua presença sem obter a misericórdia se misericórdia buscou. E se não buscar misericórdia, pergunta-lhe se não quer recebê-la. E se depois disso ele se apresentar ainda mil vezes diante de teus olhos, ama-o mais do que a mim, procurando conquistá-lo para o Senhor”. (Raices de America)
Dignidade Humana é o direito de ser gente, de ser tratado, respeitado e acolhido como gente. Não há homem ou mulher no mundo que possa dar ou tirar essa dignidade. As pessoas só podem cultivar a dignidade com seus dons, ou estragar com suas maldades.
Dignidade Humana é o jeito que Deus encontrou de morar no mundo e na
gente. É aquele que Deus pôs no homem e na mulher quando os criou parecidos com Ele (Gn 1, 26-28).
Não é o cargo, o título, o curso que você faz que o torna mais gente, mas a PESSOA DIGNA que você é que faz o cargo, o título e a profissão que você sonha ou exerce!
O cargo de Presidente da República é Nº 6 menos importante que uma criança nascida agora, numa favela de qualquer cidade. Pensar deste jeito é respeitar a dignidade humana. É ser cristão, é ser profundamente humano, irmão, irmã, como Francisco queria..
A Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada a partir de 10 de dezembro de 1948 na Assembléia-Geral da ONU diz:
• Seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos;
• toda pessoa tem todos os direitos e liberdades sem distinção de cor, sexo, idioma, religião, opinião política e posição econômica;
• todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade, à segurança;
• todos são iguais perante a lei e têm direito de igual proteção da lei;
• todos têm direito à liberdade de pensamento, de consciência e religião;
• todos têm direito à liberdade de opinião e expressão;
• todos têm direito ao trabalho, à livre escolha de seu trabalho, a condições EQUITATIVAS e satisfatórias no trabalho e proteção contra o desemprego;
• todos têm direito a um nível de vida adequado, saúde, bem-estar, alimentação, vestuário, habitação, assistência médica e serviços necessários;
• toda pessoa tem direito à educação e de participar livremente da vida cultural da comunidade, do FLUIR das artes e de participar do progresso científico e dos benefícios que dele advenham.
Ilumine-se com Francisco
“Ó glorioso Deus Altíssimo, iluminai as trevas do meu coração, concedei-me uma fé verdadeira, uma esperança firme e um amor perfeito. Dá-me, Senhor, o reto sentir e conhecer, a fim de que possa cumprir o sagrado encargo que na verdade acabais de dar-me. Amém!”
(São Francisco, “Oração diante do Crucifixo”)
Ilumine-se com a Palavra de Deus
“Vejam! Eu vou criar um novo céu e uma nova terra. As coisas antigas nunca mais serão lembradas,nunca mais voltarão ao pensamento. Por isso fiquem para sempre alegres e contentes, por causa doque vou criar.
Farei de Jerusalém uma alegria, e de seu povo um regozijo. Exultarei com Jerusalém e me alegrareicom o meu povo. E nela nunca mais se ouvirá choro ou clamor. Aí não haverá mais crianças quevivam alguns dias apenas, nem velhos que não cheguem a completar seis dias, pois será ainda jovem quem morrer com cem anos, e quem não chegar aos cem anos será tido por amaldiçoado.
Construirão casas e nelas habitarão, plantarão vinhas e comerão seus frutos. Ninguém construirá para outro morar, ninguém plantará para outro comer, porque a vida do meu povo será longa como a das árvores, meus escolhidos poderão gastar o que suas mãos fabricarem. Ninguém trabalhará inutilmente, ninguém gerará filhos para morrerem antes do tempo, porque todos serão a descendência dos abençoados de Javé, juntamente com seus filhos. Antes que me invoquem eu responderei; quando começarem a falar, eu já estarei atendendo. O lobo e o cordeiro pastarão juntos, o leão comerá capim junto com o boi, mas o alimento da cobra é o pó da terra. Em todo o meu monte santo ninguém causará danos ou estragos, diz Javé.”
Isaías, 65, 17-25
Reflita
Que futuro tem um país que não respeita crianças, jovens e velhos?
Quando você anda pela cidade encontra meninos (as) nos semáforos vendendo de tudo, lavando pára-brisas, esmolando… Qual a distância entre você e esses seres da rua? fonte Meditação diária.
