“O ponto de partida para o sucesso da educação é fazer do casamento um êxito. A família bem constituída é a melhor escola onde os valores humanos são ensinados, assimilados e melhor vividos.”
As profecias precisam continuam a nos aquecer e a nos encher de esperança
Quando os Magos chegaram em Jerusalém e perguntaram pelo lugar onde o menino devia nascer ninguém sabia, pois haviam perdido a esperança e já não consultavam mais as profecias… Pois era Belém, a pequenina cidade de Davi… Era lá que esperança haveria de nascer, era para lá que os Magos deveriam seguir!
Neste Tempo do Advento fazemos um caminho espiritual para Belém. Devemos levar nossas lâmpadas acesas, sem nos esquecer do azeite da alegria, azeite que manterá nossas lâmpadas acesas. Sigamos, pois, pressurosos o caminho de Belém… Muitos encontraremos pelo caminho e devemos ser pare estes, portadores de alegria e esperança!
-Fonte :Meditação Diária
Frase para refletir:“Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor DEUS as lágrimas de todos os rostos, e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra; porque o SENHOR o disse” (Is 25,8). - agrimas de todas as faces e, pela terra inteira, eliminará os vestígios da desonra do seu povo. Foi o SENHOR quem falou!
Olavo Guerrero: É verdade que Deus castiga?: Deus castiga Seus filhos? Muitas vezes, diante de tragédias, mortes, catástrofes e acontecimentos desagradáveis, deparamo-nos com a d...
Muitas vezes, diante de tragédias, mortes, catástrofes e acontecimentos desagradáveis, deparamo-nos com a declaração: “Foi a vontade do Senhor”. Entretanto, também é sabido que Ele é amor e incapaz de atos maus. Então, o que pensar? Deus castiga ou não?ara esclarecermos essa questão, encontramos, no livro de Hebreus, uma característica de Deus-Pai: “O Senhor corrige quem Ele ama e castiga quem aceita como filho” (cf. Hb 12,6). Então, poderíamos dar por encerrado o assunto e aceitar que Deus castiga e que a Bíblia confirma isso. Porém, na “Constituição Dogmática Dei Verbum, art. 12”, a Igreja nos exorta que “para aprender com exatidão o sentido dos textos sagrados deve-se atender com não menor diligência ao conteúdo e à unidade de toda a Escritura, levadas em conta a tradição viva da Igreja toda e a analogia da fé”.
Um pai carrasco que castiga
Para entendermos o que nos diz a Carta aos Hebreus, precisamos observar o que Jesus nos disse a respeito do Pai. Em Jo 18,12, Jesus fala do pastor que deixa todas as ovelhas para buscar aquela única que se perdeu. Ainda em Jo 6,26-28, Cristo faz referência ao cuidado do Pai em relação aos pássaros e nos afirma: “Vocês são muito mais valiosos para o ‘seu Pai’ do que eles!”. Quando lemos essas passagens, pensamos em um pai carrasco que castiga?
No livro do Eclesiástico, podemos encontrar resposta para essa questão: “Não digas: ‘De Deus vem o meu pecado!’”, pois o Senhor não faz o que Ele próprio detesta. (…) Desde o princípio, o Senhor criou o ser humano, entregou-o às mãos do Seu arbítrio e o deixou em poder da sua concupiscência. (…) Diante do ser humano estão a vida e a morte, o bem e o mal; ele receberá aquilo que preferir” (cf. Eclo 15,11-21). Vale a pena dar uma lida nesse trecho todo.
osequências das nossas próprias escolhas
Acontece que, muitas vezes, torna-se mais fácil lançar a culpa em Deus, pois assim não assumimos a responsabilidade e as consequências de nossas próprias escolhas.
O Senhor nos dotou de consciência e inteligência para entendermos os resultados de nossos crescimento.
Conversão verdadeira
De modo nenhum, isso faz de Deus um carrasco ou vingador. A intenção do Senhor é uma só: levar-nos a uma conversão verdadeira, e Ele sabe que, em algumas situações, a dor é o início de uma vida nova. Também o sofrimento, quando bem vivido, torna-se fonte de purificação dos nossos pecados e dos pecados do mundo.
Algumas pessoas têm medo de Deus, por isso buscam não errar, o que não os permite agir como filhos, mas sim escravos. Outros pensam na recompensa que o Senhor lhes dará por não errarem e medem suas ações como mercenários interesseiros. Porém, toda a Bíblia tem como intenção nos levar a assumir o lugar de filhos, somente desse modo poderemos viver realmente e entender que “Deus nos trata como filhos. E qual é o filho que não é corrigido pelo Pai?”.
Quando temos em nosso coração a certeza de que somos filhos amados de Deus, e que Ele quer nos salvar, começamos a olhar o que vivemos não mais como castigo, mas como oportunidades que o Pai usa para nos corrigir e nos aproximar d’Ele.
Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus
“Tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus” (cf. Rm 8,28). Essa é a certeza que precisa habitar sempre em nós. Não só as coisas boas, mas também as ruins concorrem para o nosso bem.
Peçamos a Deus a graça de assumirmos o lugar de filhos amados, e então, não mais como escravos, veremos o agir do Pai em nossa vida como providência para nossa conversão pessoal.