A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos. Mas, para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40 anos ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil! Então, a águia só tem duas alternativas: Morrer… ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 50 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas
. E só após cinco meses vai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos.
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor. Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.
No Evangelho desta sexta-feira (09/10/15), Jesus expulsa um demônio, faz o bem, está em meio ao povo que o escuta e reconhece a sua autoridade, enquanto alguns o acusam. Este foi o início da
homilia do Papa na missa celebrada na Casa Santa Marta.
“Havia um outro grupo de pessoas que não gostavam dele e tentavam sempre interpretar as palavras e as atitudes de Jesus de modo diferente, contra Jesus. Alguns por inveja, outros por rigidez doutrinal, outros porque tinham medo que os romanos chegassem e fizessem uma tragédia; por muitas razões, tentavam afastar a autoridade de Jesus das pessoas e caluniar, como neste caso. ‘Ele expulsa os demônios por meio de Belzebu’. Ele é um endiabrado, faz magias, é um feiticeiro’.
Colocavam-no à prova continuamente, provocavam-no com armadilhas, para ver se caia”.
O Papa Francesco convida ao discernimento e à vigilância. “Saber discernir as situações: o que vem de Deus e o que vem do mal que tenta sempre enganar e nos leva a escolher o caminho errado”. “O cristão não pode ficar tranquilo, pensar que tudo corre bem; deve discernir as coisas e observar de onde provêm, qual é a sua raiz”.
Depois, a vigilância, porque em um caminho de fé “as tentações voltam sempre, o espírito ruim não se cansa nunca”.
Quando é expulso “tem paciência, espera para voltar” e quando entra, cai em uma situação pior.
De fato, antes, sabia-se que era “um demônio que atormentava”.
Depois, “o Maligno se esconde, vem com seus amigos muito educados, bate à porta, pede licença, entra, convive com o homem na sua vida cotidiana e pouco a pouco, dá as instruções”.
Com “esta modalidade educada” o diabo convence a “fazer as coisas com relativismo”, tranquilizando a consciência: “Tranquilizar a consciência, anestesiar a consciência, é um grande mal. Quando o espírito ruim consegue anestesiar a consciência, pode-se falar de uma verdadeira vitória: se transforma no dono daquela consciência. ‘Mas isto acontece em todo lugar! Sim, mas todos, todos temos problemas, todos somos pecadores, todos…’ E em todos, inclui-se o ‘ninguém’. Ou seja, ‘todos menos eu’. E assim se vive a mundanidade, que é filha do espírito ruim”.
O Papa reitera as duas palavras: vigilância e discernimento: “Vigilância: a Igreja nos aconselha sempre o exercício do exame de consciência: o que aconteceu hoje no meu coração? Veio a mim o demônio bem educado com seus amigos? Discernimento: de onde vêm os comentários, as palavras, os ensinamentos… quem diz isto? Discernir e vigiar, para não deixar entrar aquilo que engana, que seduz e fascina. Peçamos ao Senhor a graça do discernimento e a graça da vigilância”.
No Evangelho desta sexta-feira (09/10/15), Jesus expulsa um demônio, faz o bem, está em meio ao povo que o escuta e reconhece a sua autoridade, enquanto alguns o acusam. Este foi o início da homilia do Papa na missa celebrada na Casa Santa Marta.
“Havia um outro grupo de pessoas que não gostavam dele e tentavam sempre interpretar as palavras e as atitudes de Jesus de modo diferente, contra Jesus. Alguns por inveja, outros por rigidez doutrinal, outros porque tinham medo que os romanos chegassem e fizessem uma tragédia; por muitas razões, tentavam afastar a autoridade de Jesus das pessoas e caluniar, como neste caso. ‘Ele expulsa os demônios por meio de Belzebu’. Ele é um endiabrado, faz magias, é um feiticeiro’. Colocavam-no à prova continuamente, provocavam-no com armadilhas, para ver se caia”.
O Papa Francesco convida ao discernimento e à vigilância. “Saber discernir as situações: o que vem de Deus e o que vem do mal que tenta sempre enganar e nos leva a escolher o caminho errado”. “O cristão não pode ficar tranquilo, pensar que tudo corre bem; deve discernir as coisas e observar de onde provêm, qual é a sua raiz”.
Depois, a vigilância, porque em um caminho de fé “as tentações voltam sempre, o espírito ruim não se cansa nunca”. Quando é expulso “tem paciência, espera para voltar” e quando entra, cai em uma situação pior. De fato, antes, sabia-se que era “um demônio que atormentava”. Depois, “o Maligno se esconde, vem com seus amigos muito educados, bate à porta, pede licença, entra, convive com o homem na sua vida cotidiana e pouco a pouco, dá as instruções”.
Com “esta modalidade educada” o diabo convence a “fazer as coisas com relativismo”, tranquilizando a consciência: “Tranquilizar a consciência, anestesiar a consciência, é um grande mal. Quando o espírito ruim consegue anestesiar a consciência, pode-se falar de uma verdadeira vitória: se transforma no dono daquela consciência. ‘Mas isto acontece em todo lugar! Sim, mas todos, todos temos problemas, todos somos pecadores, todos…’ E em todos, inclui-se o ‘ninguém’. Ou seja, ‘todos menos eu’. E assim se vive a mundanidade, que é filha do espírito ruim”.
O Papa reitera as duas palavras: vigilância e discernimento:
“Vigilância: a Igreja nos aconselha sempre o exercício do exame de consciência: o que aconteceu hoje no meu coração? Veio a mim o demônio bem educado com seus amigos? Discernimento: de onde vêm os comentários, as palavras, os ensinamentos… quem diz isto? Discernir e vigiar, para não deixar entrar aquilo que engana, que seduz e fascina. Peçamos ao Senhor a graça do discernimento e a graça da vigilância”.fonte Meditação diária Canção Nova.
“Ele percorreu toda a região, pregando um batismo de conversão”.
Celebrar o dia do Senhor é estar aberto para ouvir o que Ele tem a nos dizer.
O Senhor nos fala por meio de um profeta, o Batista. A Palavra de Deus é dirigida a João, impulsionando-o a pregar e levar o povo a uma nova vida, através do batismo, um grande sinal de conversão.
É por meio de uma conduta nova, de ações e direções mais corretas que João vem nos convidar a vivermos este processo de mudança que constantemente estamos passando.
Mas a mudança do nosso ser só será possível se estivermos em conformidade com a vontade de Deus. Para isso, deixemos nossos ouvidos bem atentos ao sussurro de Deus. Ele pode surgir a qualquer hora, a qualquer lugar e de qualquer pessoa.
Sejamos como a voz de João que clama no deserto, vivamos com atenção este tempo rico que é o Advento, examinemos nossa consciência para acolher o Senhor que nos espera.
-* 21 «Nem todo aquele que me diz ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino do Céu. Só entrará aquele que põe em prática a vontade do meu Pai, que está no céu. -* 24 «Portanto, quem ouve essas minhas palavras e as põe em prática, é como o homem prudente que construiu sua casa sobre a rocha. 25 Caiu a chuva, vieram as enxurradas, os ventos sopraram com força contra a casa, mas a casa não caiu, porque fora construída sobre a rocha. 26 Por outro lado, quem ouve essas minhas palavras e não as põe em prática, é como o homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27 Caiu a chuva, vieram as enxurradas, os ventos sopraram com força contra a casa, e a casa caiu, e a sua ruína foi completa!»
* 24-27: Construir a casa sobre a rocha é viver e agir de acordo com a justiça do Reino apresentada no Sermão da Montanha. Construir a casa sobre a areia é ficar na teoria, sem passar para a prática.
“O ponto de partida para o sucesso da educação é fazer do casamento um êxito. A família bem constituída é a melhor escola onde os valores humanos são ensinados, assimilados e melhor vividos.”
As profecias precisam continuam a nos aquecer e a nos encher de esperança
Quando os Magos chegaram em Jerusalém e perguntaram pelo lugar onde o menino devia nascer ninguém sabia, pois haviam perdido a esperança e já não consultavam mais as profecias… Pois era Belém, a pequenina cidade de Davi… Era lá que esperança haveria de nascer, era para lá que os Magos deveriam seguir!
Neste Tempo do Advento fazemos um caminho espiritual para Belém. Devemos levar nossas lâmpadas acesas, sem nos esquecer do azeite da alegria, azeite que manterá nossas lâmpadas acesas. Sigamos, pois, pressurosos o caminho de Belém… Muitos encontraremos pelo caminho e devemos ser pare estes, portadores de alegria e esperança!