1ª Leitura: Ap 7,2-4.9-14/ Salmo: 23 2ª Leitura: 1Jo 3,1-3 / Evangelho: Mt 5, 1-12ª
-* 1 Jesus viu as multidões, subiu à montanha e sentou-se. Os discípulos se aproximaram,
2 e Jesus começou a ensiná-los:
3 «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu
. 4 Felizes os aflitos, porque serão consolados
. 5 Felizes os mansos, porque possuirão a terra
. 6 Felizes os que têm
fome e sede de justiça, porque serão saciados
. 7 Felizes os que são misericordiosos, porque encontrarão misericórdia.
8 Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.
9 Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
10 Felizes os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu.
11 Felizes vocês, se forem insultados e perseguidos, e se disserem todo tipo de calúnia contra vocês, por causa de mim.
12 Fiquem alegres e contentes, porque será grande para vocês a recompensa no céu. Do mesmo modo perseguiram os profetas que vieram antes de vocês.»
* 5-7:
O Sermão da Montanha é um resumo do ensinamento de Jesus a respeito do Reino e da transformação que esse Reino produz. Moisés tinha recebido a Lei na montanha do Sinai; agora Jesus se apresenta como novo Moisés, proclamando sobre a montanha a vontade de Deus que leva à libertação do homem.
* 5,1-12: As bem-aventuranças são o anúncio da felicidade, porque proclamam a libertação, e não o conformismo ou a alienação. Elas anunciam a vinda do Reino através da palavra e ação de Jesus. Estas tornam presente no mundo a justiça do próprio Deus. Justiça para aqueles que são inúteis ou incômodos para uma estrutura de sociedade baseada na riqueza que explora e no poder que oprime.
Os que buscam a justiça do Reino são os «pobres em espírito.» Sufocados no seu anseio pelos valores que a sociedade injusta rejeita, esses pobres estão profundamente convictos de que eles têm necessidade de Deus, pois só com Deus esses valores podem vigorar, surgindo assim uma nova sociedade.
Mais um Ano Litúrgico chega ao fim! Mais um ciclo que tempo que se fecha, mais uma etapa percorrida… Mas este fim aponta para um re-começo, para uma nova oportunidade, para um novo tempo. E esse Tempo chama-se Advento: tempo de esperança, de expectativa, tempo de caminhar para Belém…
E nessa caminhada somos todos peregrinos: despojados de nossas forças e poderes, vamos ao encontro do Deus Menino, do Deus que Se faz criança para nos encher de alegria e esperança! É tempo de despojamento, tempo de reclinar diante do presépio e dizer: obrigado, Deus por tão excelso amor…
Tenha um ótimo fim de semana e um excelente Tempo do Advento!
Olavo Guerrero: renascimentos: Ninguém pode se livrar e nos livrar da dor da existência, do sofrimento inerente ao caminhar da vida; mas serão benditas as pessoas que nos...
Ninguém pode se livrar e nos livrar da dor da existência, do sofrimento inerente ao caminhar da vida; mas serão benditas as pessoas que nos ajudar nos renascimentos necessários e também na coragem para suportar aquilo que for necessário
. A vida é feita de perdas e conquistas, de noites escuras e de amanheceres iluminados!
Se você consegue aproveitar bem cada ciclo de tempo, cada experiência adquirida, cada amizade, com certeza conseguirá atravessar a escuridão para encontrar a LUZ. Se você acredita em DEUS e traz dentro de você essa força divina, nada será capaz de detê-lo (a), pois o céu será sempre o seu destino…
Abraços, fonte Meditação diária.
Frase para refletir:
“Nada renasce antes que se acabe. E o sol que desponta tem que anoitecer” (Vinicius de Moraes).
Ninguém pode se livrar e nos livrar da dor da existência, do sofrimento inerente ao caminhar da vida; mas serão benditas as pesso
ão lhes dou um mandamento novo, mas o mesmo que temos ouvido desde o começo. (2Jo 5)
João não perde a oportunidade de usar as suas palavras prediletas:verdade e amor. Sozinha, cada uma delas atrapalha a outra. A verdade sem amor é uma loucura, o amor sem verdade é outra loucura.
Depois de mostrar abertamente sua alegria pelo fato de a Senhora eleita e os seus filhos estarem vivendo de acordo com a verdade, João escreve: “E agora, querida Senhora, eu lhe peço que nos amemos uns aos outros” (2Jo 5a). O pedido do presbítero deveria ser atendido pelos irmãos da fé e por ele próprio. Daí a cuidadosa inclusão que ele faz: “Que nos amemos”. Qualquer exortação feita aos outros tem de ser feita primeiro ao que exorta, em benefício de sua autoridade.
O que João está ordenando é coisa antiga, que ele tem ouvido e tem falado “desde o começo”. Certamente ele tinha em mente o “maior e mais importante mandamento” (“Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma e com toda a mente…”) e o segundo mais importante: “Ame os outros como você ama a você mesmo” (Mt 22.37-38). Mas, além disto, aquela noite no Cenáculo de quinta para sexta-feira em que Jesus explicou aos discípulos: “Eu lhes dou este novo mandamento: Amem uns aos outros” (Jo 13.34) ficou bem gravada no coração do discípulo amado, que neste momento estava sentado ao lado de Jesus.