-Fonte :Meditação Diária
Frase para refletir:“Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor DEUS as lágrimas de todos os rostos, e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra; porque o SENHOR o disse” (Is 25,8). - agrimas de todas as faces e, pela terra inteira, eliminará os vestígios da desonra do seu povo. Foi o SENHOR quem falou!
Olavo Guerrero: É verdade que Deus castiga?: Deus castiga Seus filhos? Muitas vezes, diante de tragédias, mortes, catástrofes e acontecimentos desagradáveis, deparamo-nos com a d...
Muitas vezes, diante de tragédias, mortes, catástrofes e acontecimentos desagradáveis, deparamo-nos com a declaração: “Foi a vontade do Senhor”. Entretanto, também é sabido que Ele é amor e incapaz de atos maus. Então, o que pensar? Deus castiga ou não?ara esclarecermos essa questão, encontramos, no livro de Hebreus, uma característica de Deus-Pai: “O Senhor corrige quem Ele ama e castiga quem aceita como filho” (cf. Hb 12,6). Então, poderíamos dar por encerrado o assunto e aceitar que Deus castiga e que a Bíblia confirma isso. Porém, na “Constituição Dogmática Dei Verbum, art. 12”, a Igreja nos exorta que “para aprender com exatidão o sentido dos textos sagrados deve-se atender com não menor diligência ao conteúdo e à unidade de toda a Escritura, levadas em conta a tradição viva da Igreja toda e a analogia da fé”.
Um pai carrasco que castiga
Para entendermos o que nos diz a Carta aos Hebreus, precisamos observar o que Jesus nos disse a respeito do Pai. Em Jo 18,12, Jesus fala do pastor que deixa todas as ovelhas para buscar aquela única que se perdeu. Ainda em Jo 6,26-28, Cristo faz referência ao cuidado do Pai em relação aos pássaros e nos afirma: “Vocês são muito mais valiosos para o ‘seu Pai’ do que eles!”. Quando lemos essas passagens, pensamos em um pai carrasco que castiga?
No livro do Eclesiástico, podemos encontrar resposta para essa questão: “Não digas: ‘De Deus vem o meu pecado!’”, pois o Senhor não faz o que Ele próprio detesta. (…) Desde o princípio, o Senhor criou o ser humano, entregou-o às mãos do Seu arbítrio e o deixou em poder da sua concupiscência. (…) Diante do ser humano estão a vida e a morte, o bem e o mal; ele receberá aquilo que preferir” (cf. Eclo 15,11-21). Vale a pena dar uma lida nesse trecho todo.
osequências das nossas próprias escolhas
Acontece que, muitas vezes, torna-se mais fácil lançar a culpa em Deus, pois assim não assumimos a responsabilidade e as consequências de nossas próprias escolhas.
O Senhor nos dotou de consciência e inteligência para entendermos os resultados de nossos crescimento.
Conversão verdadeira
De modo nenhum, isso faz de Deus um carrasco ou vingador. A intenção do Senhor é uma só: levar-nos a uma conversão verdadeira, e Ele sabe que, em algumas situações, a dor é o início de uma vida nova. Também o sofrimento, quando bem vivido, torna-se fonte de purificação dos nossos pecados e dos pecados do mundo.
Algumas pessoas têm medo de Deus, por isso buscam não errar, o que não os permite agir como filhos, mas sim escravos. Outros pensam na recompensa que o Senhor lhes dará por não errarem e medem suas ações como mercenários interesseiros. Porém, toda a Bíblia tem como intenção nos levar a assumir o lugar de filhos, somente desse modo poderemos viver realmente e entender que “Deus nos trata como filhos. E qual é o filho que não é corrigido pelo Pai?”.
Quando temos em nosso coração a certeza de que somos filhos amados de Deus, e que Ele quer nos salvar, começamos a olhar o que vivemos não mais como castigo, mas como oportunidades que o Pai usa para nos corrigir e nos aproximar d’Ele.
Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus
“Tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus” (cf. Rm 8,28). Essa é a certeza que precisa habitar sempre em nós. Não só as coisas boas, mas também as ruins concorrem para o nosso bem.
Peçamos a Deus a graça de assumirmos o lugar de filhos amados, e então, não mais como escravos, veremos o agir do Pai em nossa vida como providência para nossa conversão pessoal.